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COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE

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Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.

“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.

O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.

Declarações de David Marques

Leia também: https://radiocastrense.pt/beja-incentiva-ao-consumo-no-comercio-local-do-concelho/

Festival Castro Mineiro começa “é um grande momento de grande convivência histórica e cultural” afirma António José Brito

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O Parque da Liberdade, em Castro Verde, recebe, a partir de hoje e até domingo, a 5.ª edição do Festival Castro Mineiro, evento que celebra a cultura, a história e a identidade mineira do concelho. A sessão inaugural está marcada para as 18h00 e contará com a presença da ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.

Ao longo de três dias, o festival propõe um programa dedicado à valorização do património mineiro e à promoção da sub-região do Campo Branco, com iniciativas que cruzam tradição, cultura e gastronomia.

Entre os destaques estão as visitas às minas, os cantares alentejanos, as tasquinhas e as provas de vinhos, num convite à descoberta do território e das suas tradições.

Para António José Brito, presidente da Câmara Municipal de Castro Verde, o Festival Castro Mineiro constitui “um grande momento de convivência histórica e cultural”, reforçando a importância da iniciativa na valorização da identidade e do património local.

A cultura, a música e a identidade mineiras voltam a estar em destaque na 5.ª edição do Festival Castro Mineiro, que decorre dias 4 a 6 de setembro, no Parque da Liberdade, em Castro Verde.

Ao longo de três dias, o Festival volta a afirmar-se como um espaço de celebração da forte ligação histórica do concelho à atividade mineira, reunindo concertos, conferências, exposições, cante alentejano, provas de vinhos, tasquinhas e outras iniciativas que valorizam o património, a cultura e as tradições de um território profundamente marcado pela mineração.

O cartaz musical deste ano conta com Sonido Andaluz (4 de setembro), Soraia Ramos (5 de setembro) e Celina da Piedade (6 de setembro), três espetáculos que prometem atrair diferentes públicos e proporcionar noites de grande animação no Parque da Liberdade.

Mais do que um festival de música, o Festival Castro Mineiro pretende dar a conhecer a realidade de um concelho cuja identidade foi moldada pela atividade mineira, promovendo o encontro entre cultura, património, inovação e comunidade. A iniciativa valoriza a história e o presente de um território onde se localiza uma das mais importantes explorações mineiras da Europa, destacando o papel que esta atividade continua a desempenhar no desenvolvimento económico e social de Castro Verde e do Campo Branco.

Com entrada livre, o evento convida residentes e visitantes a desfrutar de uma programação diversificada, pensada para todas as idades, num ambiente de partilha, convívio e valorização da identidade local.

O V Festival Castro Mineiro é organizado pelo Município de Castro Verde, em parceria com a Boliden Somincor. 

Ministra do Ambiente e Energia inaugura esta tarde o Festival Castro Mineiro

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A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, vai participar na sessão oficial de abertura do V Festival Castro Mineiro, que decorre a partir de hoje e até domingo no Parque da Liberdade, em Castro Verde.

A governante será recebida pelo presidente da Câmara Municipal de Castro Verde, António José Brito, estando a sessão de abertura agendada para as 18h00 desta sexta-feira.

A presença da ministra assinala o início de três dias dedicados à valorização da identidade mineira de Castro Verde, do património, da cultura e dos produtos locais. O programa pretende cruzar a memória e a atividade mineira com as manifestações culturais e o envolvimento da comunidade.

As atividades começam ainda durante a tarde de sexta-feira. Às 15h00, o Museu da Lucerna recebe a conferência “Neves-Corvo: Tesouros Arqueológicos de um Território Mineiro”, com intervenções de Samuel Melro, Ricardo Vaz e Cidália Matos.

Mais tarde, às 18h30, será inaugurada a exposição de fotografia com o mesmo título.

O primeiro dia do festival inclui também uma prova de vinhos da Herdade das Fontes Bárbaras e o espetáculo “Cantares de Terras Mineiras”, que reúne os grupos corais Guadiana de Mértola e Os Cardadores da Sete.

A animação musical prossegue com os concertos de Linhas Cruzadas e Sonido Andaluz, terminando a noite com um DJ set.

O V Festival Castro Mineiro é organizado pelo Município de Castro Verde, em parceria com a Boliden – Somincor, e tem entrada livre.

Festa do Avante começa esta sexta feira no Seixal

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É já hoje que arranca mais uma edição da Festa do Avante, na Quinta da Atalaia, no Seixal, que decorre até domingo.

A Direção da Organização Regional de Beja (DORBE) do PCP volta a marcar presença no evento, numa edição que assume particular importância por assinalar os 50 anos da Festa do Avante.

