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Beja regista aumento de 3% na procura no terceiro trimestre de 2026

Beja registou uma variação positiva de 3% na procura no terceiro trimestre de 2026, face ao período homólogo de 2025, de acordo com os dados relativos às capitais de distrito e regiões autónomas apresentados na tabela divulgada.

O indicador referente a Beja passou de 26 no terceiro trimestre de 2025 para 27 no terceiro trimestre de 2026, traduzindo uma subida ligeira ao longo de um ano.

A evolução coloca a capital do Baixo Alentejo entre os territórios que registaram um crescimento da procura neste período, embora abaixo dos aumentos verificados noutras cidades, como Faro, com 39%, Santarém e Leiria, ambas com 13%, e Bragança, com 11%.

No conjunto dos dados apresentados, Castelo Branco destaca-se com o maior crescimento, de 59%, passando de 20 para 31 pontos. Faro surge na segunda posição, com uma subida de 20 para 28 pontos, enquanto Santarém evoluiu de 34 para 39 pontos.

Lisboa e Coimbra registam as maiores descidas

Em sentido contrário, várias capitais de distrito e regiões autónomas apresentam uma evolução negativa da procura.

Lisboa regista a quebra mais acentuada, de 32%, passando de 20 para 13 pontos. Coimbra apresenta uma descida de 29%, de 20 para 14 pontos, enquanto Porto e Portalegre registam ambas uma redução de 28%. No Porto, o indicador desceu de 15 para 11 pontos e, em Portalegre, passou de 24 para 17.

Aveiro apresenta uma quebra de 22%, de 16 para 12 pontos. Funchal regista uma descida de 17%, de 20 para 17 pontos, enquanto Évora recua 14%, passando de 28 para 24 pontos.

Também Ponta Delgada e Setúbal apresentam variações negativas de 9%. Vila Real regista uma descida de 5% e Braga de 4%.

Variações positivas e estabilidade noutras cidades

Além de Beja, outras cidades apresentam crescimentos mais moderados. Viseu regista uma subida de 2%, passando de 21 para 22 pontos, enquanto a Guarda apresenta um aumento de 1%, mantendo-se nos 25 pontos apresentados na tabela.

Bragança passa de 19 para 21 pontos, Leiria sobe de 29 para 32 e Santarém evolui de 34 para 39. Estas cidades acompanham a tendência positiva observada em Beja, embora com diferentes níveis de crescimento.

No caso de Setúbal, o indicador desce de 29 para 27 pontos, enquanto Ponta Delgada passa de 26 para 24. Vila Real recua de 16 para 15 pontos e Braga de 17 para 16.

Os dados mostram, assim, comportamentos distintos entre as capitais de distrito e regiões autónomas no terceiro trimestre de 2026, com algumas cidades a apresentarem aumentos expressivos e outras a registarem quebras significativas.

No caso de Beja, a subida de 3% representa uma evolução positiva face ao terceiro trimestre de 2025. No entanto, a informação disponibilizada não identifica a natureza específica do indicador de procura, pelo que não é possível determinar se os valores dizem respeito, por exemplo, a turismo, habitação, emprego ou outra área de atividade.

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