O Parlamento aprovou quarta-feira, durante a votação na especialidade do Orçamento do Estado para 2026 duas propostas apresentadas pelo Partido Socialista que estabelecem a isenção de portagens na totalidade da autoestrada A25 (Costa da Prata e Beiras Litoral e Alta) e em troços da A6 e A2, no Alentejo.
Relativamente à A6 e A2, a isenção será mais direcionada, abrangendo apenas as pessoas com residência e as empresas com sede em determinadas “áreas de influência” das autoestradas, funcionando “através da utilização de dispositivo eletrónico associado à matrícula do veículo”.
A isenção aplica-se nos troços da A6 entre o nó A2/A6/A13 e Caia, e na A2 entre o nó A2/A6/A13 e Almodôvar.
Para o deputado do PS eleito por Beja, Pedro do Carmo, trata-se de uma decisão muito importante para o Baixo Alentejo, facto que o deixa orgulhoso porque foi o seu partido a apresentar esta proposta de isenção de portagens no país, nomeadamente no Alentejo.
Quanto ao deputado do PSD eleito por Beja, Gonçalo Valente critica o PS de se auto-intitular pai desta decisão parlamentar, e acusa o CHEGA de não ter qualquer sentido de responsabilidade e aprovará tudo o que seja popular, tudo o que dê votos.
Mas é em relação ao Partido Socialista que o deputado social democrata mais se insurge.
Quanto ao deputado do Chega, António Carneiro, não esconde a satisfação pelo seu partido ter votado ao lado do PS em nome dos “interesses do Baixo Alentejo”.















