A Cáritas Diocesana de Beja manifestou satisfação com a forma como os imigrantes residentes no Baixo Alentejo estão a integrar-se social e profissionalmente na região.
Segundo a instituição, “esta realidade contrasta com os primeiros anos de maior afluxo migratório, período marcado por situações de desorganização e exploração laboral”.
Em declarações à Rádio Castrense, a presidente da Cáritas, Teresa Tavares de Almeida, sublinhou que é “muito bom verificar que os imigrantes que permaneceram na região estão integrados, legalizados e devidamente enquadrados com a nossa realidade social e cultural”.
A responsável considera que “este percurso evidencia uma evolução positiva no acolhimento e integração das comunidades migrantes, refletindo também um maior equilíbrio nas dinâmicas sociais e laborais no território do Baixo Alentejo”.



















