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COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE

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Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.

“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.

O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.

Declarações de David Marques

Leia também: https://radiocastrense.pt/beja-incentiva-ao-consumo-no-comercio-local-do-concelho/

Preço das casas dispara em Beja, Castro Verde e Almodôvar: subidas superiores a 20% num ano

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O preço das casas continua a aumentar no Baixo Alentejo, com destaque para os concelhos de Beja, Castro Verde e Almodôvar, onde o valor mediano por metro quadrado ultrapassa já os mil euros. Em Castro Verde e Almodôvar, a subida anual supera os 37%, enquanto em Beja o preço de uma habitação de 100 metros quadrados chega aos 127.700 euros.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou, a 23 de outubro de 2026, os dados relativos aos preços das casas por concelho, referentes aos 12 meses até junho de 2026. Segundo os dados divulgados pelo INE e compilados pelo portal Rua de Cima, o preço mediano das casas vendidas no Baixo Alentejo atingiu os 945 euros por metro quadrado, uma subida de 21% face ao ano anterior.

Beja lidera nos preços, com 1.277 euros por metro quadrado, uma valorização de 20,8%. Uma casa com 100 metros quadrados custa agora, em termos medianos, 127.700 euros, mais 22 mil euros do que há um ano. No concelho foram vendidas 676 habitações durante o período analisado.

Em Castro Verde, o preço mediano chegou aos 1.171 euros por metro quadrado, depois de uma subida de 37,1% num ano. Este é o segundo valor mais elevado entre os 12 concelhos do Baixo Alentejo com dados disponíveis. No período em análise, foram vendidas 103 habitações.

Já em Almodôvar, o preço atingiu os 1.077 euros por metro quadrado, com uma subida de 37,2%. É a primeira vez que o valor mediano neste concelho ultrapassa a barreira dos mil euros. Foram vendidas 108 habitações nos 12 meses em análise.

Moura regista a maior subida anual

Entre os restantes concelhos do Baixo Alentejo, Moura destaca-se pelo maior aumento percentual dos preços: 38,4%, para 814 euros por metro quadrado. Seguem-se Aljustrel, com uma subida de 32,4%, para 919 euros, e Vidigueira, onde os preços aumentaram 30,9%, fixando-se nos 800 euros por metro quadrado.

Em Ourique, o valor mediano chegou aos 993 euros por metro quadrado, mais 26,3% do que no período homólogo.

Ferreira do Alentejo registou uma subida de 12,1%, para 785 euros por metro quadrado, enquanto em Mértola o preço aumentou 13,6%, para 703 euros.

Em Serpa, a valorização foi mais moderada, de 2,2%, com o preço mediano também nos 703 euros por metro quadrado. Em Cuba, o valor chegou aos 689 euros, depois de uma subida de 7,7%.

Alvito foi o único concelho onde os preços desceram, com uma redução de 5,6%, para 925 euros por metro quadrado.

Barrancos não dispõe de dados para este indicador.

Baixo Alentejo continua abaixo da média nacional

No conjunto do Baixo Alentejo, foram vendidas 2.362 habitações nos 12 meses até junho de 2026, mais 3,2% do que no período anterior. Uma casa de 100 metros quadrados custa, em termos medianos, 94.500 euros, mais 16.400 euros do que há um ano.

Apesar da subida expressiva, a região continua entre as sub-regiões com habitação mais acessível, ocupando a sexta posição entre as 26 sub-regiões com os preços medianos mais baixos.

A nível nacional, o preço mediano atingiu os 2.264 euros por metro quadrado, com um aumento anual de 17,7%.

A evolução desde 2019 também evidencia a valorização da habitação no território. Em cinco dos 11 concelhos com dados disponíveis para comparação, os preços mais do que duplicaram. Mértola apresenta a maior subida acumulada, passando de 258 euros por metro quadrado em 2019 para 703 euros em junho de 2026.

Os dados são do INE, através do indicador 0012234, relativo ao preço mediano por metro quadrado das habitações vendidas nos 12 meses até junho de 2026, compilados pelo portal Rua de Cima.

Fonte: ruadecima.pt, com dados do INE (preço mediano por m² das casas vendidas nos 12 meses até junho de 2026, indicador 0012234).

“Foi a maior Feira da Caça alguma vez realizada em Mértola” afirma Mário Tomé

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A XVII edição da Feira da Caça de Mértola terminou ontem, depois de três dias dedicados à promoção do setor cinegético, com diversas atividades lúdicas e iniciativas de divulgação e comercialização dos produtos do concelho.

O certame decorreu este ano no Parque Desportivo e de Lazer Municipal, reunindo um conjunto de propostas que foram além da temática da caça, com o objetivo de valorizar também os recursos, os produtos e as potencialidades do concelho de Mértola.