O comunista Miguel Violante destaca o significado histórico desta edição, considerando a Festa do Avante como a maior festa política, cultural e cidadã do país.

PCP considera abertura das variantes de Beringel e Figueira de Cavaleiros um avanço, mas diz que IP8 continua longe de estar concretizado

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O PCP considera que a abertura ao tráfego das variantes de Beringel e Figueira de Cavaleiros constitui um avanço para as populações e para a região, mas alerta que a concretização do IP8 entre Sines e Vila Verde de Ficalho continua longe de ser uma realidade.

Num comunicado divulgado pelo Executivo da Direção da Organização Regional de Beja (DORBE) do PCP, o partido recorda que a construção do IP8, com perfil de autoestrada sem portagens, é uma reivindicação antiga das populações do Baixo Alentejo.

Os comunistas lembram que, em 2007, o então Governo anunciou em Beja o lançamento do concurso para a concessão do Baixo Alentejo, que previa a construção do IP8 entre Sines e Beja. Em 2010, avançou a construção de alguns troços da denominada A26, cuja abertura ao tráfego estava prevista para 2012.

O processo acabaria por ser suspenso pelo Governo PSD/CDS, que alterou o âmbito da concessão. Posteriormente, foi construído o troço entre a A2 e a Malhada Velha, aberto ao trânsito em junho de 2020.

Agora, 19 anos depois do anúncio do concurso de concessão e seis anos após a abertura da ligação à A2, são inaugurados dois novos troços de quatro vias, correspondentes às variantes de Beringel e Figueira de Cavaleiros.

Para o PCP, apesar de estas obras beneficiarem as populações e representarem uma melhoria das acessibilidades, a dimensão das intervenções fica aquém daquilo que considera necessário para concretizar um verdadeiro Itinerário Principal entre Sines e Vila Verde de Ficalho.

O partido considera ainda que as intervenções de beneficiação previstas para outros troços não podem ser equiparadas à construção de um verdadeiro IP8, defendendo que a manutenção e melhoria das estradas existentes deve constituir uma obrigação permanente das Infraestruturas de Portugal.

No comunicado, a DORBE do PCP responsabiliza sucessivamente os governos do PS e do PSD/CDS pelo atraso na concretização da infraestrutura e critica o que classifica como “manobras de propaganda” em torno de uma reivindicação antiga da população.

Os comunistas apelam, por isso, à população da região e a todos os que defendem melhores acessibilidades para que mantenham a mobilização pela concretização do IP8.

O PCP garante que continuará a intervir, através dos meios ao seu dispor, na defesa desta reivindicação, que considera essencial para melhorar a qualidade de vida das populações e promover o desenvolvimento económico e social do Baixo Alentejo.

Conferência em Beja debate impacto do trauma na capacidade de decisão das pessoas sem-abrigo

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A Cáritas Diocesana de Beja promove, no dia 23 de setembro, a III Conferência “Trauma, Sobrevivência & Decisão”, dedicada à forma como o trauma pode condicionar a capacidade de escolha das pessoas em situação de sem-abrigo.

A iniciativa, integrada no projeto “Estou Tão Perto Que Não Me Vês”, realiza-se a partir das 9h30, no Auditório II da Escola Superior de Educação da Universidade Politécnica de Beja, e é aberta à comunidade, mediante inscrição.

Com o mote “Compreender a incapacidade de escolha em pessoas em situação de sem-abrigo”, a conferência pretende promover uma reflexão sobre os efeitos do trauma nas decisões e comportamentos de quem vive em contextos de grande vulnerabilidade, questionando os atuais modelos de intervenção social e procurando respostas mais humanas e eficazes.

O programa reúne técnicos, instituições e entidades que trabalham diretamente com esta população e está organizado em quatro painéis.

Durante a manhã, o primeiro painel, “Do Chão à Capacitação: a arte como resposta ao trauma”, apresenta o vídeo institucional do projeto “Estou Tão Perto Que Não Me Vês” e conta com a participação do Chão Nosso e da Chamadarte, que realizará também uma performance.

Segue-se o painel “Corpos Periféricos, Trajetórias Andarilhas”, dedicado à redução de danos, ao trauma e à importância do tempo no acompanhamento de pessoas em situação de sem-abrigo. Entre os participantes estará Marta Borges, diretora do Núcleo de Emergência Social do Instituto da Segurança Social.

Durante a tarde, a conferência prossegue com uma mesa-redonda sobre “Respostas de proximidade: saúde, dependências e segurança”, centrada na gestão de crises na rua e que reunirá representantes do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental da ULS do Baixo Alentejo, da área das dependências e da PSP de Beja.

