Inicio Site

COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE

0

Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.

“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.

O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.

Declarações de David Marques

Leia também: https://radiocastrense.pt/beja-incentiva-ao-consumo-no-comercio-local-do-concelho/

Gonçalo Valente acusa autarquias de “passar culpas” ao Governo no atraso de obras e exige “verdade”

0

Gonçalo Valente, deputado da Aliança Democrática (AD) eleito por Beja reagiu à tomada de posição pública conjunta dos municípios de Moura, Castro Verde, Ourique e Serpa, garantindo que a responsabilidade pelos atrasos das obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) é inteiramente das câmaras locais e não do Governo.

O deputado Gonçalo Valente, acusou publicamente os municípios de Moura, Castro Verde, Ourique e Serpa de faltarem à verdade e de demonstrarem uma “falta de honestidade política”. Em causa estão os recentes pedidos de explicações dirigidas pelas autarquias à Ministra da Saúde sobre, o calendário para uma solução alternativa de financiamento destinada às obras nos centros de saúde locais com o término do PRR.

De acordo com o parlamentar, em declarações à Rádio Castrense, “as Câmaras Municipais assumiram o compromisso logo no início de 2024 em realizar estas obras. O Governo assumiu a sua parte, que foi financiar as obras, e as autarquias assumiram a sua parte, que foi executá-las. As coisas não correram bem, e aquilo que seria mais natural e normal era as câmaras fazerem a sua mea-culpa, alegando os motivos que vieram dar naquilo que deu, e serem humildes e pedir ajuda.”

Gonçalo Valente lamentou a atitude dos presidentes de câmara envolvidos, defendendo que o Executivo é “completamente alheio” ao insucesso ou atraso do processo de execução das obras.

Apesar de considerar “injusta” a posição assumida pelos autarcas, Gonçalo Valente assegurou que o Executivo não deixará de responder às necessidades das populações. Por uma questão de “responsabilidade cívica e institucional”, o Governo está a trabalhar na procura de “outros instrumentos financeiros” para garantir a concretização das empreitadas em causa.

Gonçalo Valente concluiu esclarecendo que a sua intervenção não se trata de “nenhum ataque pessoal”, mas sim de uma reação para “repor a verdade dos factos” e garantir a transparência do processo perante os cidadãos do distrito.

“Os autarcas são sempre parte da solução e nunca parte do problema” afirma Marcelo Guerreiro

0

A Federação do Baixo Alentejo do Partido Socialista (PS) repudiou as declarações do deputado do PSD eleito por Beja, que acusou os presidentes das câmaras municipais de Castro Verde, Moura, Ourique e Serpa de “falta de honestidade política atroz” por exigirem ao Governo garantias quanto à continuidade das obras de requalificação de equipamentos de saúde financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O presidente da Federação, Marcelo Guerreiro, apelou à união dos eleitos políticos da região na defesa dos investimentos na área da Saúde, considerando que a prioridade deve ser assegurar a continuidade dos projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Em declarações à Rádio Castrense, Marcelo Guerreiro defendeu que o foco deve estar na resolução dos problemas da região e não no confronto político.

“O mais importante é que os eleitos políticos da região se concentrem em defender a região e aquilo que é importante para o território, nomeadamente os investimentos na área da saúde, e menos em lançar ataques e ofensas aos autarcas, que são sempre parte da solução e nunca parte do problema”, afirmou.

O também presidente da Câmara Municipal de Ourique manifestou preocupação com a incerteza que envolve o financiamento de várias obras previstas no PRR, lembrando que o aproximar do prazo limite de execução e a rescisão de alguns contratos colocam em causa investimentos considerados essenciais para o Baixo Alentejo.

“Passado todo este tempo, alguns dos contratos começaram a ser rescindidos e ainda não sabemos em concreto qual vai ser a solução. O que nos deve mobilizar a todos — autarcas e deputados dos vários partidos — é defender o interesse da região, assegurando o financiamento para este conjunto de projetos”, sublinhou.

Entre as intervenções que considera prioritárias, Marcelo Guerreiro destacou o novo Centro de Saúde de Castro Verde e a obra da Urgência do Serviço Básico de Castro Verde, defendendo que o Governo deve encontrar rapidamente uma solução que permita garantir a continuidade da sua execução.

