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Segunda-feira, Abril 20, 2026
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Covid-19: Alentejo regista mais 2 mortes e 251 infetados

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Portugal contabilizou, em 24 horas, 5.789 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Há a registar mais 35 mortes associadas à doença, indica ainda o relatório desta segunda-feira.

O Alentejo regista, em 24 horas, 251 infetados e 2 mortes

No que se refere à situação nos hospitais, os dados revelam que estão hoje, 1.832 pessoas internadas – mais 44 do que ontem, das quais 114 estão em unidades de cuidados intensivos, menos 2 do que o dia anterior.

Portugal contabiliza 475. 616 casos ativos de covid-19 – menos 14.243 do que  ontem,  e estão  489.997 pessoas em vigilância pelas autoridades — menos 15.040 o que no dia anterior

O relatório da DGS indica que nas últimas 24 horas, 19.997 pessoas recuperaram da infeção por SARS-CoV-2.

Número de casos de Covid-19 continua a descer no distrito de Beja

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De acordo com os dados oficiais dos serviços de saúde, a que a Rádio Castrense teve acesso, no final desta manhã de segunda-feira, 21 de fevereiro, existiam 2871 casos ativos de Covid-19 no distrito de Beja, nos 13 concelhos que integram a área da ULSBA – Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo.

O número de casos ativos de Covid-19 por concelho, com registos na manhã de hoje, é o seguinte:

Aljustrel: 94

Almodôvar: 233

Alvito: 73

Barrancos: 13

Beja: 920

Castro Verde: 125

Cuba: 143

Ferreira do Alentejo: 379

Mértola: 86

Moura: 115

Ourique: 72

Serpa: 549

Vidigueira:69

Portugal e Espanha apresentam em Bruxelas um conjunto de medidas para minimizar efeitos da Seca

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Segundo avança a Agencia Lusa, os ministros da Agricultura de Portugal e Espanha apresentam esta segunda-feira à Comissão Europeia um conjunto de medidas para “minimizar” os efeitos da seca na Península Ibérica, esperando “sensibilidade” de Bruxelas para os problemas que o setor agrícola enfrenta.

“Apresento hoje à Comissão um conjunto de quatro medidas, juntamente com o meu colega de Espanha, para fazer face àquilo que é o impacto da seca que se faz sentir em Portugal e em Espanha, e que tem um duplo efeito sobre a agricultura portuguesa e espanhola”, disse a ministra Maria do Céu Antunes, à chegada para um Conselho de Ministros da Agricultura da UE.

A Lusa diz que a governante apontou que se trata de tentar minimizar “um duplo efeito que se faz sentir nas explorações agrícolas, que decorre da seca que já tem um impacto a esta altura”, mas também do “elevado custo das matérias-primas que se faz sentir, que tem um efeito especialmente grave sobre as explorações pecuárias”.

“Queremos com isto ajudar nesta fase, mas também poder ajudar as nossas explorações sobre os efeitos que no futuro poderão vir a pôr em causa a viabilidade das explorações agropecuárias”, declarou.

Também o ministro espanhol, Luis Planas Puchades, deu conta, à entrada para o Conselho, para a discussão que terá lugar sobre a seca na Península Ibérica, “introduzida por iniciativa de Portugal e Espanha”, precisando que os dois países irão pedir designadamente que a Comissão “aumente a dotação dos adiantamentos da Política Agrícola Comum para 2022, face a esta situação”, flexibilize as condições de uso de superfícies reservadas e permita ações específicas de apoio ao setor no quadro dos fundos de desenvolvimento rural.

“Parecem-me solicitações muito razoáveis face à situação e, evidentemente, esperamos da Comissão sensibilidade relativamente aos pedidos de Espanha e Portugal”, disse, sublinhando que o que está em causa são “fenómenos fora de controlo”, observando que a seca extrema na Península Ibérica, assim como as tempestades no centro da Europa, são “manifestações de um clima subvertido pelas alterações climáticas”.

O tema da seca foi introduzido na agenda da reunião de esta segunda-feira do Conselho de ministros da Agricultura da UE, depois de ter já sido abordado informalmente com o comissário europeu da Agricultura, Janusz Wojciechowski, em 7 de fevereiro.

Num debate, na passada quinta-feira, no Parlamento Europeu, o executivo comunitário indicou estar em contacto com as autoridades nacionais e regionais portuguesas para analisar possíveis apoios, no quadro da PAC, para fazer face à seca.

Manifestando preocupação com “a grave situação de seca sofrida na Península Ibérica e, em particular, com a situação que atualmente enfrentam algumas zonas do norte e centro de Portugal”, a comissária Helena Dali, que representou o executivo comunitário no debate, sublinhou por diversas vezes que é necessário desenvolver políticas a médio e longo prazo, pois “as alterações climáticas irão aumentar ainda mais a escassez de água e os riscos de seca”.

