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COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE

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Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.

“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.

O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.

Declarações de David Marques

Leia também: https://radiocastrense.pt/beja-incentiva-ao-consumo-no-comercio-local-do-concelho/

Sismo de 3,7 registado a sul de Évora foi sentido também em Beja, Portalegre e distrito de Setúbal

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Um abalo sísmico com magnitude 3,7 na escala de Richter foi sentido na madrugada desta terça-feira na região de Évora, mas também em zonas dos distritos de Beja, Setúbal e Portalegre, não havendo registo de danos pessoais ou materiais.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o sismo ocorreu pelas 01h22 e teve epicentro localizado a cerca de 10 quilómetros a sul-sudeste da cidade. O fenómeno foi detetado pelas estações da Rede Sísmica do Continente.

Segundo a mesma entidade, o abalo atingiu intensidade máxima III na escala de Mercalli Modificada, considerada fraca. Este nível de intensidade é geralmente percecionado no interior de edifícios, podendo provocar ligeiras oscilações em objetos suspensos e uma vibração semelhante à passagem de veículos pesados.

No que diz respeito à classificação dos sismos, a escala de Richter organiza-os por magnitude, desde micro (inferior a 2,0) até extremos (superiores a 10), sendo o registado em Évora enquadrado na categoria de sismo pequeno.

A escala de Mercalli, por sua vez, avalia os efeitos sentidos à superfície e a forma como o fenómeno é percecionado pelas populações.

Morreu Luís Represas, uma das vozes maiores da música portuguesa

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O cantor e compositor português Luís Represas morreu esta quarta-feira, aos 69 anos, após doença prolongada. A informação foi confirmada pela agência que o representava, sublinhando que o artista celebrava em 2026 cinco décadas de carreira, com projetos especiais preparados para assinalar a data.

Figura incontornável da música nacional, Luís Represas iniciou o seu percurso em 1976 como vocalista dos Trovante, grupo que marcou uma geração com temas como “Perdidamente”, “Saudade” e “125 Azul”. Após a separação da banda, em 1992, lançou-se numa carreira a solo de grande sucesso, com canções como “Feiticeira”, “Da Próxima Vez” e “Ao Canto da Noite”, que atravessaram várias gerações de público.

Em 2025, os Trovante voltaram a reunir-se para concertos em Lisboa e no Porto, num regresso muito aguardado. Já para 2027, estavam previstos espetáculos nos coliseus das duas cidades, no âmbito das comemorações dos 50 anos de carreira do músico.

Ao longo do seu percurso artístico, Luís Represas colaborou com nomes de referência da música portuguesa e internacional, como Fausto Bordalo Dias, José Afonso, Carlos do Carmo, Bernardo Sassetti, Pablo Milanés, Ivan Lins, Martinho da Vila, Simone, Jorge Palma, Phil Collins, Compay Segundo, Gilberto Gil e Carlinhos Brown.

Para além da música, destacou-se também pelo seu envolvimento cívico, nomeadamente na causa de Timor-Leste. Em 2000, integrou uma visita oficial ao território a convite do então Presidente da República, Jorge Sampaio, vindo mais tarde a ser distinguido com a Medalha da Ordem de Timor-Leste. Em Portugal, foi agraciado, em 2005, com a Ordem de Mérito, no grau de Comendador.

Entre outras distinções, recebeu em 2019 o Prémio Pedro Osório, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores, pelo álbum “Boa Hora”.

Nos últimos anos, mantinha uma agenda regular de concertos e apresentava o programa televisivo “Língua Mãe”, continuando a afirmar-se como uma referência da cultura portuguesa.

Rádio Castrense / RTP

Foto: Renascença

Município de Castro Verde conclui renovação da iluminação do Campo de Futebol da Sete

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A Câmara Municipal de Castro Verde concluiu a intervenção de substituição do sistema de iluminação do Campo de Futebol 25 de Abril, na Sete, freguesia de Santa Bárbara de Padrões, dando mais um passo na requalificação daquela infraestrutura desportiva.

A empreitada, que representou um investimento municipal de cerca de 25 mil euros, incluiu a aquisição e instalação de um novo sistema de iluminação, proporcionando melhores condições de utilização do recinto, maior eficiência energética, reforço da segurança e melhores condições para a prática desportiva e realização de atividades durante o período noturno.

