O Agrupamento de Produtores Pecuários do Campo Branco, sediado em Castro Verde, manifestou preocupação face aos atrasos que se estão a verificar no pagamento das ajudas destinadas aos agricultores cujos efetivos foram seriamente afetados pela doença da língua azul.
Em declarações públicas, o presidente do agrupamento, António Lopes, denunciou a situação e lamentou a demora no processamento dos apoios, sublinhando que há produtores a atravessar grandes dificuldades financeiras na sequência do surto.
O responsável pede “maior celeridade na atribuição das ajudas”, recordando que a doença “assolou os rebanhos de ovelhas do Campo Branco, provocando perdas significativas e impacto direto na atividade pecuária da região”.
O agrupamento defende que “uma resposta rápida é fundamental para garantir a sustentabilidade das explorações afetadas e evitar o agravamento da situação económica dos produtores”.

















