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Festival Castro Mineiro 2026 arranca com foco na tradição e no futuro da mineração

A edição de 2026 do Festival Castro Mineiro arrancou formalmente com um apelo à celebração da identidade cultural e do património mineiro do Baixo Alentejo. Durante a cerimónia de abertura, que contou com a presença da Ministra do Ambiente e do Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde, Gonçalo Pernas, em representação da Boliden Somincor, destacou o evento como um ponto de encontro essencial entre “passado e futuro, tradição e inovação”.

“Este festival é muito mais do que um evento cultural. É uma homenagem às gerações de homens e mulheres que construíram a identidade destas terras mineiras”, afirmou o responsável, sublinhando que a programação deste ano — que inclui música, arqueologia e iniciativas de aproximação à realidade mineira — visa preservar e transmitir a memória coletiva às novas gerações.

Parceria histórica com a Somincor

Durante o discurso, Gonçalo Pernas enalteceu a ligação de mais de quatro décadas entre a Somincor e o concelho de Castro Verde. A empresa, operadora da Mina de Neves-Corvo e integrada no grupo Boliden há mais de um ano, reafirmou-se como um dos pilares económicos da região.

  • Impacto económico: Criação de milhares de postos de trabalho diretos e indiretos no Baixo Alentejo.
  • Responsabilidade social: Apoio contínuo a projetos nas áreas da educação, cultura, desporto, inclusão social e proteção ambiental.
  • Transição energética: Produção de metais críticos, como cobre e zinco, indispensáveis para as energias renováveis e mobilidade elétrica.

“Raízes na terra e olhos no futuro”

Um dos destaques da edição deste ano é a iniciativa Dia Aberto à Comunidade, desenvolvida sob o lema “Raízes na terra e olhos no futuro”. Segundo o representante da empresa, o lema sintetiza a ambição de honrar a história local enquanto se constrói um modelo de mineração moderna sustentado na tecnologia, segurança e responsabilidade ambiental.

O responsável encerrou a sua intervenção com agradecimentos à autarquia local, às entidades parceiras e à população do concelho, apelando a que o festival seja um momento de “orgulho coletivo” para toda a comunidade.

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