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Serpa reforça apoio ao tecido empresarial com protocolo com o NERBE/AEBAL

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O Município de Serpa formalizou uma parceria com o NERBE/AEBAL – Associação Empresarial do Baixo Alentejo e Litoral, com o objetivo de reforçar o apoio aos empresários e empreendedores do concelho.

A apresentação do serviço decorreu no passado dia 14 de julho, na Sala de Sessões da Câmara Municipal de Serpa, numa iniciativa que reuniu cerca de 60 participantes, entre empresários e representantes de várias instituições.

Durante a sessão foram divulgadas as oportunidades associadas ao protocolo, com destaque para áreas como o acesso a financiamento, capacitação, apoio ao investimento, inovação, internacionalização e desenvolvimento empresarial.

A autarquia sublinha que esta parceria pretende promover uma maior proximidade ao tecido empresarial local, facilitando o acesso a informação e instrumentos de apoio essenciais ao crescimento económico do concelho.

No âmbito desta colaboração, já estão agendadas sessões mensais de atendimento presencial no edifício da Câmara Municipal de Serpa, entre as 9h30 e as 12h30, nos dias 27 de julho e 17 de agosto.

A partir de setembro, os atendimentos passam a realizar-se na segunda segunda-feira de cada mês, no mesmo horário, mediante marcação prévia através do email cades@cm-serpa.pt ou do contacto telefónico 284 549 840.

O Município de Serpa agradeceu ao NERBE/AEBAL, bem como a todos os participantes, pela forte adesão a esta iniciativa, que visa dinamizar o tecido empresarial e potenciar o desenvolvimento económico local

Ciência Viva leva documentário sobre a história geológica de Odemira a Vila Nova de Milfontes

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O programa Ciência Viva no Verão 2026 chega a Vila Nova de Milfontes no próximo dia 24 de julho, com a exibição do documentário “Odemira – Paisagens em 375 Milhões de Anos”.

A iniciativa está marcada para as 21h30, no Depósito de Água de Vila Nova de Milfontes, e convida o público a embarcar numa viagem pela história geológica e pela riqueza natural do concelho de Odemira.

Integrada no calendário nacional da Ciência Viva, esta sessão pretende aproximar a ciência da comunidade, proporcionando a residentes e visitantes uma oportunidade de descoberta do território através do conhecimento e da divulgação científica.

A exibição do documentário promete revelar a evolução das paisagens ao longo de milhões de anos, destacando a singularidade geológica do concelho e reforçando a importância da valorização do património natural da região.

Litoral de Odemira em destaque com Campeonato Nacional de Canoagem do Mar

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O litoral do concelho de Odemira voltou a afirmar-se como palco de excelência para os desportos náuticos, ao receber, nos dias 18 e 19 de julho, o Campeonato Nacional de Canoagem do Mar – Surfski SW Alentejano.

A prova, que ligou Sines a Vila Nova de Milfontes ao longo de um percurso de 29 quilómetros, reuniu atletas de todo o país, proporcionando dois dias marcados pela competição, espírito de superação e contacto privilegiado com a costa do Sudoeste Alentejano.

O evento destacou não só o elevado nível competitivo dos participantes, mas também as condições únicas do litoral alentejano para a prática de modalidades náuticas, reforçando a sua atratividade enquanto destino desportivo e turístico.

A organização esteve a cargo dos Municípios de Odemira e Sines, em parceria com o Clube Náutico do Litoral Alentejano, o Clube Fluvial Odemirense e a Federação Portuguesa de Canoagem, contando ainda com o apoio da Junta de Freguesia de Vila Nova de Milfontes.

A iniciativa voltou, assim, a valorizar o território e a promover o desporto ao ar livre, contribuindo para a projeção do Sudoeste Alentejano a nível nacional.

Fotos: Município de Odemira / Create – Video and Photography

Município de Cuba abre inscrições para o Serviço de Apoio à Família 2026/2027

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O Município de Cuba informa que decorre durante todo o mês de julho o período regular de inscrições e renovações de inscrição para o Serviço de Apoio à Família (AAAF e CAF), destinado às crianças da Educação Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico.

Este serviço destina-se a assegurar o acompanhamento dos alunos durante o período de almoço e o prolongamento de horário.

Os pedidos apresentados fora do período regular serão analisados pelo Serviço de Educação, de acordo com os critérios definidos no Regulamento de Funcionamento das Atividades de Componente de Apoio à Família e mediante a disponibilidade de vagas.

A inscrição deve ser efetuada através do Balcão Eletrónico do Município de Cuba, no menu Catálogo de Procedimentos > Educação > Serviço de Apoio à Família (AAAF e CAF), mediante o preenchimento do formulário e a entrega da documentação exigida.

Entre os documentos obrigatórios encontram-se os comprovativos da situação socioeconómica do agregado familiar do aluno, nomeadamente a declaração de IRS de 2025 e respetiva nota de liquidação, ou, quando aplicável, comprovativo de RSI, subsídio de desemprego ou pensão.

O Município relembra que esta informação não dispensa a consulta do regulamento em vigor.

Aves dos meios agrícolas continuam em declínio em Portugal, alerta relatório da SPEA

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As populações de aves comuns associadas aos meios agrícolas continuam em queda em Portugal Continental desde 2004, evidenciando uma perda persistente de biodiversidade nestes habitats. A conclusão consta do mais recente relatório do Censo de Aves Comuns da SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, que analisa dados recolhidos entre 2004 e 2025.

De acordo com o estudo, que abrange também a Madeira e os Açores, o indicador das aves agrícolas mantém uma tendência negativa ao longo dos últimos 22 anos, contrastando com a evolução positiva registada nos meios florestais e, pela primeira vez, também nos meios urbanos.

