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Quinta-feira, Junho 4, 2026
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COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE

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Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.

“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.

O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.

Declarações de David Marques

Leia também: https://radiocastrense.pt/beja-incentiva-ao-consumo-no-comercio-local-do-concelho/

Pedro do Carmo defende participação ativa do Alentejo na definição do próximo ciclo de fundos europeus

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O deputado do Partido Socialista eleito por Beja, Pedro do Carmo, defendeu a necessidade de autarcas, agentes económicos e sociais do Alentejo participarem ativamente na definição do próximo Quadro Comunitário de Apoio, sublinhando “a importância de uma maior proximidade das regiões ao processo de decisão e execução dos fundos europeus”.

A posição foi expressa durante a audição do Ministro da Economia e da Coesão Territorial, realizada ontem na Assembleia da República, onde o eleito pelo círculo de Beja destacou “o compromisso do Governo em garantir que o Alentejo não perderá cerca de 700 milhões de euros no próximo ciclo de financiamento europeu”, cenário que chegou a ser equacionado devido a alterações na organização administrativa do território.

Pedro do Carmo afirmou que irá “manter atenção ao desenvolvimento deste processo”, alertando para “a necessidade de clarificação quanto ao modelo de gestão dos fundos, nomeadamente se haverá programas nacionais ou regionais, e de que forma será assegurada a participação das entidades locais”.

O deputado socialista sublinhou ainda que “a previsibilidade na gestão dos fundos é essencial para que municípios e instituições possam planear estratégias de desenvolvimento, num contexto em que o Alentejo continua a enfrentar desafios estruturais, incluindo níveis de pobreza acima da média nacional”.

Na sua intervenção, Pedro do Carmo destacou também “a importância dos fundos de coesão como instrumento fundamental para o combate às desigualdades e para o desenvolvimento equilibrado da região”, defendendo que “o Alentejo deve ser encarado como um todo na definição dos critérios de distribuição”.

O parlamentar aproveitou ainda para elogiar a gestão dos anteriores quadros comunitários, deixando “reconhecimento a autarcas, associações e técnicos da CCDR Alentejo”, sublinhando que a região “tem conseguido assegurar uma execução eficiente dos fundos europeus, sem devoluções a Bruxelas”.

Centro de Saúde e SUB de Castro Verde continuam a funcionar durante obras de requalificação

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As obras de requalificação do Centro de Saúde e do Serviço de Urgência Básica (SUB) de Castro Verde estão “a decorrer a bom ritmo, sem comprometer o normal funcionamento dos serviços de saúde” adianta a autarquia castrense.

Apesar dos trabalhos em curso, o atendimento aos utentes mantém-se totalmente assegurado, “com os acessos às instalações devidamente sinalizados e organizados para garantir a segurança e a fluidez do serviço” realça o município.

A intervenção em curso é promovida pela Câmara Municipal de Castro Verde e representa um investimento superior a 2,3 milhões de euros, financiado através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O projeto contempla a modernização das instalações e dos equipamentos do edifício, incluindo a ampliação do Serviço de Urgência Básica, com o objetivo de reforçar a capacidade de resposta e melhorar as condições de atendimento para utentes e profissionais de saúde.

No final da obra, o espaço deverá permitir um funcionamento mais eficiente, com especial impacto no reforço da resposta do serviço de urgência.

O Município de Castro Verde assume o papel de “dono de obra”, sendo responsável pela contratação do projeto, execução da empreitada e intervenções de adaptação do edifício, num processo desenvolvido em articulação com o Ministério da Saúde e a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo.

Greve geral desta quarta-feira contesta pacote laboral do Governo

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A CGTP promove esta quarta-feira uma greve geral com o objetivo de travar a intenção do Governo de avançar com a implementação do chamado Pacote Laboral.

A paralisação pretende mobilizar trabalhadores de vários setores para uma jornada de luta a nível nacional, contestando as medidas atualmente em discussão e defendendo melhores condições de trabalho.

Em declarações à Rádio Castrense, a presidente nacional do STAL – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local, Cristina Torres, sublinha que esta ação é uma forma clara de os trabalhadores manifestarem a sua posição, defendendo que o Governo deve “matar” definitivamente o Pacote Laboral.

A greve insere-se num conjunto de iniciativas sindicais que têm vindo a alertar para o impacto das alterações propostas, consideradas prejudiciais aos direitos dos trabalhadores.

Com esta mobilização, a CGTP pretende reforçar a pressão sobre o Executivo, apelando à retirada das medidas e à abertura de um diálogo que salvaguarde os direitos laborais.

Marcelo Guerreiro representa municípios do interior em reunião europeia na Finlândia

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O presidente da Câmara Municipal de Ourique, Marcelo Guerreiro, participa nos dias 4 e 5 de junho, em Rovaniemi, na Finlândia, na reunião do Comité Diretor (Policy Committee) do CCRE/CEMR – Conselho de Municípios e Regiões da Europa, em representação da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

A presença de um autarca de um território do interior neste importante fórum europeu “sublinha a relevância de dar voz às regiões de baixa densidade na definição de políticas comunitárias” destaca a Câmara Municipal de Ourique. O Comité Diretor do CCRE/CEMR reúne cerca de 170 eleitos de vários países e é responsável por traçar as orientações estratégicas daquela que é a maior organização europeia de governos locais.

