Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.
“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.
O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.
A Universidade Politécnica de Beja continua a consolidar a sua missão na área da educação e da formação, ao mesmo tempo que abraça novos desafios académicos e científicos. A garantia foi dada por Aldo Passarinho, reitor da instituição, em declarações prestadas à Rádio Castrense.
Entre as principais novidades para o novo ano letivo está a estreia da instituição na oferta de programas doutorais.
“Neste momento estamos a lançar um primeiro doutoramento em associação, portanto, ele irá funcionar a partir de outubro. É um doutoramento na área das Ciências do Desporto em associação”, anunciou o reitor da instituição sublinhando o marco que este passo representa ao nível da formação avançada.
Adaptação ao mercado e ligação ao território Além do ensino superior de terceiro ciclo, a instituição de Beja está também a diversificar a sua resposta às exigências do mundo do trabalho. Aldo Passarinho explicou que a universidade está a “dinamizar outro tipo de ofertas formativas, mais adaptadas ao mercado de trabalho, como as microcredenciais”.
O responsável reforçou que a instituição vive um momento de viragem e crescimento, com uma responsabilidade acrescida na vertente científica e regional.
“Estamos neste momento com novos desafios e novas responsabilidades ao nível da investigação, da inovação e da transferência de conhecimento para o território. Penso que — e está também naquilo que é o meu plano de ação e a minha intenção — estamos num bom momento para densificarmos esta relação com o território, agora com uma missão, diria, reforçada”, concluiu Aldo Passarinho.
Zero defende “critérios claros” e debate público no planeamento das Zonas de Aceleração de Energias Renováveis Susana Fonseca, em declarações à Rádio Castrense, sublinha que a transição energética exige compromisso social e o planeamento equilibrado de infraestruturas centralizadas e descentralizadas.
A transição energética para fontes limpas é inevitável, mas exige um planeamento rigoroso, participado e transparente. A posição foi defendida por Susana Fonseca, da associação ambientalista Zero, em declarações à Rádio Castrense, a propósito do debate em torno das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis (ZAER).
Embora reconheça a urgência de aumentar a capacidade instalada de energias limpas para substituir os combustíveis fósseis, a responsável alerta que o consumo de energia deve ser ponderado.
“Obviamente nós precisamos de maior produção de renovável […], mas claro que nós defendemos sempre, enquanto organização, que devemos ser criteriosos no uso que fazemos da energia. […] Produzir energia, mesmo de fontes renováveis, também tem impacto”, afirmou Susana Fonseca.
Para a dirigente da Zero, o caminho passa por otimizar o potencial já existente antes de avançar indiscriminadamente para grandes projetos no terreno.
“Temos ainda muito por explorar em termos de comunidades de energia, em termos de produção descentralizada, […] utilizando mais os telhados, estruturas já construídas”, referiu. Contudo, admite que essas soluções não serão suficientes por si sós: “Também vamos precisar de zonas onde vamos produzir de forma centralizada energia renovável.”
É no estabelecimento destas zonas de produção em larga escala que reside a necessidade de regras transparentes. Susana Fonseca considera ser “fundamental que existam critérios e que sejam claras as condições em que estes projetos se podem desenvolver”, garantindo um equilíbrio entre as necessidades energéticas do país e a proteção dos territórios.
Um dos pontos centrais abordados pela responsável da Zero prende-se com a alteração do paradigma de produção e com a perceção dos impactos ambientais por parte das populações locais.
“Nós até agora essencialmente temos vivido com energia dos combustíveis fósseis […] que eram explorados maioritariamente fora do nosso território. Portanto, os impactos não estavam ao pé de nós”, explicou. “O que acontece agora quando nos voltamos para as energias renováveis […] é que estes impactos começam a aproximar-se do nosso dia a dia.”
Diante deste novo cenário, a ambientalista apela ao diálogo e à inclusão das comunidades no processo decisório para evitar crispações e encontrar consensos.
A Câmara Municipal de Beja formalizou esta semana, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, os Contratos de Investimento com as freguesias e uniões de freguesia do concelho, num montante global de 453 mil euros. O valor representa um aumento de 51% relativamente ao ano anterior.
Segundo a autarquia, o reforço visa dotar as juntas de freguesia de melhores condições para concretizar investimentos nos respetivos territórios, complementando os recursos destinados ao funcionamento corrente.
Em 2026, o apoio municipal às freguesias aumenta em duas vertentes. Os Contratos Interadministrativos e os Acordos de Execução, que asseguram o exercício das competências delegadas e o funcionamento regular das juntas, registam um acréscimo de 3%. Já os Contratos de Investimento aumentam 51%, fixando um apoio de 37.750 euros para cada freguesia e união de freguesias do concelho.
Os montantes atribuídos destinam-se à aquisição de viaturas, maquinaria e equipamentos, bem como à realização de pequenas obras de proximidade e outras intervenções consideradas prioritárias para responder às necessidades das populações.
