A Federação Nacional dos Médicos reuniu o seu XIV Congresso, em Viana do Castelo, e contou com mais de uma centena de participantes.
Durante o evento foram debatidas e reafirmadas as prioridades estratégicas para a defesa da carreira médica e para a preservação de um Serviço Nacional de Saúde (SNS) público, universal, de qualidade e próximo da população.
Num contexto de crescente degradação das condições de trabalho e de forte erosão da profissão médica, a FNAM renovou o seu “compromisso firme na defesa dos médicos e da população em Portugal”.
A FNAM exige uma valorização salarial imediata que compense a perda de poder de compra acumulada desde 2012, defende que a remuneração deve ser indexada à razão do salário mínimo nacional vigente em 2012 e seja garantida uma atualização mínima automática, indexada à previsão da taxa de inflação anual, assegurando a manutenção do poder de compra ao longo do tempo.
Durante o Congresso a FNAM decidiu que vai aderir à greve geral de 11 de dezembro.


















