O projeto europeu DiadSea juntou durante três anos investigadores e entidades de Portugal, Espanha, França e Irlanda, sob a coordenação da Universidade de Évora/MARE. E os resultados finais foram apresentados na quinta-feira, 15 de outubro, numa sessão pública na Universidade de Évora.
A lampreia-marinha, o sável, a enguia-europeia e o salmão passam parte da vida nos rios e parte no mar, e os modelos estudados preveem que as espécies se expandam para norte e percam terreno nas áreas mais a sul.
A reorganização das comunidades é mais acentuada no cenário climático mais severo: perdas a sul, ganho e substituição de espécies a norte.





