Na cerimónia de assinatura, o presidente da Câmara Municipal de Beja, afirmou que “as freguesias são o rosto mais próximo do poder local e é junto delas que muitas das necessidades das nossas populações se resolvem, todos os dias”. O autarca sublinhou que o aumento de 51% nos Contratos de Investimento representa uma opção do município por reforçar a capacidade das freguesias para investir e promover melhorias nos seus territórios.
De acordo com o executivo municipal, esta medida enquadra-se na estratégia de valorização do poder local de proximidade e de reforço da cooperação institucional entre a Câmara Municipal e as freguesias, procurando assegurar melhores condições financeiras para responder às necessidades das comunidades.
A Junta de Freguesia de Cabeça Gorda volta a apostar no apoio às famílias e aos estudantes da freguesia com a renovação do programa Apoio à Educação para o ano letivo 2026/2027. A iniciativa contempla um conjunto de apoios financeiros e de material escolar destinados a alunos de todos os níveis de ensino, desde o Pré-Escolar até ao Ensino Superior.
Sob o lema “Investir na educação é investir no futuro da nossa comunidade”, a autarquia pretende contribuir para a redução dos encargos das famílias no início do ano letivo, promovendo simultaneamente o sucesso educativo dos alunos da freguesia.
No Pré-Escolar, todas as crianças que frequentam o Jardim de Infância de Cabeça Gorda beneficiarão da atribuição de um voucher no valor de 200 euros, destinado à aquisição de material escolar e/ou livros para a sala.
Para os alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico da Escola EB1 de Cabeça Gorda, a Junta assegura a oferta integral dos cadernos de atividades, garantindo um importante apoio às famílias nesta etapa do percurso escolar.
Os estudantes do 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário residentes na freguesia terão acesso a um apoio para aquisição de material escolar, cujo valor varia de acordo com o nível de ensino: 30 euros para o 2.º Ciclo, 40 euros para o 3.º Ciclo e 50 euros para o Ensino Secundário.
Também os alunos do Ensino Superior serão contemplados com um apoio financeiro direto de 100 euros, atribuído mediante a apresentação do comprovativo de matrícula.
Os interessados em beneficiar destas medidas deverão consultar as condições de acesso e apresentar a respetiva candidatura junto dos Serviços Administrativos da Junta de Freguesia de Cabeça Gorda.
Com este programa, a Junta de Freguesia reafirma o seu compromisso com a educação, procurando criar melhores condições para o percurso académico dos jovens da freguesia e apoiar as famílias num período tradicionalmente marcado por um aumento das despesas escolares.
O Município de Cuba assinalou o Dia dos Avós, no passado dia 28 de julho, com uma iniciativa intergeracional que reuniu dezenas de crianças e seniores do concelho, promovendo o convívio, a partilha de conhecimentos e o envelhecimento ativo.
A atividade, integrada no programa “Verão Sénior”, promovido pelo Projeto CIBA, foi dinamizada em parceria com as “Férias Jovens”, desenvolvidas pelo Projeto Cuba MAIS CLDS 5G.
O programa incluiu a realização de um peddy paper pelas ruas da vila de Cuba, proporcionando momentos de aprendizagem, descoberta e cooperação entre participantes de diferentes gerações. A iniciativa teve como principal objetivo reforçar os laços entre crianças e seniores, valorizando a transmissão de experiências, tradições e conhecimentos.
Além do percurso, as crianças participaram num jogo gigante dedicado aos Direitos das Crianças, seguindo-se um momento de confraternização no Parque Manuel de Castro. O convívio contou com um pequeno lanche, animação musical e fruta fresca da época, proporcionando um ambiente de alegria e partilha.
Segundo o Município de Cuba, a iniciativa revelou-se um sucesso, refletido no entusiasmo e satisfação demonstrados pelos participantes ao longo de toda a atividade.
Com este tipo de ações, a autarquia continua a apostar na promoção de um verão repleto de experiências significativas para todas as idades, incentivando a participação comunitária, a criatividade, a cultura e o convívio entre gerações, contribuindo para um crescimento e um envelhecimento mais ativos e felizes.
O jovem pescador serpense João Inverno foi convocado para integrar a Seleção Nacional de Esperanças Sub-25 que vai representar Portugal no Campeonato do Mundo de Pesca Desportiva em Água Doce, competição que decorre a partir de hoje, entre os dias 2 e 8 de agosto, no Lac du Plessis, em Montceau-les-Mines, França.
A prova reunirá alguns dos melhores jovens praticantes da modalidade a nível internacional e marcará a estreia de João Inverno em competições internacionais ao serviço da seleção portuguesa.
Atleta do Clube Mourense dos Amadores de Pesca e Caça Desportiva, João Inverno vê assim reconhecido o percurso que tem desenvolvido na modalidade, fruto da dedicação, empenho e mérito desportivo demonstrados ao longo dos últimos anos.
A convocatória representa um momento de destaque para o desporto do concelho de Serpa, sendo motivo de orgulho para a comunidade local.
O Município de Serpa já felicitou o jovem atleta pela convocatória e endereçou votos de sucesso a toda a comitiva portuguesa nesta importante competição internacional.