O PSD de Moura manifestou críticas ao modelo de isenção de portagens em vigor, considerando que a atual solução “penaliza” os residentes do concelho e cria uma situação de “exclusão territorial”.
Em comunicado, a estrutura local do partido aponta o silêncio da concelhia do Partido Socialista sobre alegadas falhas no modelo, afirmando que essa posição “não pode ser aceite pelos mourenses”.
Os sociais-democratas defendem ainda a necessidade de esclarecimentos por parte do deputado Pedro do Carmo, eleito pelo círculo de Beja, sublinhando que este “tem o dever de defender os interesses de quem o elegeu”.
O PSD de Moura refere que, na prática, apesar do anúncio da isenção como uma “vitória regional”, os residentes continuam a enfrentar constrangimentos nas deslocações. Segundo o partido, a opção pela rota mais direta para Lisboa, via Évora, mantém custos elevados, enquanto a alternativa abrangida pela isenção obriga a percursos mais longos, nomeadamente via Ferreira do Alentejo.
Para os sociais-democratas, este desenho da medida resulta num “erro de planeamento” que necessita de correção urgente, defendendo que Moura deve ser integrada num acesso “justo e direto” ao regime de isenção de portagens.
O partido exige ainda maior clareza sobre eventuais iniciativas em curso para corrigir a situação, apelando ao fim de aquilo que classifica como uma desigualdade territorial.






















