Em comparação com o período homólogo de 2023, houve uma diminuição do número de mortos nas estradas do Baixo Alentejo (menos seis vítimas mortais), mas aumentaram os acidentes (+15), os feridos graves (+6) e os ligeiros (+6).
O relatório da ANSR adianta que no país o índice de gravidade diminuiu 8,3%, mas salienta que, “em comparação com 2023, houve em 2024 um aumento na circulação rodoviária, o que corresponde a um acréscimo no risco de acidentes”.
Sobre a natureza de acidente mais frequente foi a colisão, responsável por 41,3% das vítimas mortais.
Dos 182 mortos nas estradas portuguesas, até maio, 72,6% eram condutores, enquanto 15,1% eram peões e 12,3% passageiros.
As infrações baixaram 1,9% em relação a 2023. O excesso de velocidade foi a principal infração registada pelas autoridades.
A criminalidade rodoviária, medida no número total de detenções, diminuiu 41,2% em comparação com 2023: a condução sob o efeito do álcool e a falta de habilitação legal para conduzir foram as principais causas.
Até maio de 2024, cerca de 705 mil condutores perderam pontos na carta de condução.



















