COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE
Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.
“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.
O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.
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Homem de 70 anos morre em colisão entre carro e motociclo em Mértola
Um homem de 70 anos perdeu a vida, esta sexta-feira à tarde, na sequência de uma colisão entre um veículo ligeiro e um motociclo, na zona de Penilhos/Figueirinha, na freguesia de São João dos Caldeireiros, no concelho de Mértola.
O alerta para o acidente foi dado pelas 17h30. Para o local foram mobilizados os Bombeiros Voluntários de Mértola, militares da GNR, a ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Castro Verde e ainda um helicóptero do INEM.
Apesar dos esforços das equipas de socorro, a vítima acabou por não resistir aos ferimentos sofridos, tendo o óbito sido declarado no local.
As circunstâncias em que ocorreu o acidente estão agora a ser apuradas pelas autoridades.
Imagem meramente ilustrativa criada com IA
Ourique quer transformar a Feira de Garvão num grande momento de afirmação do mundo rural (com vídeo)
A autarquia de Ourique quer transformar a Feira de Garvão “num grande momento de afirmação do mundo rural, da pecuária e das tradições do concelho”, segundo Marcelo Guerreiro. O presidente da Câmara de Ourique sublinhou que o certame é uma feira secular, “a mais tradicional” e “a mais genuína” do sul do país, e que continua a ser um ponto de encontro entre pessoas, cultura e identidade regional.
Em entrevista à Rádio Castrense, Marcelo Guerreiro afirmou que a Feira de Garvão deve ser “um grande momento” para a afirmação do território e que, ao longo de três dias, muitos visitantes deverão passar por Garvão para conhecer o que o concelho faz de melhor. Destacou ainda tradições como o cante alentejano, o cante ao baldão e o despique, referindo que estas expressões culturais têm origem na própria feira.
Programa desta sexta-feira
A abertura da feira foi hoje acompanhada por iniciativas dedicadas ao mundo rural e ao público escolar, com destaque para o colóquio “Raça Garvonesa, sanidade e biossegurança”. Ao longo da tarde estão previstas atividades como o ciclo da lã, equitação livre, demonstrações de artesanato, a inauguração da exposição “O Fio da Terra da Atalaia” e um showcooking com carne bovina garvonesa.
O interesse das crianças e do público pelas iniciativas ligadas à agricultura e às tradições locais tem sido visível no recinto. A noite de abertura inclui ainda um concerto com Los Romeros, num arranque que deverá atrair mais visitantes à Feira de Garvão.
Feira de Garvão “permite valorizar a dimensão rural do concelho de Ourique” destaca António José Brito (Com Vídeo)
A Feira de Garvão está a afirmar-se como um momento de valorização do mundo rural e do território do sul do Baixo Alentejo, destacou António José Brito. O presidente da CIMBAL – Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo e também da Câmara Municipal de Castro Verde, considera a iniciativa como uma feira “muito tradicional” e “muito popular”, com raízes próprias e “forte capacidade de atrair visitantes”.
António José Brito, em entrevista à Rádio Castrense, sublinhou que a feira decorre “numa zona com particularidades muito interessantes” e que, em maio, “permite valorizar a dimensão rural do concelho de Ourique, da freguesia de Garvão e de todo o sul do Baixo Alentejo”. O presidente da CIMBAL realça ainda “a importância do trabalho conjunto entre autarquias e associações, em especial com a Associação de Agricultores do Campo Branco, para promover o território e as pessoas.
Para o presidente da CIMBAL, a Feira de Garvão tem cumprido “na perfeição” a missão de promover o território e reforçar a identidade local. A afirmação insere-se num contexto de valorização contínua do setor agrícola e das dinâmicas associadas ao mundo rural na região.
Vaca Garvonesa está hoje em forte recuperação e com “enorme pujança” garante António Aires (Com Vídeo)
A vaca garvonesa está hoje em forte recuperação e com “enorme pujança”, sublinhou António Aires, presidente da Associação de Agricultores do Campo Branco em declarações à Rádio Castrense, na abertura da Feira de Garvão. O responsável destacou que a raça, que esteve praticamente extinta nos anos 80, conta agora com novos criadores e com um efetivo em crescimento.
António Aires explicou que a associação realiza, todos os anos, um encontro de criadores na Feira de Garvão para debater a evolução da raça e promover a sua valorização. Recordou ainda o papel de criadores como o Dr. António Semedo e o seu filho, Tito Semedo, na continuidade do efetivo numa fase crítica da sua sobrevivência.
O presidente da Associação de Agricultores do Campo Branco referiu que “a entidade assegura a preservação da raça e é também a gestora do livro genealógico”. Segundo disse, a divulgação feita ao longo dos últimos anos “tem ajudado a atrair novos criadores e a aumentar o número de animais”.
António Aires descreveu a raça como “autóctone, rústica e com grande capacidade de prolificidade, defendendo que as raças nacionais devem ser preservadas”. Salientou ainda que a vaca garvonesa “está bem adaptada a diferentes regiões, com criadores espalhados de Odemira a Penamacor”.



