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COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE

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Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.

“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.

O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.

Declarações de David Marques

Leia também: https://radiocastrense.pt/beja-incentiva-ao-consumo-no-comercio-local-do-concelho/

Aljustrel assinala 100 anos do Grupo Coral dos Mineiros com percurso sonoro digital

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A Câmara Municipal de Aljustrel criou o percurso sonoro digital “10 Décadas, 10 Modas”, uma iniciativa que pretende celebrar os 100 anos do Grupo Coral dos Mineiros de Aljustrel através da tradição do cante e das novas tecnologias.

O percurso será apresentado ao público na abertura do Festicante, pelas 17h00, e poderá ser escutado no Jardim 25 de Abril. Após a realização do evento, a instalação permanecerá disponível naquele espaço.

A experiência pode ser acedida através de um telemóvel ou outro dispositivo eletrónico, mediante a leitura de vários QR Codes, colocados em diferentes zonas de estadia do jardim.

Ao longo do percurso, os visitantes são convidados a fazer uma viagem pela identidade mineira de Aljustrel através da audição de 10 modas, interpretadas pelas vozes de homens de diferentes gerações que integram ou integraram o Grupo Coral dos Mineiros de Aljustrel.

A iniciativa pretende homenagear uma comunidade profundamente ligada ao cante alentejano e, em particular, ao cante associado à atividade mineira. As vozes e as modas recuperadas para este projeto procuram preservar memórias e testemunhos de uma tradição que atravessa gerações.

Enquanto percorre o Jardim 25 de Abril, o visitante poderá escutar diferentes vozes, descobrir histórias e contactar com um património imaterial que faz parte da identidade local.

Segundo a Câmara Municipal, o projeto procura estabelecer uma ponte entre passado, presente e futuro, utilizando ferramentas digitais para aproximar o público de uma tradição enraizada na história e na cultura de Aljustrel.

O percurso “10 Décadas, 10 Modas” surge, assim, como uma forma de assinalar o centenário do Grupo Coral dos Mineiros de Aljustrel, preservando através do som algumas das memórias de uma comunidade marcada pela mina e pelo cante.

Fotografia: Arquivo Municipal / Grupo Coral dos Mineiros de Aljustrel — 1980 / Município de Aljustrel

ZERO pede aposta na eólica offshore no novo cais de Sines

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A associação ambientalista ZERO considera que o projeto do Novo Cais de Carga Geral do Porto de Sines pode assumir um papel relevante na transição energética e no desenvolvimento de uma cadeia industrial associada à eólica offshore em Portugal.

Promovido pela Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS), o projeto representa um investimento superior a 90 milhões de euros e encontra-se em consulta pública no âmbito do respetivo Estudo de Impacte Ambiental.

Num parecer apresentado durante este processo, a ZERO alerta, contudo, que a utilização futura do terminal ainda não está suficientemente definida.

As características previstas para o novo cais, nomeadamente a capacidade de carga, as áreas de terrapleno e a ligação ferroviária, conferem-lhe condições para apoiar o desenvolvimento da indústria eólica offshore.

A ZERO defende, por isso, que o terminal seja orientado para atividades de maior valor acrescentado, como a montagem, manutenção e reparação de equipamentos, bem como para serviços de logística especializada. O objetivo seria contribuir para a criação de uma cadeia industrial em Portugal ligada à produção de energia eólica no mar.

A ZERO entende, assim, que a definição clara da vocação futura do terminal será determinante para garantir que o investimento público e privado associado ao novo cais de Sines contribua não apenas para a movimentação de cargas, mas também para a criação de capacidade industrial e tecnológica ligada à transição energética, como afirma Carolina Silva da associação, em declarações à Rádio Castrense.

Segundo a associação, estas medidas permitiriam reduzir progressivamente a utilização de combustíveis fósseis nas operações portuárias e aumentar o contributo do novo cais para os objetivos de descarbonização.

“O CANTE VAI À ESCOLA!” LEVA PATRIMÓNIO ALENTEJANO A 1.400 ALUNOS DO CONCELHO DE BEJA

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A Associação Rouxinóis do Alentejo e o Município de Beja uniram esforços para lançar o projeto “O Cante Vai à Escola!”, uma iniciativa que vai levar a tradição do Cante Alentejano às salas de aula de cerca de 1.400 alunos do 1.º Ciclo do ensino básico de todo o concelho.

A ação prevê sessões semanais dinamizadas por cantadores e cantadeiras de vários grupos corais das freguesias locais. O objetivo principal passa por proporcionar às crianças um contacto direto e regular com esta expressão cultural reconhecida pela UNESCO, assegurando a sua aprendizagem, preservação e transmissão às gerações mais jovens.

Além do impacto pedagógico, a iniciativa reforça a coesão territorial e o vínculo intergeracional ao aproximar a comunidade escolar dos guardiões da memória cultural do Alentejo. Com este projeto, as duas entidades reafirmam o compromisso de manter viva a tradição, garantindo que o Cante continue a ser escutado e cantado pelas crianças da região.