O Instituto Nacional de Estatística estima quebras de produtividade das pastagens e forragens, no Alentejo, entre 30% e 50% relativamente ao ano passado.
As previsões do INE relativas a 31 de maio indicam que “as elevadas disponibilidades hídricas acumuladas durante o inverno favoreceram o desenvolvimento inicial das pastagens e culturas forrageiras”.
Porém, as temperaturas elevadas posteriormente registadas “aceleraram o espigamento e a secagem do coberto vegetal, reduzindo a qualidade nutritiva das pastagens e limitando o potencial produtivo de algumas culturas forrageiras”.
O Presidente da ACOS – Agricultores do Sul, Rui Garrido, não está com meias palavras e diz que ao nível do sequeiro “vai ser uma ano agrícola para esquecer”.



















