O Comando Territorial de Beja da GNR, através do Posto Territorial de Moura, no dia 2 de janeiro, identificou nove homens, com idades compreendidas entre 26 e 51 anos, por furto de azeitona e recuperou mais de duas toneladas de azeitona, no concelho de Moura.
“No âmbito de uma ação de fiscalização rodoviária, os militares da Guarda abordaram três veículos e no decorrer das diligências policiais apuraram que as três viaturas transportavam grande quantidade de azeitona. No seguimento da ação e uma vez que os suspeitos não dispunham de quaisquer documentos que justificassem a proveniência da azeitona ou autorização do respetivo proprietário para a sua apanha, foram apreendidas as viaturas e um total de 2 466 quilos de azeitona”, explicou a Guarda Nacional republicana.
Os noves suspeitos foram constituídos arguidos e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Moura.
“A GNR relembra que a colheita ou apanha de azeitona, ainda que esteja caída no chão, sem o consentimento do proprietário do olival poderá configurar crime contra o património” acrescenta a força policial.
No âmbito da operação “Campo Seguro 2022”, a GNR leva a cabo ações de patrulhamento, sensibilização e fiscalização, com o propósito de evitar crimes de furto, junto de propriedades/explorações agrícolas, bem como de reforçar o policiamento para dissuadir e reprimir a prática de furtos nos campos agrícolas.
No Penedo Gordo, concelho de Beja, iniciou-se a empreitada de substituição do muro de sustentação do parque e que “estava em perigo de colapso, nomeadamente na curva”, avança o presidente da Câmara.
Detetada a situação, “seguiu-se a elaboração interna de um projeto para o novo muro, que terá como novidade escadas de acesso ao espaço, e finalmente, o lançamento do procedimento de empreitada” descreve Paulo Arsénio.
“O problema, diagnosticado no final de 2021, está agora em fase de resolução através de empreitada a ser executada pelo Município num valor aproximado de € 20.000,00” conclui o autarca.
Com o prazo para inscrições prestes a começar, a Câmara Municipal de Cuba avança com a divulgação do tema central para o Corso de Carnaval de 2023: o universo onírico e surpreendente de “Alice no País das Maravilhas” é o fio condutor que o Município sugere “para o grande desfile que este ano acontece no dia 21 de Fevereiro”.
Como de costume, o Corso voltará a estender-se ao longo das principais artérias da vila e finalizará com um Baile de Máscaras.
“Tido como uma referência na região, a edição do ano passado do Carnaval contou com cerca de 1000 foliões em desfile e, no geral, o número de inscrições para o Corso tem aumentado de ano para ano, sendo que a autarquia prevê que esta tendência se mantenha também na edição de 2023” conclui a nota do município.
A Câmara Municipal de Vidigueira vai promover esta quinta-feira, 5 de janeiro, o tradicional Cante dos Reis, com a participação do Grupo Coral Os Vindimadores de Vidigueira, do Grupo Coral da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito e do Grupo Improvisos do Sul.
A iniciativa tem início às 20h30, na Praça da República, em Vidigueira, percorre vários locais da vila e termina no Mercado Municipal, com prova de bolo-rei e licoroso, ao redor de uma fogueira.
Amanhã, sexta-feira, dia 06 de janeiro de 2023, a Junta de Freguesia de Cuba volta a convidar a população para a habitual “Noite de Reis”, junto à Igreja Matriz.
“Haverá bolo rei, vinho licoroso, e claro, a tradicional participação dos Grupos Corais da vila”, garante o município.
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Hoje é dia de mudança no Sistema de Proteção Civil em Portugal. A mudança põe fim aos 18 comandos distritais de operações e socorro, que agora vão dar lugar a 24 comandos sub-regionais.
De acordo com a TSF, que cita a Agência Lusa, a mudança do sistema de Proteção Civil de uma estrutura distrital para um modelo sub-regional vai acontecer na quarta-feira, após ter sido adiada no dia 1 devido ao mau tempo, disse esta terça-feira a secretária de Estado da Proteção Civil.
“Temos tudo previsto para que possa acontecer amanhã [quarta-feira]. Estabilizada que está a situação operacional, que foi aquilo que impediu que esta mudança se fizesse no dia 01, conforme estava previsto. Não era sensato operar uma mudança desta dimensão, desta sensibilidade no momento em que todo o sistema estava a responder a uma situação de emergência complexa no Norte e Centro do país”, disse aos jornalistas Patrícia Gaspar à margem de uma cerimónia na Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.
A mudança do sistema de Proteção Civil estava prevista acontecer em 1 de janeiro, com o fim dos 18 comandos distritais de operações e socorro (CDOS), que vão dar lugar a 24 comandos sub-regionais, mas a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) determinou o adiamento desta transição face ao agravamento das condições meteorológicas.
A secretária de Estado precisou que a situação operacional está estabilizada, pelo que a mudança do sistema distrital para o modelo sub-regional vai concretizar-se na quarta-feira de manhã.
O fim dos 18 CDOS e a criação de 24 comandos sub-regionais de emergência e proteção civil estavam previstos na lei orgânica da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, que entrou em vigor em abril de 2019.
Na altura, ficou decidido que a nova estrutura regional e sub-regional entraria em funcionamento de forma faseada, estando já em funções os comandos regionais do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, enquanto os 24 comandos sub-regionais de emergência e proteção civil, cuja circunscrição territorial corresponde ao território de cada comunidade intermunicipal, iniciariam funções em 01 de janeiro.
Novos comandos do Sistema de Proteção Civil
Segundo despacho que estabelece as condições de funcionamento destas novas estruturas de emergência e proteção civil, o Comando Regional do Norte vai abranger os comandos sub-regionais do Alto Minho, do Alto Tâmega e Barroso, da Área Metropolitana do Porto, do Ave, do Cávado, do Douro, do Tâmega e Sousa e das Terras de Trás-os-Montes e o Comando Regional do Centro vai incluir os comandos sub-regionais da Beira Baixa, das Beiras e Serra da Estrela, da Região de Aveiro, da Região de Coimbra, da Região de Leiria e de Viseu Dão Lafões.
Por sua vez, o Comando Regional de Lisboa e Vale do Tejo vai abranger os comandos sub-regionais da Grande Lisboa, da Lezíria do Tejo, do Médio Tejo, do Oeste e da Península de Setúbal, o comando regional do Alentejo vai incluiu os comandos sub-regionais do Alentejo Central, do Alentejo Litoral, do Alto Alentejo e do Baixo Alentejo e o comando regional do Algarve compreende o comando sub-regional do Algarve.