As forças de segurança em Portugal, incluindo os militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) e os agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP), exigem há vários anos que o Governo e a Assembleia da República reconheçam formalmente a sua atividade como profissão de risco.
O dirigente da Associação de Profissionais da Guarda, Luís Matos, recorda que estamos perante uma velha e inabdicável reivindicação, enquanto avisa o ministro da Administração Interna para que não se esqueça de que as promessas eleitorais são para cumprir, e não para ficarem na gaveta do esquecimento.
