Para o presidente da Câmara Municipal, Mário Tomé, esta foi a “maior feira da caça” alguma vez realizada no concelho.

Apesar de a caça continuar a ser o principal destaque do evento, o autarca sublinha a diversidade de atividades que contribuíram para tornar esta edição única.

Ao longo de três dias, a Feira da Caça voltou, assim, a afirmar-se como um espaço de promoção do setor cinegético e de valorização da economia local, dando destaque aos produtos e às tradições de Mértola.

GNR apreende combustível e armas de guerra em operação contra o narcotráfico com intervenção no Baixo Alentejo

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou várias operações de norte a sul do país para combater redes organizadas de narcotráfico marítimo, que resultaram na detenção de um homem, na constituição de outro como arguido e na interceção de um menor de 15 anos. Foram ainda apreendidas duas espingardas de assalto Kalashnikov, nove viaturas e cerca de 10 mil litros de combustível.

No Baixo Alentejo, a operação envolveu patrulhas dos comandos territoriais de Beja e Faro, no âmbito de uma ação desencadeada após um alerta do Centro de Cooperação Policial e Aduaneira de Castro Marim/Ayamonte, na fronteira entre Portugal e Espanha.

O alerta dava conta da entrada de uma embarcação de alta velocidade no rio Guadiana, levando à mobilização de meios marítimos, terrestres e aéreos da GNR, incluindo equipas com drones.

A intervenção policial coordenada com a Guardia Civil espanhola levou à apreensão de 57 fardos de haxixe pelas autoridades espanholas. A GNR colaborou na recolha de 20 fardos que foram lançados à água durante a navegação da embarcação.

Operações de norte a sul do país

A ação decorreu em quatro frentes distintas, desde Esposende até ao Algarve, com o objetivo de impedir a instalação de pontos de apoio logístico ao narcotráfico marítimo.

Em Fonte Boa, no concelho de Esposende, a GNR deteve um homem de 41 anos e apreendeu seis viaturas, uma embarcação com dois motores, cerca de 1.500 litros de combustível e duas espingardas de assalto Kalashnikov municiadas. Pelo menos três suspeitos fugiram a pé, tendo sido mobilizados drones para auxiliar as buscas.

Na área de serviço de Aveiras, na autoestrada A1, foi intercetada uma viatura que transportava combustível em cerca de 100 jerricans. Um cidadão espanhol, de 35 anos, foi constituído arguido. No seguimento das diligências, foi localizada uma segunda viatura abandonada na zona da Vala do Carregado. No total, foram apreendidas duas viaturas e cerca de 4.750 litros de combustível.

Já em Sagres, no Porto de Pesca da Baleeira, uma intervenção realizada na madrugada de 22 de outubro permitiu intercetar um indivíduo e apreender uma viatura de mercadorias e aproximadamente 3.750 litros de combustível, distribuídos por 150 jerricans. A operação impediu o abastecimento de uma embarcação de alta velocidade.

Quase 10 mil litros de combustível apreendidos

No balanço global das quatro operações, a GNR destaca a apreensão de cerca de 10 mil litros de combustível, distribuídos por 420 jerricans, destinados ao abastecimento de embarcações de alta velocidade utilizadas no apoio logístico ao narcotráfico.

Foram igualmente apreendidas nove viaturas, uma embarcação, dois motores marítimos, duas armas de guerra e diversos telemóveis e equipamentos relacionados com a navegação.

A GNR sublinha que estas ações resultaram da articulação entre as unidades territoriais, a Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras e a Unidade de Emergência de Proteção e Socorro, conjugando vigilância marítima, terrestre e aérea.

A operação procurou travar as estruturas logísticas que permitem às redes de narcotráfico operar ao longo da costa portuguesa, incluindo na zona do Guadiana, no Baixo Alentejo e no Algarve.

“A falta de bombeiros é uma realidade preocupante” afirma António Brito

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O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Castro Verde alerta para a falta de efetivos na corporação, considerando que este é um problema e uma “dor de cabeça enorme”.

Em declarações à Rádio Castrense, António Brito admite que, desde que assumiu funções, foram integrados alguns bombeiros, mas reconhece que o número continua a ser insuficiente para responder às necessidades da população.

Segundo o responsável, o número de serviços prestados pela corporação tem vindo a aumentar mês após mês, o que exige também um reforço do número de bombeiros disponíveis.

António Brito sublinha que o crescimento da atividade operacional coloca novos desafios à corporação, que precisa de mais efetivos para garantir uma resposta adequada às solicitações dos cidadãos.

