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Governo pede ação urgente para resolver problemas ambientais em Castro Verde e Aljustrel

O Governo pediu à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR-Alentejo) informação urgente sobre as medidas já adotadas e as que ainda estão previstas para resolver os problemas ambientais registados nos concelhos de Castro Verde e Aljustrel.

A decisão surge na sequência das queixas apresentadas por autarcas e população e depois de a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, ter estado em Castro Verde, no passado dia 4 de setembro, onde tomou contacto com a situação.

Num comunicado divulgado esta terça-feira, 8 de setembro, o Governo refere os “impactos negativos que a situação tem provocado na população e nas atividades económicas, nomeadamente no setor do turismo”.

A ministra solicitou à APA e à CCDR-Alentejo informação detalhada sobre “as ações que já foram realizadas” e sobre “as medidas que ainda serão promovidas com o objetivo de sanar os problemas e repor a normalidade ambiental nos dois território”s.

As duas entidades têm agora 10 dias para entregar os elementos solicitados pelo Ministério do Ambiente e Energia.

A intervenção do Governo surge depois de notícias que deram conta dos problemas ambientais e dos prejuízos sentidos pela população e pelas atividades económicas nos concelhos de Castro Verde e Aljustrel.

António José Brito, presidente da Câmara Municipal de Castro Verde e da CIMBAL – Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, diz que se “exigem soluções urgentes”.

Recorde-se que, desde 2025 que os habitantes de parte do concelho de Castro Verde sofrem com o mau cheiro e nuvens de moscas provenientes de terrenos agrícolas, onde são utilizadas lamas como fertilizante.

Imagem meramente ilustrativa

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