Os militares da GNR e os agentes da PSP mantêm a contestação às propostas do Governo para o setor e exigem revisões salariais mais profundas no âmbito do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).
Entre as principais reivindicações das estruturas representativas estão a atualização do estatuto remuneratório, a revisão dos suplementos e a valorização das carreiras profissionais.
Na perspetiva das associações socioprofissionais, as medidas apresentadas pelo Governo continuam a ficar “aquém do necessário”, não respondendo às perdas de poder de compra acumuladas nem às injustiças estruturais que afetam os profissionais das forças de segurança.
Luís Matos, delegado da APG – Associação dos Profissionais da Guarda, reforça a necessidade de alterações mais significativas, defendendo melhores condições remuneratórias e uma valorização efetiva dos militares da GNR.
A contestação mantém-se, assim, em torno das negociações do OE2027, com as estruturas representativas a exigirem respostas concretas às reivindicações dos profissionais da GNR e da PSP.



















