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Sábado, Setembro 18, 2021

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“Ter um aeroporto no Alentejo era importante para várias atividades económicas” defende Ana Abrunhosa

Ter um aeroporto no Alentejo era importante para várias atividades económicas, nomeadamente o turismo”, defende a ministra da Coesão em entrevista ao Dinheiro Vivo (acesso livre) e à TSF (acesso livre).

Segundo o ECO, Ana Abrunhosa prefere classificar a infraestrutura, na qual já foram “investidos 30 milhões de euros em fundos europeus”, de “importante”, em vez de complementar e explica que “há que adaptar e perceber que investimento” se pode “fazer para ter aquele aeroporto para pessoas e negócios”. No entanto, é clara: “Não acredito que possa substituir o de Lisboa”.

A ministra adianta que, “se fizermos bem as contas e tendo em conta o potencial de indústria aeronáutica ali em Évora, Ponte de Sor, e se em simultâneo procurássemos que aquele aeroporto tivesse outras funções, uma coisa levava à outra”, defende a ministra da Coesão, que em entrevista ao ECO, em julho do ano passado, reconheceu que é a favor de uma aposta no aeroporto de Beja, com uma ligação ferroviária a Lisboa. Uma solução que vai favorecer a coesão territorial.

Ana Abrunhosa revelou ainda que o Executivo está a trabalhar numa solução para que Setúbal possa ter acesso a mais fundos comunitários, que agora lhe são vedados por pertencer à área metropolitana de Lisboa. Segundo o ECO, a ministra assume o “compromisso” de transformar Setúbal em NUTS3 e “saber se a região quer ser NUTS2, porque não é só a unidade estatística, é também política e administrativa”. “O que me parece depois de conversar com autarcas e empresários é que ninguém quer sair da Área Metropolitana de Lisboa, porque funcional, politicamente e estrategicamente é assim que devem trabalhar. Estamos a estudar outras soluções”, revela a mesma. “Por exemplo, o Oeste é uma NUTS3 que pertence à CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, mas para fins de fundos vai à região Centro”, explica, sendo possível fazer o mesmo “em relação ao Alentejo, sem perder a identidade político-administrativa – se o quisermos fazer de forma mais rápida”.

Mas seja qual for a solução há que “conversar, em primeiro lugar com a Comissão Europeia, na certeza de que é um processo demorado”.

Fontes: ECO / Dinheiro Vivo / TSF

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