O último painel, “Do sistema que pune às soluções de futuro: políticas e estratégias”, junta representantes da ENIPSSA, do NPISA Beja, do Instituto da Segurança Social e da Universidade Politécnica de Beja.

A sessão de encerramento estará a cargo de Teresa Tavares de Almeida, presidente da Cáritas Diocesana de Beja.

A III Conferência “Trauma, Sobrevivência & Decisão” pretende contribuir para uma maior compreensão das realidades vividas pelas pessoas em situação de sem-abrigo e para a construção de respostas sociais assentes na proximidade, na dignidade e na compreensão dos efeitos do trauma.

As inscrições estão abertas à comunidade e podem ser efetuadas através do formulário disponibilizado pela Cáritas Diocesana de Beja.

GNR deteve mais de 8.400 condutores alcoolizados até julho

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Entre 1 de janeiro e 31 de julho, a Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 8.438 detenções por condução com uma taxa de alcoolemia considerada crime, correspondentes a 8.856 crimes rodoviários.

Em média, a GNR deteve cerca de 280 condutores por semana nestas circunstâncias. Considerando que cada condutor detido fica impedido de conduzir durante, pelo menos, 12 horas, a operação representa mais de 101 mil horas de afastamento das estradas de condutores sob o efeito do álcool.

Em Portugal, a condução com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,20 g/l constitui crime rodoviário, podendo ser punida com pena de prisão até um ano ou multa até 120 dias, além da inibição do direito de conduzir.

A diferença entre o número de detenções e o total de crimes registados explica-se pelos casos em que é necessária uma colheita de sangue em ambiente hospitalar para determinar a taxa de alcoolemia. Nestas situações, o resultado laboratorial é conhecido posteriormente, podendo levar à constituição de arguido.

Condutores entre os 51 e os 64 anos lideram

Os dados da GNR mostram que a condução sob influência do álcool não é um problema exclusivo dos condutores mais jovens. A maior incidência verifica-se entre a população adulta, sobretudo entre os 31 e os 64 anos.

A faixa etária dos 51 aos 64 anos representa o maior número de detenções, com 2.450 casos, seguindo-se os condutores entre os 41 e os 50 anos, com 2.167 detenções.

Entre os 31 e os 40 anos foram registadas 1.850 detenções, enquanto a faixa dos 25 aos 30 anos contabilizou 1.266 casos.

Madrugada e fins de semana concentram maior risco

O padrão das ocorrências evidencia também uma maior concentração das infrações durante os sábados e domingos, sobretudo no período entre a meia-noite e as 06h00.

A GNR associa este período, em muitos casos, a deslocações relacionadas com contextos de lazer e diversão noturna, reforçando a importância de planear antecipadamente o regresso a casa quando existe consumo de bebidas alcoólicas.

A nível territorial, os distritos do Porto, Setúbal, Aveiro e Faro apresentam os maiores volumes de crimes e detenções, acompanhando zonas caracterizadas por elevada circulação rodoviária e maior concentração urbana e turística.

GNR apela a comportamentos responsáveis

A Guarda Nacional Republicana alerta para os riscos associados ao consumo de álcool antes da condução, uma vez que este reduz o tempo de reação, limita o campo visual e prejudica a capacidade de decisão.

A recomendação é simples: quem consumir bebidas alcoólicas não deve conduzir.

A GNR aconselha, por isso, a utilização de transportes públicos, táxis ou transportes partilhados, bem como a escolha antecipada de um condutor designado que se comprometa a não consumir álcool.

“Uma decisão consciente ao volante evita tragédias e salva vidas”, sublinha a GNR, apelando à responsabilidade individual e coletiva de todos os utilizadores das estradas.

Marcelo Guerreiro diz que o governo tem que resolver “de imediato” o problema dos médicos tarefeiros

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O presidente da câmara de Ourique, revelou à rádio Castrense que no seu concelho não faltam infraestruturas para propiciar bons cuidados de saúde à população, e dá o exemplo do novo Centro de Saúde e das extensões de Saúde de Panóias e Garvão, mas refere que cabe ao governo contribuir para que não faltem médicos.

Marcelo Guerreiro sai em defesa dos médicos tarefeiros, e diz que o ministério da Saúde tem que resolver o problema que lhes causou, sob pena de por em risco a assistência médica às populações.

