Inicio Site

COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE

0

Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.

“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.

O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.

Declarações de David Marques

Leia também: https://radiocastrense.pt/beja-incentiva-ao-consumo-no-comercio-local-do-concelho/

Marcelo Guerreiro eleito presidente da Federação do Baixo Alentejo do PS com 93% dos votos

0

Marcelo Guerreiro foi eleito presidente da Federação do Baixo Alentejo do Partido Socialista para o mandato 2026-2028, nas eleições internas realizadas esta sexta-feira, 19 de junho. O socialista obteve 93% dos votos expressos pelos militantes do distrito.

Na mesma jornada eleitoral foram escolhidos os delegados ao XIII Congresso Federativo do Baixo Alentejo, bem como os órgãos das estruturas concelhias, de secção e setoriais do partido.

Também Ana Horta foi eleita presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos (MS-ID) do Baixo Alentejo.

Nas Comissões Políticas Concelhias foram eleitos Andreia Piassab, em Aljustrel; Fábio Eugénio, em Almodôvar; Maria João Ganhão, em Beja; David Marques, em Castro Verde; Ana Raquel Soudo, em Cuba; António Luís Godinho, em Ferreira do Alentejo; João Rolha, em Mértola; Diogo Saraiva, em Moura; Telma Guerreiro, em Odemira; Marisol Afonso, em Ourique; Manuel Soares, em Serpa; e Sérgio Fernandes, na Vidigueira.

Já nas Comissões Políticas de Secção foram eleitos Manuel Castro Coelho, em Beja, Manuel Espada Guerreiro, em São João de Negrilhos, e José Ramirez, em Aljustrel.

O XIII Congresso Federativo do Baixo Alentejo realiza-se no próximo dia 12 de julho, em Serpa, momento que marcará o início formal de funções da nova liderança federativa e a eleição dos restantes órgãos da Federação.

Marcelo Guerreiro sucede a Nelson Brito na presidência da Federação do Baixo Alentejo do PS. Na reação aos resultados, o presidente eleito agradeceu a confiança dos militantes e destacou como prioridades para o novo mandato o acesso à habitação, a valorização dos salários, o reforço dos serviços públicos, a melhoria das acessibilidades, a criação de oportunidades para os jovens e a valorização do território.

Citado em comunicado, Marcelo Guerreiro afirmou receber o resultado “com enorme sentido de responsabilidade”, garantindo uma Federação próxima dos militantes, das concelhias, dos autarcas e da sociedade civil, empenhada na defesa dos interesses da região.

Sob o lema “O Baixo Alentejo é Futuro”, a nova direção socialista inicia agora um novo ciclo político assente na proximidade, participação e afirmação do Baixo Alentejo.

Mértola saúda avanço de novas barragens e fala em “dia histórico para o concelho”

0

O Município de Mértola manifestou satisfação com o avanço dos projetos para a construção de novas barragens na região, considerando a decisão um passo importante para o futuro do concelho e para o reforço da segurança hídrica no território.

Segundo a autarquia, a Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA) deu início aos procedimentos necessários para a concretização das barragens nas ribeiras de Terges e Cobres e de Carreias, através do lançamento dos respetivos projetos e estudos de impacte ambiental. As infraestruturas integram a estratégia nacional de reforço da resiliência hídrica e da gestão sustentável dos recursos hídricos.

Em comunicado, o município recorda que, durante o processo de discussão pública do Plano Nacional da Água, apresentou contributos técnicos defendendo a construção de três barragens nas ribeiras de Carreias, Terges e Cobres e Oeiras.

Para o presidente da Câmara Municipal de Mértola, Mário Tomé, o anúncio representa um momento marcante para o concelho. “Este é um dia histórico para o concelho. Começam agora a concretizar-se propostas que o Município sustentou de forma consistente e fundamentada, sempre com o objetivo de garantir mais água, mais resiliência e mais futuro para Mértola”, afirmou.

O autarca destacou ainda que os projetos constituem um passo estruturante para o desenvolvimento do território e sublinhou a importância da colaboração entre municípios e entidades nacionais na definição de soluções para responder aos desafios da escassez de água.

A autarquia considera que a concretização destas barragens será determinante para reforçar a segurança hídrica, apoiar o desenvolvimento económico local e aumentar a capacidade de resposta às alterações climáticas, numa região particularmente vulnerável aos períodos de seca.

No comunicado, o Município de Mértola agradece também ao Ministério do Ambiente e Energia, liderado por Maria da Graça Carvalho, e ao presidente da EDIA, José Pedro Salema, pelo trabalho desenvolvido e pela atenção dedicada à região.

