O presidente da Distrital de Beja do PSD, Gonçalo Valente, considera que a decisão de Liliana Cabecinha de suspender o mandato como vereadora da Câmara de Beja “deve ser encarada com normalidade e respeito pelo percurso pessoal da autarca”.
Numa posição divulgada após o anúncio da suspensão, o dirigente social-democrata afirma que “a decisão não constitui um problema para o projeto autárquico Beja Consegue“, defendendo que “alterações na composição de uma equipa política fazem parte do normal funcionamento de um mandato”.
Gonçalo Valente sublinha, contudo, a importância de manter o “respeito, lealdade institucional e sentido de compromisso”, colocando o interesse do município e o compromisso assumido perante os munícipes acima das diferenças pessoais ou políticas.
O presidente da Distrital de Beja rejeita também as interpretações e especulações que surgiram em torno da saída da vereadora, considerando que “decisões de natureza pessoal, profissional ou familiar podem levar a alterações nas responsabilidades políticas e devem ser respeitadas”.
O PSD de Beja “agradece a Liliana Cabecinha o trabalho desenvolvido durante o mandato” e destaca o seu “empenho no projeto autárquico”. Gonçalo Valente revela ainda que a autarca “continuará ligada ao partido, embora passe a desempenhar outras funções”.
João Brás da Silva assume novas funções
Com a suspensão do mandato de Liliana Cabecinha, João Brás da Silva passa a integrar o executivo municipal como vereador e vice-presidente da Câmara de Beja, deixando o cargo de chefe de gabinete do presidente Nuno Palma Ferro.
Para Gonçalo Valente, “a alteração não coloca em causa a continuidade do projeto Beja Consegue”. O dirigente social-democrata considera que “João Brás da Silva reúne condições para assumir as novas responsabilidades”, destacando o “conhecimento que tem do projeto e da realidade do município”.
A Distrital do PSD garante, por isso, encarar a mudança como um momento de “continuidade e renovação da equipa”, mantendo o compromisso assumido pela coligação com os munícipes de Beja.
Gonçalo Valente afirma que “o foco do executivo deverá continuar centrado no trabalho autárquico, na resolução dos problemas do concelho e na concretização do projeto apresentado aos eleitores”.





















