A FNAM considera que as decisões estruturais para o Serviço Nacional de Saúde não podem ser anunciadas de forma avulsa, sem transparência efetiva nem garantias concretas de execução, como sucedeu no passado dia 11 de abril, no 43.º Encontro Nacional de Medicina Geral e Familiar perante centenas de médicos de família, relativamente ao próximo concurso nacional de recrutamento.
O SNS não precisa de “anúncios — precisa de medidas concretas, calendarizadas e verificáveis, que garantam condições de trabalho dignas para os médicos e assegurem a todos os cidadãos o direito a um médico de família” refere a Federação Nacional dos Médicos que continua assim o braço de ferro com o ministério da saúde.