A falta de bombeiros continua, assim, a ser uma das principais preocupações da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Castro Verde, numa altura em que a procura pelos serviços da corporação não para de crescer.

GNR deteve 555 pessoas numa semana e registou mais de 8.500 infrações rodoviárias

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve 555 pessoas em flagrante delito e detetou 8.571 infrações rodoviárias durante um conjunto de operações realizadas em todo o território nacional, entre os dias 16 e 22 de outubro.

De acordo com os dados operacionais provisórios divulgados pela GNR, as ações tiveram como objetivo prevenir e combater a criminalidade e a sinistralidade rodoviária, bem como fiscalizar diversas infrações.

Entre as detenções, destacam-se 184 por condução sob o efeito do álcool, 108 por condução sem habilitação legal e 45 por tráfico de estupefacientes. Foram ainda detidas 42 pessoas por furto e roubo, 13 por posse ilegal de armas ou armas proibidas, dez por incêndio florestal e oito por violência doméstica.

Mais de 6.400 doses de haxixe apreendidas

No âmbito destas operações, a GNR apreendeu mais de 6.400 doses de haxixe, 444,6 doses de cocaína, 412,464 doses de liamba, 270,5 doses de heroína e 123,9 doses de MDMA. Foram também apreendidos dois pés de canábis.

As autoridades apreenderam ainda 26 armas de fogo, sete armas brancas ou proibidas e 1.308 munições. A lista inclui igualmente 53 viaturas, sete embarcações e 21.007,33 euros em numerário.

Excesso de velocidade lidera infrações rodoviárias

Na fiscalização rodoviária, foram detetadas 8.571 infrações. O excesso de velocidade foi a infração mais frequente, com 2.489 casos registados.

Seguem-se 908 infrações por falta de inspeção periódica obrigatória e 447 relacionadas com tacógrafos. Foram também identificadas 402 situações de anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização e 336 casos de falta de seguro de responsabilidade civil.

Durante o mesmo período, a GNR registou 271 infrações por condução com uma taxa de álcool no sangue superior à legalmente permitida e 235 por utilização indevida do telemóvel durante a condução.

A fiscalização identificou ainda 204 infrações por falta ou utilização incorreta do cinto de segurança e/ou de sistemas de retenção para crianças.

A GNR mantém, assim, as ações de fiscalização e prevenção em todo o território nacional, com o objetivo de reforçar a segurança pública e rodoviária.

Travessia da Planície juntou mais de 180 participantes entre São Marcos da Ataboeira e Entradas

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A 8.ª edição da Travessia da Planície reuniu mais de 180 participantes no sábado, 24 de outubro, numa iniciativa que aliou o desporto, o convívio e a descoberta das paisagens da Reserva da Biosfera de Castro Verde.

O evento ligou as localidades de São Marcos da Ataboeira e Entradas, proporcionando uma tarde de atividade física e contacto com a natureza, pelos caminhos da planície alentejana.

Os participantes puderam escolher entre uma corrida de 11 quilómetros e caminhadas de 7 e 11 quilómetros, num ambiente marcado pela boa disposição e pelo espírito de partilha.

Para além da vertente desportiva, a Travessia da Planície voltou a destacar-se como uma iniciativa de valorização do território, incentivando estilos de vida saudáveis e promovendo o património natural de Castro Verde.

A organização esteve a cargo da Câmara Municipal de Castro Verde, com a colaboração das Juntas de Freguesia de São Marcos da Ataboeira e de Entradas e da Associação de Atletismo de Beja.

Com mais de 180 participantes, a iniciativa voltou a afirmar-se como uma oportunidade para dar a conhecer a riqueza paisagística da região e reforçar a ligação da comunidade ao território.

STAL considera que Orçamento do Estado para 2027 “não augura nada de bom”

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O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) considera que a proposta do Orçamento do Estado para 2027, apresentada pelo Governo, é insuficiente para corrigir as desigualdades que afetam a vida dos portugueses.

Em declarações à Rádio Castrense, a presidente do STAL, Cristina Torres, manifesta preocupação com as perspetivas para o próximo ano e defende a necessidade de uma mudança de rumo político no país.

A dirigente sindical não tem dúvidas de que 2027 será um ano determinante para Portugal, considerando que esse desafio está nas mãos dos trabalhadores.

Cristina Torres critica as medidas previstas na proposta orçamental e deixa um alerta quanto às consequências para os portugueses, afirmando que o Orçamento do Estado para 2027 “não augura nada de bom”.

O STAL considera, assim, que a proposta apresentada pelo Governo fica aquém do necessário para combater as assimetrias sociais e económicas e melhorar as condições de vida dos trabalhadores e da população em geral.