A Sociedade Ponto Verde (SPV) associou-se à Carta às Empresas do Futuro, uma iniciativa promovida pelo BCSD Portugal que reúne 118 empresas num compromisso conjunto de reflexão sobre o futuro e sobre o papel do tecido empresarial na construção de uma economia mais sustentável e resiliente.
A carta, construída de forma colaborativa pelas empresas-membro do BCSD Portugal, procura deixar uma mensagem às empresas de 2050, defendendo uma visão de longo prazo assente em princípios como a liderança responsável, a cooperação, a inovação e a criação de valor sustentável.
Para Ana Trigo Morais, CEO da Sociedade Ponto Verde, a participação na iniciativa representa um compromisso com a construção do futuro a partir das decisões tomadas no presente.
“Pensar nas empresas de 2050 é, acima de tudo, assumir a responsabilidade pelas escolhas que fazemos hoje. Na Sociedade Ponto Verde, acreditamos que a sustentabilidade se constrói com visão de longo prazo, mas também com capacidade de agir no presente, promovendo a inovação, a cooperação, a colaboração e soluções que contribuam para uma economia verdadeiramente circular”, afirma.
A responsável acrescenta que a adesão à carta constitui também uma forma de reforçar o compromisso da Sociedade Ponto Verde com a mobilização dos diferentes agentes e com a procura de soluções para uma gestão de resíduos de embalagens mais eficiente e sustentável.
Com cerca de três décadas de atividade, a Sociedade Ponto Verde tem desenvolvido iniciativas direcionadas para a promoção da circularidade dos recursos, apostando na inovação e na articulação entre os vários intervenientes da cadeia de valor.
A Carta às Empresas do Futuro integra o Relatório de Impacto dos 25 anos do BCSD Portugal e constitui o primeiro passo da Visão 2050, iniciativa que pretende antecipar tendências, identificar riscos e oportunidades e mobilizar as empresas para os desafios económicos e ambientais das próximas décadas.
A participação da Sociedade Ponto Verde nesta iniciativa reforça, assim, a importância de uma atuação empresarial orientada para o longo prazo e para a construção de modelos económicos mais circulares, resilientes e sustentáveis.





