O relatório baseia-se na análise de 64 espécies de aves comuns, distribuídas por diferentes habitats: 23 associadas a meios agrícolas, 20 a zonas florestais e 25 a ambientes urbanos. No conjunto, o indicador global revela igualmente uma tendência negativa.

Espécies em declínio preocupam especialistas

Entre as espécies dos meios agrícolas, cerca de 43% apresentam declínios moderados, com destaque para a andorinha-das-chaminés, o mocho-galego e o abelharuco. Também o peneireiro, o cartaxo e o pardal registam reduções populacionais.

Nos meios florestais, apesar da tendência global positiva, há espécies em regressão, como o picanço-barreteiro, o cuco e a rola-brava. Outras, como a cotovia-dos-bosques e o chapim-real, também apresentam evolução negativa.

O relatório identifica ainda declínios acentuados em espécies como a laverca e a águia-caçadeira, enquanto a perdiz-comum, o chasco-ruivo e o rouxinol-grande-dos-caniços evidenciam tendências negativas.

Segundo Hany Alonso, coordenador nacional do Censo de Aves Comuns, os dados deixam “um alerta claro” para a pressão sobre a biodiversidade nos meios agrícolas, sublinhando a importância de manter séries de dados de longo prazo para orientar medidas de conservação eficazes.

Mais participação reforça monitorização

Em 2025, o censo registou um aumento significativo da participação, com 52 quadrículas monitorizadas em Portugal Continental — mais de 40% face a anos anteriores — e um total de 1040 pontos de escuta.

Desde 2004, já foram recolhidos dados em 179 quadrículas, sendo que várias áreas contam com séries de monitorização superiores a uma década, fundamentais para compreender a evolução das populações de aves.

O trabalho assenta no contributo de voluntários, que realizam observações no terreno durante a primavera, permitindo também integrar os dados no Esquema Pan-Europeu de Monitorização de Aves Comuns.

Resultados distintos nas ilhas

Nos Açores, o censo de 2025 abrangeu as nove ilhas, com destaque para o aumento da rola-turca e para as tendências negativas da toutinegra-dos-Açores e do milhafre.

Já na Madeira, foram monitorizadas cinco quadrículas, com a SPEA a apontar a necessidade de reforçar a participação para obter dados mais robustos.

A organização destaca a importância de garantir financiamento estável, reforçar a formação e apoiar os voluntários, de forma a assegurar a continuidade deste trabalho essencial para a proteção da biodiversidade em Portugal.

Câmara Municipal de Serpa aprova por unanimidade Voto de Louvor aos Bombeiros Voluntários de Serpa

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A Câmara Municipal de Serpa aprovou, por unanimidade, um Voto de Louvor à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Serpa, apresentado pelos vereadores da CDU, por ocasião do 47.º aniversário da instituição.

A proposta pretende reconhecer publicamente a dedicação, a coragem e o elevado sentido de missão dos bombeiros, dirigentes e trabalhadores da associação, que ao longo de quase cinco décadas têm desempenhado um papel fundamental na proteção e socorro das populações do concelho.

No texto aprovado, é destacado o papel estruturante da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Serpa no sistema de proteção civil, assegurando diariamente a resposta a incêndios, acidentes, emergências médicas e outras ocorrências, tanto no concelho como, sempre que solicitado pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, noutras regiões do país.

Os vereadores da CDU sublinham ainda que este reconhecimento assume particular importância num contexto em que as associações humanitárias e os corpos de bombeiros continuam a enfrentar desafios ao nível dos recursos humanos e financeiros. Consideram, por isso, que importa valorizar o trabalho de todos os que, com espírito de serviço público, garantem diariamente a segurança e o bem-estar das populações.

A aprovação unânime do Voto de Louvor representa, segundo os proponentes, um justo reconhecimento do papel desempenhado pela Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Serpa e de todos os seus elementos, que diariamente honram o lema “Vida por Vida”.

A CDU de Serpa aproveitou ainda a ocasião para felicitar a associação pelo seu 47.º aniversário, agradecendo aos bombeiros, dirigentes e trabalhadores o profissionalismo, a dedicação e o serviço prestado ao concelho.

Lusomorango apresenta plano ambiental para reforçar sustentabilidade dos pequenos frutos

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A Lusomorango apresentou, este domingo, em Odemira, o seu Plano de Gestão Ambiental 2026-2028, durante o VIII Colóquio Hortofrutícola, uma estratégia que pretende posicionar a organização como referência europeia na produção sustentável de pequenos frutos.

O plano prevê a monitorização da pegada de carbono, pegada hídrica e pegada ecológica das explorações agrícolas, bem como medidas para reduzir emissões, aumentar a eficiência no uso da água, promover a biodiversidade, reforçar a economia circular e criar um Índice de Sustentabilidade para acompanhar a evolução ambiental, social e económica dos produtores.

Na abertura do encontro, o presidente da Lusomorango, Loïc de Oliveira, defendeu que a agricultura portuguesa necessita de maior apoio público para responder às alterações climáticas, destacando a importância de investimentos em infraestruturas hídricas, simplificação administrativa e revisão dos seguros agrícolas.

O colóquio reuniu representantes do Governo, produtores, empresas e especialistas para debater temas como gestão da água, adaptação às alterações climáticas e competitividade. Nas mensagens enviadas por vídeo, os ministros da Agricultura e do Ambiente sublinharam o papel estratégico da fileira dos pequenos frutos para a economia nacional e defenderam a conciliação entre crescimento económico e sustentabilidade ambiental.

Organizado pela Lusomorango em parceria com a Universidade Católica Portuguesa, o Colóquio Hortofrutícola afirmou-se, na sua oitava edição, como um espaço de debate sobre os principais desafios e oportunidades da agricultura portuguesa.