Concluída esta fase da intervenção, seguem-se os trabalhos de terraplanagem que antecedem a instalação do novo relvado sintético. Esta componente da obra representa um investimento de 301.596 euros, integralmente financiado pela Câmara Municipal de Castro Verde.

Paralelamente, está prevista a realização de intervenções na envolvente do recinto desportivo, num investimento estimado em cerca de 100 mil euros, reforçando a melhoria das condições do equipamento.

Segundo a autarquia, esta empreitada integra a estratégia municipal de valorização e modernização das infraestruturas desportivas do concelho, dando continuidade aos investimentos já realizados nos campos de futebol de São Marcos da Ataboeira e Entradas, com o objetivo de proporcionar melhores condições a atletas, clubes e à população.

Nova mina subterrânea em Aljustrel avança para consulta pública com exploração prevista de vários metais

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O projeto de uma nova exploração mineira subterrânea no concelho de Aljustrel está em fase de consulta pública, integrando o processo de Avaliação de Impacte Ambiental conduzido pelas entidades competentes. A iniciativa, designada Concessão C-14 “Gavião”, é promovida pela Almina – Minas do Alentejo e prevê a extração de diversos recursos minerais, incluindo cobre, chumbo, zinco, prata e ouro.

Localizada junto ao atual complexo mineiro, a futura exploração abrangerá áreas das freguesias de Aljustrel e Rio de Moinhos, no distrito de Beja. O plano contempla a criação de acessos subterrâneos, galerias e um poço principal, bem como a instalação de várias infraestruturas à superfície. Parte significativa dos equipamentos e serviços será partilhada com a mina já em funcionamento, evitando a necessidade de novas captações de água ou ligações energéticas adicionais.

Com um horizonte temporal estimado em cerca de 25 anos, o projeto está estruturado em diferentes fases, desde a abertura dos acessos ao minério até ao encerramento da exploração. Durante a fase ativa, será utilizado um método subterrâneo com recurso controlado a explosivos, sendo posteriormente preenchidas as áreas exploradas com materiais resultantes da própria atividade.

A área de intervenção inclui terrenos agrícolas e florestais, com presença de olival, pastagens e espécies autóctones. O estudo ambiental identifica a necessidade de abate de centenas de árvores protegidas, propondo medidas de compensação através da plantação de novos exemplares. Embora não interfira diretamente com áreas classificadas da Rede Natura 2000, o projeto situa-se nas proximidades de zonas ambientalmente sensíveis.

Entre os principais impactes negativos apontados destacam-se as alterações ao relevo, à paisagem e aos ecossistemas locais, sobretudo durante as fases de construção e exploração. Ainda assim, o estudo considera que muitos desses efeitos poderão ser minimizados através de medidas de mitigação e monitorização contínua de fatores como qualidade do ar, água, ruído e vibrações.

Do ponto de vista económico, a exploração do depósito do Gavião é vista como uma oportunidade para prolongar a atividade mineira na região, contribuindo para a manutenção de empregos e dinamização do tecido empresarial local. Está igualmente previsto o envolvimento de empresas da região na execução do projeto.

A decisão final sobre a viabilidade ambiental da nova mina será tomada após a análise técnica do processo e das participações recolhidas durante o período de consulta pública.

Oferta de casas para arrendar cai em Portugal, mas Beja destaca-se com forte crescimento

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A oferta de casas para arrendar em Portugal registou uma quebra significativa de 22% no segundo trimestre de 2026, face ao mesmo período do ano passado. Ainda assim, o distrito de Beja surge em contraciclo, liderando o crescimento da oferta a nível nacional.

De acordo com dados divulgados pelo idealista, estavam disponíveis 40.716 imóveis para arrendamento de longa duração no país, num mercado que continua a evidenciar fortes assimetrias entre o litoral urbano e o interior.

Beja com maior crescimento do país

A nível distrital, Beja destacou-se com um aumento de 65% na oferta de casas para arrendar, o maior crescimento registado em todo o território nacional. Seguem-se a ilha da Madeira, com uma subida de 50%, e Bragança, com 44%.

Este crescimento coloca Beja como um dos territórios onde a oferta habitacional tem vindo a recuperar, contrastando com as fortes quebras registadas em distritos como Coimbra (-49%) e Porto (-42%).