Repsol recebe licença para novas fábricas do Projeto Alba em Sines

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A Repsol recebeu o Título Digital de Exploração para as duas novas unidades industriais do Projeto Alba, no Complexo Industrial de Sines. A entrega da licença, assinalada esta quarta-feira, 2 de setembro, representa um passo decisivo para a entrada em operação das novas fábricas de polipropileno e polietileno linear.

A cerimónia contou com a presença do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, do presidente da CCDR Alentejo, Ricardo Pinheiro, do presidente da Câmara Municipal de Sines, Álvaro Beijinha, e de representantes da Repsol e de entidades regionais e nacionais ligadas ao desenvolvimento económico e industrial.

Reconhecido como Projeto de Potencial Interesse Nacional (PIN), o Projeto Alba representa um investimento de cerca de 820 milhões de euros, sendo apontado pela empresa como o maior investimento industrial realizado em Portugal nos últimos dez anos.

As duas novas unidades terão uma capacidade de produção de 300 mil toneladas por ano cada, totalizando 600 mil toneladas de polipropileno e polietileno linear. Grande parte da produção terá como destino os mercados internacionais, reforçando a capacidade exportadora da indústria portuguesa.

Segundo Salvador Ruiz, diretor da Repsol Polímeros, a atribuição do título de exploração “representa um momento determinante para o Projeto Alba e para o futuro do Complexo Industrial de Sines”, permitindo reforçar a capacidade produtiva e incorporar tecnologias mais eficientes.

O ministro da Economia e da Coesão Territorial considera que o projeto demonstra como a transição energética e a incorporação de tecnologias limpas podem ser articuladas com a reindustrialização e a descarbonização. Manuel Castro Almeida sublinha ainda a importância de transformar a produção de energia limpa em “valor industrial, em exportações, em emprego qualificado”.

Investimento cria centenas de postos de trabalho

Durante a fase de construção, o Projeto Alba chegou a envolver cerca de 1.300 trabalhadores nos períodos de maior atividade. Para a fase de operação, estão previstos 100 postos de trabalho diretos e cerca de 300 indiretos.

Além das duas novas fábricas, o projeto inclui uma nova plataforma logística para expedição dos produtos por via rodoviária e ferroviária, novas infraestruturas de armazenagem e segurança industrial, uma subestação elétrica de 150/30 kV e novos equipamentos destinados a aumentar a eficiência energética do complexo.

A componente ambiental inclui ainda a produção de energia fotovoltaica para autoconsumo, a eletrificação de equipamentos industriais e um eletrolisador de 4 MW destinado à produção de hidrogénio renovável.

Hidrogénio renovável produzido em Sines

O projeto H2Alba, associado à estratégia de descarbonização do Complexo Industrial de Sines, recebeu também recentemente autorização para entrar em funcionamento. Com um investimento de cerca de 15 milhões de euros, o eletrolisador terá capacidade para produzir aproximadamente 600 toneladas de hidrogénio renovável por ano.

O hidrogénio será utilizado integralmente em autoconsumo nas operações da Repsol em Sines, com uma redução estimada de cerca de 6.000 toneladas de dióxido de carbono por ano.

A entrada em funcionamento do eletrolisador está prevista para os próximos meses, em articulação com o arranque das novas unidades de polietileno linear e polipropileno do Projeto Alba.

Para Ricardo Pinheiro, presidente da CCDR Alentejo, o investimento contribui para reforçar a soberania industrial europeia e a competitividade da produção, considerando que o Alentejo assume atualmente uma posição de destaque na Europa na produção de polipropileno.

Com a concretização do Projeto Alba, a Repsol pretende reforçar o Complexo Industrial de Sines como um polo industrial de referência europeia, aumentando a capacidade produtiva e exportadora e apostando simultaneamente em tecnologias de menor intensidade carbónica.

A Associação ZERO considera que o projeto da nova mina em Aljustrel “não reúne condições para ser aprovado”

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A ZERO considera que o projeto da nova mina subterrânea do Gavião, em Aljustrel, cujo estudo de impacte ambiental esteve em consulta pública até à passada segunda-feira, 31 de agosto e relativamente ao qual a ZERO apresentou um parecer, “não reúne condições para ser aprovado”.

A empresa ALMINA pretende investir cerca de 250 milhões de euros na extração de 1,5 milhões de toneladas de minério por ano, utilizando a lavaria e outras instalações da atual mina de Aljustrel, para depois exportar por camião cerca de 85 mil toneladas anuais de concentrados de cobre e zinco através dos portos de Setúbal e de Huelva.

“Este é o modelo de uma espécie de ‘colónia mineira’: extrair cá, transformar fora” que o ambientalista da ZERO, Ricardo Filipe, diz ser altamente danoso para a região e para o país.