A comissária adiantou ainda que Bruxelas “sempre demonstrou flexibilidade relativamente ao adiantamento de pagamentos” em situações extremas imprevistas, lembrando que “existe também a possibilidade de utilização do Fundo de Solidariedade da UE para aliviar a situação de seca em Portugal e Espanha”.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), em janeiro “verificou-se um agravamento muito significativo da situação de seca meteorológica, com um aumento da área e da intensidade, estando no final do mês todo o território em seca, com 1% em seca fraca, 54% em seca moderada, 34% em seca severa e 11% em seca extrema”.

Ainda de acordo com o IPMA, em relação à precipitação, janeiro de 2022 foi o sexto mais seco desde 1931 e o segundo mais seco desde 2000.

Fonte: Lusa

Cidade de Beja vai ter uma Unidade Local de Formação de Bombeiros

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A cidade de Beja vai ter uma Unidade Local de Formação para Bombeiros. A revelação foi feita à Rádio Castrense pelo presidente da Federação das Associações de Bombeiros do distrito de Beja, Domingos Fabela.

“Trata-se da concretização de um sonho, até porque somos o único distrito do país que não tem uma Unidade Local de Formação de bombeiros”, sublinha este responsável.

STAL vai renegociar os Acordos Coletivos de Entidade Pública com as câmaras

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A Direção Regional de Beja do Sindicato dos trabalhadores da Administração Local (STAL), está a calendarizar reuniões com as câmaras municipais do distrito para renegociar os Acordos Coletivos de Entidade Pública existentes entre ambas.

O sindicalista Vasco Santana diz que estas renegociações visam “incluir nestes acordos, três matérias importantes para os trabalhadores”.

MURPI diz que o fim da pandemia “não é um dado adquirido”

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O Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos não dá o fim da pandemia da COVID-19 como um dado adquirido.

Para o presidente da direção do MURPI, Casimiro Menezes, “ainda não estamos em estado de endemia, dai que continuemos a defender o uso da máscara, pois tem sido fundamental no combate que temos travado contra o vírus”.

Câmara de Serpa reforça apoio aos bombeiros locais

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O Município de Serpa decidiu reforçar o apoio anual aos Bombeiros Voluntários de Serpa “com o intuito de permitir, entre outros objetivos, a constituição de uma segunda equipa de intervenção permanente. A alteração expressiva nos valores protocolados com a Associação, proposta em reunião de Câmara de dia 16 de fevereiro, foi aprovada por unanimidade” adianta a autarquia da cidade branca.

O presidente da autarquia, João Efigénio Palma, recorda que existe, desde 2019, um protocolo entre o Município e a Associação de Bombeiros Voluntários de Serpa, no valor de 85.000 euros anuais, “com o objetivo de que a Câmara possa apoiar os Bombeiros, quer na manutenção de uma equipa de intervenção permanente, de cinco elementos, sempre pronta a acorrer a um incêndio, um acidente, uma situação de emergência”. Esta equipa era apoiada em 50%, cerca de 30.000 euros, pelo Protocolo, que englobava ainda investimentos na aquisição de equipamento, cerca de 55 mil euros.

“Os Bombeiros deram a conhecer a possibilidade da criação de uma segunda equipa, pela Autoridade de Proteção Civil, sendo que precisariam sempre do apoio da Câmara”, refere João Efigénio Palma, “pelo que decidimos reforçar o protocolo, para o valor de 140.000 euros anuais, que comporta a remuneração previsto de 50% das duas equipas de intervenção permanente, no valor de 72.000 euros”.

O presidente da autarquia frisa ainda que o protocolo não se esgota neste apoio, estando previstos “apoios pontuais, conforme as necessidades”. Estão igualmente previstas “ações de sensibilização conjuntas entre os Bombeiros Voluntários e o Serviço de Proteção Civil da autarquia”, para situações que possam ocorrer, bem como “uma série de benefícios diretos para os próprios bombeiros, nomeadamente isenções em termos de IMI, isenções ou reduções na taxa de água e em atividades da Câmara, como forma de incentivar o voluntariado”.

EMAS de Beja concluiu trabalhos no Reservatório da Conceição

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A EMAS – Empresa Municipal de Água e Saneamento de Beja, deu por concluídos os trabalhos que visaram a remoção dos arbustos  da cobertura do Reservatório da Conceição, no centro da cidade.

Entre os dias 7 e 8 de fevereiro, a EMAS, com o apoio da Câmara Municipal de Beja, “procedeu à remoção dos arbustos instalados na parte superior do Reservatório da Conceição. espaço contiguo ao Museu Regional Rainha D.ª Leonor” adianta a empresa.

A mesma fonte adianta que, “na sequência da última higienização do reservatório, verificou-se a existência de fissuras na cobertura de ambas as células do mesmo  provocadas pelas raízes dos arbustos, o que poderia muito brevemente, comprometer a qualidade da água distribuída  devido a infiltrações. Acresce também ao referido e, face à infraestrutura em questão, o facto do espaço estar a ser alvo de utilizações indevidas em termos de condições higiénicas, entre outras”.

A EMAS de Beja lembra que “o Reservatório da Conceição serve cerca de metade da população de Beja e considera-se fundamental garantir a qualidade da água e a salvaguarda da saúde pública dos nossos munícipes.”