A Lusomorango apresentou, este domingo, em Odemira, o seu Plano de Gestão Ambiental 2026-2028, durante o VIII Colóquio Hortofrutícola, uma estratégia que pretende posicionar a organização como referência europeia na produção sustentável de pequenos frutos.
O plano prevê a monitorização da pegada de carbono, pegada hídrica e pegada ecológica das explorações agrícolas, bem como medidas para reduzir emissões, aumentar a eficiência no uso da água, promover a biodiversidade, reforçar a economia circular e criar um Índice de Sustentabilidade para acompanhar a evolução ambiental, social e económica dos produtores.
Na abertura do encontro, o presidente da Lusomorango, Loïc de Oliveira, defendeu que a agricultura portuguesa necessita de maior apoio público para responder às alterações climáticas, destacando a importância de investimentos em infraestruturas hídricas, simplificação administrativa e revisão dos seguros agrícolas.
O colóquio reuniu representantes do Governo, produtores, empresas e especialistas para debater temas como gestão da água, adaptação às alterações climáticas e competitividade. Nas mensagens enviadas por vídeo, os ministros da Agricultura e do Ambiente sublinharam o papel estratégico da fileira dos pequenos frutos para a economia nacional e defenderam a conciliação entre crescimento económico e sustentabilidade ambiental.
Organizado pela Lusomorango em parceria com a Universidade Católica Portuguesa, o Colóquio Hortofrutícola afirmou-se, na sua oitava edição, como um espaço de debate sobre os principais desafios e oportunidades da agricultura portuguesa.



















