O património arqueológico de Neves-Corvo estará em destaque esta sexta-feira, primeiro dia do festival Castro Mineiro, com uma conferência e uma exposição de fotografia dedicadas aos vestígios arqueológicos identificados neste território mineiro.
Às 15h00, o Museu da Lucerna recebe a conferência “Neves-Corvo: Tesouros Arqueológicos de um Território Mineiro”, que contará com a participação de Samuel Melro, Ricardo Vaz e Cidália Matos.
A sessão será dedicada aos testemunhos arqueológicos identificados no território de Neves-Corvo, com particular destaque para os vestígios da Idade do Ferro e do período Romano, incluindo sítios arqueológicos integrados na área industrial da mina.
Em declarações à Rádio Castrense, Cidália Matos explica que a iniciativa pretende fazer um balanço do trabalho arqueológico desenvolvido “na Faixa Piritosa/Corte Mineiro nos últimos 45 anos, com destaque para os sítios da Idade do Ferro e época romana integrados na área industrial da mina, destacando-se alguns aspetos únicos e singulares no âmbito da arqueologia peninsular” e salienta ainda a importância dos trabalhos de valorização e conservação realizados nos sítios arqueológicos.
A programação dedicada ao património prossegue às 18h30, com a inauguração da exposição de fotografia “Neves-Corvo: Tesouros Arqueológicos de um Território Mineiro”, que ficará patente no Parque da Liberdade durante os três dias do Festival.
O programa inclui também o convite à visita ao Museu da Lucerna, em Santa Bárbara dos Padrões, que alberga aquela que é apresentada como a maior coleção de lucernas romanas do mundo. A coleção reúne peças datadas dos séculos I a III d.C., descobertas em 1994 durante trabalhos arqueológicos na região.




















