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ACEC exige cobrança dos impostos devidos no negócio das barragens

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Associação alerta para a proximidade dos prazos legais e considera que está em causa a credibilidade do Estado de Direito e a igualdade entre territórios

A Associação Círculo de Estudos do Centralismo (ACEC) manifesta preocupação com a proximidade dos prazos legais para a liquidação dos impostos associados ao negócio das barragens, cujo montante foi apurado pelo Ministério Público em cerca de 335 milhões de euros.

A associação defende que, independentemente do desfecho dos processos judiciais em curso, os impostos legalmente devidos devem ser liquidados e cobrados dentro dos prazos previstos na lei, sem atrasos injustificados ou tratamento diferenciado.

A ACEC esclarece que não pretende pronunciar-se sobre matérias que permanecem sob apreciação judicial nem sobre a responsabilidade concreta das entidades envolvidas. A sua posição centra-se na atuação da Administração Tributária, considerando que, perante factos identificados, montantes apurados e diligências determinadas, o Estado deve agir com “diligência, transparência e celeridade”.

“Não pode haver caducidade por inação administrativa”, defende a associação.

Para a ACEC, uma eventual perda da possibilidade de cobrança dos impostos devido à inação administrativa ou ao decurso dos prazos legais teria consequências que ultrapassariam a dimensão financeira do processo.

A associação considera que estaria em causa a credibilidade do Estado de Direito e o princípio da igualdade perante a lei, sobretudo por estarem envolvidos municípios do interior do país, territórios que, ao longo das últimas décadas, enfrentaram perda de população, investimento e oportunidades de desenvolvimento.

Segundo a ACEC, os impostos relacionados com as barragens não constituem uma reivindicação meramente política ou simbólica. Correspondem a receitas fiscais legalmente previstas e estão associados a infraestruturas que utilizam recursos locais e geram impactos ambientais, territoriais e sociais suportados pelas populações.

Ministério das Finanças garante que não haverá caducidade

A associação regista positivamente a informação divulgada pelo Ministério das Finanças, a 11 de agosto, com base em informação da Autoridade Tributária e Aduaneira, segundo a qual o processo de liquidação dos impostos se encontra em curso e “não ocorrerá a caducidade do direito à liquidação destes impostos”.

Perante esta garantia, a ACEC apela ao ministro das Finanças para que assegure o cumprimento integral dos procedimentos legais.

Entre as medidas defendidas pela associação estão a liquidação e cobrança de todos os impostos legalmente devidos dentro dos prazos, o tratamento das empresas envolvidas nos mesmos termos aplicáveis aos restantes contribuintes e o cumprimento atempado das obrigações legais e das determinações das entidades competentes.

A ACEC apela também aos municípios diretamente envolvidos para que acompanhem ativamente o processo e exerçam os direitos que a lei lhes confere enquanto entidades interessadas.

“Um caso de qualidade e credibilidade institucional”

Para a associação, o processo das barragens ultrapassa a questão da cobrança de impostos.

“Este não é apenas um caso de sistema fiscal. É um caso de qualidade e credibilidade institucional. É um caso de confiança no funcionamento do Estado. É um caso de justiça social e de coesão territorial”, afirma a ACEC.

A organização considera que, num Estado de Direito, a cobrança de impostos não pode depender da dimensão dos interesses económicos envolvidos, do poder dos contribuintes ou da localização geográfica das populações afetadas.

“A lei deve ser aplicada segundo os mesmos princípios e as mesmas práticas a todos os contribuintes”, sustenta.

Obras municipais avançam a bom ritmo em Alvito e Vila Nova da Baronia

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Município acompanha evolução de várias empreitadas que representam um importante investimento na requalificação do património e das infraestruturas do concelho.

As obras municipais em curso no concelho de Alvito estão a avançar a bom ritmo. Na manhã desta quinta-feira, 13 de agosto, uma delegação da Câmara Municipal de Alvito, liderada pelo presidente José Manuel Efigénio, visitou várias empreitadas para acompanhar no terreno a evolução dos trabalhos e o cumprimento das intervenções previstas.

Em Vila Nova da Baronia, a comitiva municipal visitou as obras de reabilitação do edifício situado no Largo Francisco Manuel Fialho, a reabilitação e alteração da habitação localizada na Rua 25 de Abril, n.º 37-43, a requalificação do Centro de Saúde, a intervenção na rede de abastecimento de água da Rua Pinto de Melo e a execução de passeios na Rua 25 de Abril.

A visita incluiu ainda a empreitada de impermeabilização do terraço do Edifício do Centro Cultural de Alvito.

Segundo o Município, as diferentes intervenções decorrem dentro de um ritmo considerado positivo, traduzindo-se num investimento na requalificação do património, na melhoria das infraestruturas e na valorização dos equipamentos e espaços públicos do concelho.

Entre as obras visitadas, merece particular destaque a reabilitação do edifício do Largo Francisco Manuel Fialho, em Vila Nova da Baronia. Os trabalhos encontram-se já numa fase bastante avançada, estando atualmente a decorrer a instalação de equipamentos e mobiliário de escritório, numa preparação para a próxima abertura do espaço.

A Câmara Municipal de Alvito garante que continuará a acompanhar de perto a execução das empreitadas, com o objetivo de concretizar os investimentos previstos e contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população, bem como para a valorização de Alvito e Vila Nova da Baronia.

Câmara de Moura alarga oferta de fichas de atividades ao 3.º ciclo

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A Câmara Municipal de Moura vai disponibilizar gratuitamente as Fichas de Atividades aos alunos do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico do concelho, reforçando este ano o apoio às famílias.

A medida, que anteriormente abrangia os alunos do 2.º ciclo, foi alargada em 2026/2027 ao 3.º ciclo do Ensino Básico. A oferta contempla todos os alunos, independentemente do escalão da Ação Social Escolar em que estejam integrados.

Segundo o Município, a iniciativa pretende contribuir para a valorização da educação e promover a equidade educativa, garantindo igualdade de oportunidades no acesso e sucesso escolar. O apoio insere-se também na política social da autarquia de apoio às famílias do concelho.

No presente ano letivo, serão abrangidos 684 alunos, representando um investimento municipal de 54.633,55 euros na aquisição das Fichas de Atividades.

A entrega dos vouchers já foi realizada nas freguesias de Safara, Póvoa de São Miguel, Santo Aleixo da Restauração e Sobral da Adiça.

Em Amareleja, a entrega decorre na Delegação da Câmara Municipal, entre as 09h00 e as 12h30 e das 14h00 às 16h30.

Em Moura, os vouchers estão a ser entregues na Divisão de Educação, Habitação e Desenvolvimento Social da Câmara Municipal, também entre as 09h00 e as 12h30 e as 14h00 e as 16h30.

Com esta medida, o Município de Moura reforça o investimento na educação e procura reduzir os encargos das famílias, assegurando que todos os alunos tenham acesso aos materiais necessários para o seu percurso escolar.

Volta a Portugal atravessa Valença esta sexta-feira

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Nesta sexta feira corre-se mais uma etapa da prova rainha do ciclismo nacional. Em serviço especial para a radio Castrense o jornalista Teixeira Correia, perspetiva a etapa que se realizara no concelho de Valença.

“O Ourique DC vai lutar para subir à 1ª divisão distrital” afirma Márcio Mestre

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Márcio Mestre vai continuar a orientar a equipa sénior do Ourique Desportos Clube que vai competir na 2ª divisão distrital, com objetivos muitos claros.

O jovem treinador diz que o plantel está praticamente fechado, é ambicioso e vai lutar para recolocar o Ourique DC no escalão maior do futebol distrital.