GNR deteve 692 pessoas e registou mais de sete mil infrações rodoviárias numa semana

0

A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve 692 pessoas em flagrante delito entre os dias 12 e 18 de junho, no âmbito das várias operações realizadas em todo o território nacional. As ações tiveram como objetivo a prevenção e o combate à criminalidade, à sinistralidade rodoviária e a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional.

Entre as detenções efetuadas, destacam-se 318 por condução sob o efeito do álcool, 138 por condução sem habilitação legal, 53 por tráfico de estupefacientes, 16 por violência doméstica, 15 por furto e roubo, 11 por posse ilegal de armas e armas proibidas e cinco relacionadas com incêndios florestais.

Durante o mesmo período, a GNR apreendeu mais de 6.900 doses de haxixe, cerca de 960 doses de cocaína, 427 doses e 161 comprimidos de MDMA, mais de 59 doses de liamba e 83 doses de heroína. Foram ainda apreendidos dez pés de canábis, 63 armas de fogo, 27 armas brancas ou proibidas, 4.418 munições, 38 viaturas, três embarcações, 1.212 artigos contrafeitos e mais de 317 mil euros em numerário.

No que respeita à fiscalização rodoviária, os militares da GNR detetaram 7.155 infrações. As situações mais frequentes estiveram relacionadas com a falta de inspeção periódica obrigatória, com 1.111 infrações registadas, seguindo-se 918 excessos de velocidade e 694 infrações por condução com taxa de álcool no sangue superior ao limite legal.

Foram ainda identificadas 441 infrações relacionadas com tacógrafos, 371 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, 282 por falta de seguro de responsabilidade civil, 235 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e dos sistemas de retenção para crianças e 202 por utilização indevida do telemóvel durante a condução.

GNR reforça patrulhamento e videovigilância devido ao agravamento do risco de incêndio rural

0

A Guarda Nacional Republicana (GNR) reforçou o dispositivo de vigilância, patrulhamento e deteção de incêndios rurais em todo o território continental, face às previsões meteorológicas que apontam para um agravamento significativo do perigo de incêndio nos próximos dias.

Segundo a GNR, a subida acentuada das temperaturas, o vento forte e a diminuição da humidade relativa do ar criam condições favoráveis à deflagração e propagação de incêndios rurais, levando à ativação de um reforço especial de meios humanos e tecnológicos para proteger as populações e o património florestal.

No âmbito da Diretiva Integrada de Vigilância e Deteção de Incêndios Rurais, todas as entidades que integram o Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais estarão em estado de alerta, com a GNR a intensificar o patrulhamento nas zonas florestais e agrícolas em função dos níveis de risco existentes.

A operação envolve várias valências da Guarda, incluindo os militares territoriais, o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), o trânsito e a investigação criminal, com especial atenção às áreas com maior histórico de ignições ou suspeitas de origem criminosa.

O reforço do dispositivo inclui uma média diária de 210 patrulhas móveis no terreno, o apoio de 20 patrulhas das Forças Armadas, a monitorização de cerca de sete milhões de hectares através de 147 torres de videovigilância florestal e a ativação de 80 postos de vigia, assegurados por 320 vigilantes. Estão ainda empenhados 140 militares especializados na gestão de informação florestal e vários sistemas de aeronaves não tripuladas, incluindo drones da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro e um drone de asa fixa da Força Aérea.

Desde o início do ano, a GNR realizou 22.954 patrulhas de vigilância e deteção de incêndios rurais, às quais se juntam mais de quatro mil ações promovidas por outras entidades do sistema, totalizando 27.105 operações. Este trabalho permitiu identificar 718 suspeitos, deter 120 pessoas pelo crime de incêndio florestal e registar 3.588 ocorrências de incêndios rurais.

Relativamente às causas apuradas, a Guarda revela que quase 60 por cento dos incêndios resultaram do uso negligente do fogo, sobretudo em queimas e queimadas. As causas intencionais representam 11,6 por cento dos casos, enquanto as ocorrências acidentais correspondem a 7,8 por cento.

A vigilância será particularmente reforçada nos concelhos afetados pela tempestade Kristin e nas zonas classificadas com maior risco de incêndio, incidindo na deteção de comportamentos de risco, como queimas, queimadas e utilização indevida de maquinaria agrícola ou florestal.

A GNR recorda que, nos dias em que o risco de incêndio seja considerado Muito Elevado ou Máximo, é proibido realizar queimadas, fazer fogueiras, fumar em espaços florestais e agrícolas, lançar foguetes ou utilizar equipamentos que possam provocar faúlhas sem os dispositivos de segurança exigidos.

A Guarda apela ainda à colaboração da população, sublinhando que a proteção da floresta depende também da responsabilidade individual de cada cidadão. Para esclarecimentos ou denúncias de infrações ambientais, mantém disponível, 24 horas por dia, a Linha SOS Ambiente e Território, através do número 808 200 520.

Foto: GNR