No ano em que o Baixo Alentejo, com Beja como centro, assume o título de Cidade Europeia do Vinho 2026, começa a ganhar força um movimento que privilegia o regresso ao essencial, longe das rotas turísticas massificadas.
Em Mértola, no coração do território, o vinho e a paisagem estão a desenhar uma nova forma de viajar, mais autêntica e ligada à identidade local.
Um dos exemplos desta tendência é a Herdade Foz da Represa, que tem vindo a ganhar relevância ao posicionar-se como um contraponto ao turismo de massas, apostando numa experiência mais intimista e diferenciadora.
Segundo Nélson Soares, dinamizador da atividade vinícola, esta abordagem “permite valorizar o território e proporcionar aos visitantes um contacto mais próximo com a cultura e as tradições da região”.
A aposta em experiências vínicas ligadas à autenticidade e à sustentabilidade surge assim como uma das marcas do Baixo Alentejo neste ano simbólico, reforçando o seu papel enquanto destino de excelência para o enoturismo.























