Festival “Castro Mineiro” promete ser espaço de encontro entre diferentes expressões artísticas
No primeiro fim-de-semana de setembro, dias 2, 3 e 4, Castro Verde vai ser palco da primeira edição do Festival “Castro Mineiro”.
Trata-se de “um espaço de encontro entre diferentes expressões artísticas, culturais e sociais que contará com FOGO FOGO e VIRGUL (2 SET), SARA CORREIA e TIM (3 SET), ANA ARREBENTINHA e KUMPANIA ALGAZARRA (4 SET) como cabeças de cartaz do Festival, do qual fazem ainda parte projetos musicais como “Home Duo” (João Campos Palma e Tomás Martin) e “Terra Sul” (Ricardo Martins e Vítor Bacalhau), “RAIA – Planeta Campaniça” (Tozé Bexiga) e RUSSA – O Hip Hop no Feminino” avança a autarquia de Castro Verde.
No plano humorístico, a autarquia lembra que “o programa conta com a presença de Ana Arrebentinha que apresenta em Castro Verde, o seu espetáculo de stand-up comedy”.
A tradição do cante e da viola campaniça também estarão presentes no festival através das atuações dos Grupos Corais “Os Ganhões” de Castro Verde, “Os Mineiros” de Aljustrel e do Grupo Coral de Turón (Astúrias), assim como do grupo de Tocadores de Viola Campaniça de Castro Verde.
Artes plásticas, exposições, conferências, gastronomia, iniciativas ligadas à atividade mineira e expositores são outras das atividades que compõem a programação desta iniciativa, que terá entrada livre e acesso gratuito ao campismo, no Parque de Campismo de Castro Verde, e às Piscinas Municipais.
O Festival “Castro Mineiro” vai decorrer no Parque da Liberdade, em Castro Verde e é uma organização da Câmara Municipal de Castro Verde, em parceria com a SOMINCOR, sob a direção artística de Napoleão Mira e conta com a Rádio Castrense como Média Partner.
Incêndios: Mês de Julho “está a ser calmo” no distrito de Beja
A Federação das Associações de Bombeiros do Distrito de Beja classifica como “muito boa” a forma como está a decorrer a época de incêndios no distrito.
O presidente da Federação, Domingos Fabela, diz que contrariamente à “situação crítica que outras regiões do país têm vivido” no Baixo Alentejo, o Verão, até ao momento, “está a ser muito calmo”.
Beja: Comissão de Utentes promove hoje uma concentração junto ao hospital da cidade
A Comissão de Utentes promove hoje uma concentração junto ao hospital de Beja.
A concentração ocorre sob o lema “Não Dá Mais” e acontece esta tarde, às 18.30 horas.
As razões desta ação prendem-se sobretudo com o facto de o serviço de Obstetrícia estar fechada ao fim de semana, haver utentes sem médicos de família, a inexistência de ressonância magnética, o défice de equipamentos, a falta de médicos, enfermeiros e auxiliares são os motivos que levam ao protesto que exige também a construção da segunda fase do Hospital.
A Comissão de Utentes apela ainda a que a população participe nesta concentração e faça ouvir a sua voz em defesa do Serviço Nacional de Saúde .
Museu da Ruralidade celebra 11.º aniversário com exposição “Os Campos do Baixo Alentejo da década de 1950”
No âmbito do seu 11.º aniversário, que se assinala esta sexta-feira, 29 de julho, o Museu da Ruralidade, em Entradas, abre ao público, pelas 18h00, a exposição “Os Campos do Baixo Alentejo da década de 1950”.
A exposição (reposição) pode ser visitada até ao final do mês de agosto, no horário normal de funcionamento do Museu (terça a domingo 10h00 – 12h30 / 14h00 – 18h00), dando aos visitantes a oportunidade de contactar com os aspetos mais marcantes da sociedade rural do Baixo Alentejo dos anos 50 do século passado.
“Esta exposição, uma produção própria do Museu da Ruralidade, já percorreu em itinerância outros concelhos do Baixo Alentejo, nomeadamente, Beja, Ourique e Vidigueira” lembra o município de Castro Verde.
Para celebrar o aniversário com o público, o Museu da Ruralidade convida a soprar as velas do bolo de aniversário, após a abertura da exposição.
MURPI exige “aumento imediato das reformas”
A Confederação de Reformados, Pensionistas e Idosos condena “o aumento brutal do custo de vida, que está afetar esta faixa etária de forma particularmente grave”.
A presidente do MURPI, Isabel Gomes, diz que “está na hora do governo aumentar as reformas, equivalendo-as ao ordenado mínimo”.



