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Quarta-feira, Maio 20, 2026

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Alentejo destaca-se na TDT, mas TV por subscrição continua dominante

O Alentejo foi uma das regiões onde a Televisão Digital Terrestre teve maior expressão em 2025, embora o serviço de televisão por subscrição continue a ser o principal meio de acesso ao sinal de TV em Portugal. Segundo dados do relatório Meios de acesso ao sinal de TV 2025 da ANACOM e do INE, a região mantém um peso acima da média nacional na utilização da TDT, mas fica abaixo do país no acesso à televisão paga.

Nas residências principais, a TDT foi utilizada por 22,5% das famílias em Portugal, menos 1,2 pontos percentuais do que em 2024, enquanto a utilização exclusiva da TDT caiu para 6,2%. Já a televisão por subscrição manteve-se como o meio mais utilizado, abrangendo 89,4% das famílias, mais 0,7 pontos percentuais face ao ano anterior.

No Alentejo, a taxa de penetração da TDT nas habitações principais situou-se entre 26% e 28%, acima da média nacional. No acesso exclusivo à TDT, a região surge com cerca de 7%, ligeiramente abaixo do Centro, que lidera com 9,3%, e do Norte, com 8,0%.

A combinação entre TDT e televisão por subscrição também é mais frequente no Alentejo, tal como no Centro, Norte e Algarve, com valores entre 18% e 20%. Isto mostra que, na região, a TDT continua a ter relevância, mas muitas famílias recorrem em simultâneo à televisão paga.

A nível nacional, a tendência mantém-se de quebra no uso da TDT e reforço da TVS. Em 2025, a percentagem de famílias com acesso à TDT nas residências principais desceu para 22,5%, o valor mais baixo desde 2016. Em sentido contrário, a televisão por subscrição reforçou a sua liderança, confirmando-se como o principal meio de acesso ao sinal de TV no país.

Foto Rádio Castrense – Emissor de TDT

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