Capitais com comportamentos distintos

Nas capitais de distrito e regiões autónomas, o cenário é mais desigual. Coimbra (-58%) e Porto (-52%) lideram as maiores quedas na oferta, seguidas de Lisboa (-27%). Em sentido oposto, cidades como Funchal (58%), Viana do Castelo (57%) e Vila Real (50%) registaram aumentos expressivos.

No caso de Beja, a oferta manteve-se estável na capital de distrito, sem variação face ao ano anterior.

Mercado continua pressionado nos grandes centros

Segundo Ruben Marques, porta-voz do idealista, os aumentos percentuais elevados em alguns territórios devem ser analisados com cautela, uma vez que podem representar apenas um número reduzido de imóveis adicionais.

“O problema real do arrendamento em Portugal concentra-se nos grandes centros urbanos, onde a oferta continua a cair e a pressão sobre as famílias é mais intensa”, sublinha.

Interior ganha peso na oferta

Os dados revelam uma tendência de recuperação da oferta em regiões do interior, como Beja e outros distritos alentejanos, ao mesmo tempo que o litoral urbano enfrenta uma escassez crescente de habitação para arrendamento.

A análise foi realizada pelo idealista/data, com base numa ampla base de dados própria e em informação pública e privada, com o objetivo de apoiar decisões estratégicas no setor imobiliário.

Ligação rodoviária entre Sines e Beja continua incompleta e trava desenvolvimento regional

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A esperada ligação de alta capacidade entre Sines e Beja permanece longe de estar concluída, mantendo-se como uma das principais lacunas nas infraestruturas rodoviárias do Alentejo. Pensada como a autoestrada A26, com cerca de 84 quilómetros de extensão, a via resume-se atualmente a um troço com apenas 10 quilómetros, que termina de forma abrupta numa rotunda na zona de Malhada Velha, no concelho de Ferreira do Alentejo.

Esta descontinuidade obriga o tráfego, em particular o transporte pesado, a recorrer a percursos alternativos menos eficientes, sem características de autoestrada e com várias interrupções. A situação tem impacto direto na fluidez da circulação e na segurança rodoviária, além de comprometer a função estratégica deste eixo para o transporte de mercadorias.

O setor empresarial da região tem vindo a manifestar preocupação face a este cenário, uma vez que a ligação ao Porto de Sines é fundamental para o escoamento de produtos e para a articulação com mercados nacionais e internacionais. A inexistência de uma via contínua aumenta custos logísticos, prolonga tempos de viagem e reduz a competitividade das empresas instaladas no território.

O projeto original previa ainda a articulação com a A2, facilitando o acesso ao Aeroporto de Beja e reforçando a atratividade da região para investimento. No entanto, a realidade mantém-se inalterada há vários anos, com a conclusão da infraestrutura dependente de futuras intervenções, nomeadamente no IP8 e em variantes destinadas a retirar o tráfego pesado dos centros urbanos.

Sem um calendário definido para a retoma das obras, a A26 continua a ser vista como um exemplo das dificuldades de concretização de projetos estruturantes no interior do país, perpetuando assimetrias e adiando o potencial de desenvolvimento do Alentejo.

Suspeito de tentativa de homicídio em Aljustrel extraditado da Alemanha e fica em prisão preventiva

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A Polícia Judiciária (PJ), através da Unidade de Cooperação Internacional, concretizou a extradição para Portugal de um homem, de 53 anos, suspeito de uma tentativa de homicídio ocorrida em Aljustrel, em setembro de 2025.

O detido foi localizado na Alemanha, na sequência de um Mandado de Detenção Europeu emitido pelas autoridades portuguesas, depois de se ter colocado em fuga para o estrangeiro.

De acordo com a PJ, os factos remontam a um episódio de agressão ocorrido no local de trabalho do suspeito e da vítima, numa herdade do concelho de Aljustrel. A vítima, um homem de 38 anos, foi atacada com um objeto corto-perfurante, sofrendo ferimentos graves. Ainda assim, o desfecho não foi fatal graças à rápida intervenção dos meios de socorro e ao encaminhamento para o Hospital de Beja, da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo.