Marcelo Guerreiro destaca “a importância desta participação”, sublinhando que “os territórios do interior enfrentam desafios específicos, nomeadamente ao nível da mobilidade, dos serviços públicos de proximidade, da valorização das comunidades e da coesão territorial, sendo essencial que estas realidades sejam consideradas nas decisões europeias”.

A reunião decorre no âmbito do CEMR Leaders’ Summit, um encontro que junta líderes locais e regionais de vários países para dois dias de debates e reuniões sobre os principais desafios enfrentados pelos municípios e regiões.

A integração do autarca de Ourique na delegação portuguesa, indicada pela ANMP, “reforça o papel dos municípios nacionais nos espaços europeus de decisão e evidencia a importância dos territórios do interior na construção de políticas públicas mais equilibradas e próximas das populações” realça a autarquia.

Trabalhadores do distrito de Beja aderem à Greve Geral contra pacote laboral do Governo

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Os trabalhadores do distrito de Beja estão hoje mobilizados para a Greve Geral convocada pela CGTP-IN, em protesto contra o novo pacote laboral apresentado pelo Governo na Assembleia da República.

A União de Sindicatos de Beja considera que as medidas propostas representam um agravamento da precariedade laboral, promovem a desregulação dos horários de trabalho e constituem um ataque aos direitos dos trabalhadores, nomeadamente ao direito à greve, à contratação coletiva e à liberdade sindical.

Em comunicado, a estrutura sindical acusa ainda o Governo de favorecer os interesses das grandes empresas e de colocar em causa princípios constitucionais, apontando para a intenção de facilitar o despedimento sem justa causa.

A greve é apresentada pela CGTP-IN como uma forma de contestação às atuais condições de vida dos trabalhadores e ao que classifica como um retrocesso social. A organização apela à participação de trabalhadores de todos os setores de atividade e independentemente do vínculo laboral.

Entre as principais reivindicações estão o aumento dos salários para fazer face ao crescimento do custo de vida, o combate à precariedade, a melhoria das condições de conciliação entre a vida profissional e familiar e o reforço dos serviços públicos, incluindo o Serviço Nacional de Saúde, a habitação, a educação e os transportes públicos.

No distrito de Beja, a mobilização inclui uma concentração marcada para as 11h00, nas Portas de Mértola, numa iniciativa denominada “Praça da Greve”.

Segundo a CGTP-IN, a paralisação tem como objetivo exigir respostas para os problemas enfrentados pelos trabalhadores e pressionar o Governo a retirar o pacote laboral em discussão.

Homem detido por tráfico de estupefacientes em Vila Nova de Santo André

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O Comando Territorial de Setúbal da GNR, através do Posto Territorial de Vila Nova de Santo André, deteve no dia 30 de maio um homem de 31 anos por tráfico de estupefacientes, no concelho de Santiago do Cacém.

A detenção ocorreu no âmbito de uma ação de fiscalização rodoviária realizada na localidade de Foros da Quinta, em Vila Nova de Santo André, quando os militares da Guarda abordaram um veículo cujo condutor apresentou um comportamento considerado suspeito.

Na sequência da operação policial, foi efetuada uma revista de segurança ao indivíduo, tendo sido detetada a posse de produto estupefaciente.

Da ação resultou a apreensão de 25,55 doses de cocaína e 135 euros em numerário.

O suspeito foi detido, constituído arguido, e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Santiago do Cacém.

Imagem meramente ilustrativa

Greve Geral de 3 de junho mobiliza professores e investigadores contra alterações laborais

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Os educadores, professores e investigadores juntam-se esta quarta-feira, 3 de junho, à Greve Geral convocada pela CGTP-IN, numa ação de protesto contra o que consideram ser um “ataque aos direitos dos trabalhadores”.

Em causa está o pacote laboral que o Governo pretende implementar, alvo de fortes críticas por parte das estruturas sindicais. Segundo os representantes do setor da Educação e da Ciência, as medidas propostas não correspondem a um processo de modernização, mas antes a um “profundo retrocesso social”, colocando os interesses patronais acima dos direitos dos trabalhadores.

Os profissionais alertam para impactos negativos significativos, nomeadamente o agravamento da instabilidade profissional, a fragilização das carreiras e a desvalorização dos salários, tanto no ensino como na investigação científica.

A paralisação é apresentada como uma resposta de resistência à precariedade e à perda de direitos laborais, considerados conquistas de décadas de պայքo sindical.

Ao longo do dia, estão previstas várias concentrações e ações de protesto em todo o país, com dirigentes sindicais disponíveis para declarações à comunicação social em cidades como Porto, Coimbra, Lisboa, Évora, Faro, bem como nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores.

A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) apela aos órgãos de comunicação social para que acompanhem a mobilização, destacando a importância de dar visibilidade às reivindicações dos trabalhadores e ao envolvimento dos profissionais na defesa de melhores condições de trabalho e da Escola Pública.

A Greve Geral de 3 de junho surge, assim, como um momento de forte contestação social e sindical, reunindo trabalhadores de diferentes setores em torno da defesa dos direitos laborais.