A cidade de Beja vai acolher, no próximo dia 26 de novembro, a quinta edição do Congresso de História e Património Vitivinícola do Alentejo, um encontro que pretende valorizar a cultura do vinho e debater o seu papel na história e identidade da região.
A iniciativa é promovida pela História e Memória, sob a coordenação do historiador José Calado, em colaboração com a Câmara Municipal de Beja, e vai juntar investigadores, produtores e especialistas ligados à história, ao património, à gastronomia e ao turismo.
O congresso decorre entre as 9h30 e as 18h00 e está organizado em quatro mesas temáticas. A primeira será dedicada à história, arqueologia e conhecimento vitivinícola no Baixo Alentejo, seguindo-se um debate sobre a preservação das tradições, com particular destaque para o vinho de talha.
O programa contempla ainda a discussão sobre a relação entre o vinho, o território e o enoturismo, terminando com uma reflexão em torno da ligação entre a produção vitivinícola, a gastronomia e a identidade do Baixo Alentejo.
Ao longo do encontro serão partilhadas experiências e conhecimentos sobre a evolução da cultura do vinho, os métodos tradicionais de produção e os desafios associados à preservação deste património.
Mais do que uma iniciativa de caráter académico, a organização pretende promover o diálogo entre a investigação e os agentes que trabalham diariamente na valorização da cultura vitivinícola alentejana.
A participação é gratuita, mas está sujeita a inscrição prévia, que pode ser efetuada através da página oficial do congresso, em https://congresso2026.historiaememoria.pt/.
A quinta edição do Congresso de História e Património Vitivinícola do Alentejo coloca assim Beja no centro da reflexão sobre a história, as tradições e o futuro do vinho na região.



