A investigação, conduzida pela Diretoria do Sul da PJ, permitiu apurar que o alegado agressor terá atuado após uma discussão, por motivos considerados fúteis e sob o efeito de álcool. Após o crime, colocou-se em fuga para fora do país, tendo passado pela Roménia antes de ser localizado em território alemão.

As diligências realizadas reuniram prova suficiente para sustentar a acusação e permitir a emissão dos mandados de detenção fora de flagrante delito.

O suspeito já foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação mais gravosa: prisão preventiva.

O inquérito é dirigido pela Procuradoria do Juízo de Competência Genérica de Ourique.

Raças autóctones perdem terreno e rentabilidade face ao bom momento dos bovinos e ovinos no mercado

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O alerta é de Nuno Faustino, dirigente da Associação de Criadores do Porco Alentejano (ACPA), que defende a urgência de compreender as causas do fenómeno e aplicar medidas de apoio para preservar este património nacional.

Apesar de o mercado dos bovinos e dos ovinos estar a atravessar um período “muito bom”, a realidade não se tem refletido de igual forma para as raças autóctones. A constatação é de Nuno Faustino, dirigente da Associação de Criadores do Porco Alentejano (ACPA), que aponta para um cenário “quase contraditório”, onde as raças autóctones acabam por sair prejudicadas.

De acordo com o responsável, os animais “convencionais” — ou raças exóticas — têm acompanhado a tendência de valorização do mercado, garantindo um bom retorno financeiro. Por oposição, as raças autóctones não conseguiram acompanhar essa subida de preços, o que resulta numa perda contínua de atratividade para o setor.

Menos rentabilidade, menor apetência de criadores

A disparidade nos preços e na valorização tem um impacto direto no ecossistema agrícola. Sem o mesmo retorno financeiro, a apetência para que novos e antigos criadores se dediquem a estas raças diminui significativamente.

“A rentabilidade é mais baixa e [as raças autóctones] não acompanharam a subida que as outras raças tiveram”, explicou Nuno Faustino, sublinhando que a falta de valorização económica coloca em risco a sustentabilidade da atividade.

Urgência em perceber o problema e atuar

Perante este cenário, o dirigente da ACPA deixa uma recomendação clara às entidades e ao setor: é fundamental, em primeiro lugar, analisar com rigor as razões pelas quais as raças autóctones ficaram para trás neste ciclo de valorização.

Só após esse diagnóstico, defende, será possível “atuar em conformidade” para traçar estratégias de apoio eficazes. Nuno Faustino recorda que estas raças representam um património crucial para o país, desempenhando um papel insubstituível na coesão e preservação das regiões de produção extensiva.

PS exige apuramento de responsabilidades e defesa da comunidade escolar

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O Partido Socialista reafirma a sua posição de fiscalização da ação governativa, criticando a “insensibilidade” e a “arrogância” do Executivo perante os problemas na Educação.

O deputado socialista Pedro do Carmo garantiu que o Partido Socialista (PS) vai intensificar, já no decorrer desta semana e nos dias subsequentes, a exigência de esclarecimentos e o apuramento de responsabilidades sobre a situação que afeta o setor do ensino. De acordo com o parlamentar, a iniciativa do partido “não é nada contra ninguém”, mas foca-se na procura da verdade e na garantia de que estas falhas não voltem a repetir-se.

Em declarações sobre a postura da oposição, Pedro do Carmo sublinhou que a intenção central passa por “escrutinar, esclarecer a verdade e promover que esta situação nunca mais voltar a acontecer”, visando a defesa rigorosa dos alunos, dos professores e de toda a comunidade escolar.

Na mesma intervenção, o deputado dirigiu duras críticas à atuação do Governo, acusando o Executivo de ter agido com “uma arrogância, com prepotência, com indiferença perante os problemas”. Para os socialistas, é imperativo que os responsáveis assumam os seus atos e que se tomem medidas para “defender e minimizar os problemas” causados aos afetados, criticando o que considera ter sido um Governo “muito insensível em todo este processo”.

Pedro do Carmo concluiu reiterando o compromisso do PS em continuar a utilizar a sua ação parlamentar para salvaguardar a estabilidade e os direitos de estudantes e docentes nos próximos dias, garantindo que o partido estará no terreno a “defender toda esta comunidade escolar”.