Entretanto, em comunicado, a Federação do Baixo Alentejo do PS repudiou as declarações do deputado social-democrata, considerando que estão em causa cerca de 5,4 milhões de euros de investimento público em infraestruturas de saúde. Os socialistas alertam para a proximidade do prazo de execução do PRR e defendem que o Baixo Alentejo “precisa de respostas, compromissos e soluções, não de sermões nem de ataques pessoais aos autarcas”.

A Federação socialista reforça que a defesa dos investimentos na Saúde deve constituir uma causa comum a todos os representantes políticos da região, independentemente da sua filiação partidária, tendo em vista garantir melhores cuidados de saúde para as populações do Baixo Alentejo.

Odemira: Hélder Guerreiro defende união do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral numa única Comunidade Intermunicipal

0

O presidente da Câmara Municipal de Odemira, Hélder Guerreiro, defendeu uma reorganização territorial que junte o Baixo Alentejo e o Alentejo Litoral numa mesma comunidade intermunicipal. O autarca considera que “essa solução permitiria reforçar a coesão do território, melhorar a articulação entre municípios e aumentar a capacidade de representação política da região”.

Na sua intervenção, em declarações à Rádio Castrense, Hélder Guerreiro afirmou que sempre foi defensor da criação de uma comunidade intermunicipal do Baixo Alentejo, agregando os 18 municípios”. Argumentou que “uma reorganização desta natureza poderia traduzir-se numa maior presença parlamentar da região e numa ligação mais eficaz entre temas como mobilidade, acessibilidades e desenvolvimento económico”.

O autarca criticou ainda “a atual fragmentação administrativa”, sublinhando que “Odemira vive uma relação institucional dividida entre Beja e o Litoral Alentejano”. Na sua leitura, essa divisão “cria dificuldades na gestão do território e não responde às necessidades reais da população e dos serviços públicos”.

Hélder Guerreiro deixou também um aviso sobre o futuro do Baixo Alentejo, defendendo que “falta uma visão estratégica mais ambiciosa para a região”. O presidente da Câmara de Odemira lamentou “a ausência de consenso político e comparou o caso com outras regiões do país que avançaram com reorganizações territoriais consideradas mais assertivas”.

Beja entre os municípios mais procurados para arrendar casa com rendas abaixo dos mil euros

0

Beja está entre os municípios portugueses mais procurados para arrendar casa onde ainda é possível encontrar rendas inferiores a 1.000 euros mensais, segundo os dados do segundo trimestre de 2026 divulgados pelo idealista.

No total, 31 dos 50 concelhos mais procurados a nível nacional apresentam rendas medianas abaixo desse valor, refletindo uma mudança gradual no mercado de arrendamento, com o interior do país a ganhar cada vez mais expressão na procura.

No distrito de Beja, destaca-se também o concelho de Moura, que surge na 15.ª posição do ranking, com uma renda mediana de cerca de 600 euros mensais, evidenciando a atratividade crescente do território alentejano para quem procura soluções mais acessíveis.

Os dados revelam que a pressão do mercado imobiliário nas grandes áreas metropolitanas continua a empurrar a procura para fora dos grandes centros urbanos, levando cada vez mais pessoas a considerar municípios do interior, onde os preços são mais competitivos e a qualidade de vida surge como fator diferenciador.

Apesar de Lisboa e os seus arredores dominarem os primeiros lugares do ranking — com a Amadora na liderança, seguida da Trofa e de Vila Franca de Xira —, os preços elevados têm limitado a presença da própria capital na lista dos mais procurados.

Entre os municípios mais caros do ranking destaca-se Sintra, com uma renda mediana de 1.651 euros mensais, enquanto no extremo oposto surgem localidades do interior como Miranda do Douro (425 euros), Campo Maior (454 euros) e Aguiar da Beira (500 euros), confirmando a crescente procura por alternativas mais económicas.

Esta tendência reforça o papel de concelhos como Beja no panorama nacional do arrendamento, afirmando-se como opções cada vez mais relevantes para quem procura habitação a preços mais acessíveis fora das grandes cidades.

Foto: Rádio Castrense

GNR alerta para aumento do furto de catalisadores e reforça fiscalização em todo o país

0

A Guarda Nacional Republicana (GNR) alertou para o aumento do furto de catalisadores e outros componentes automóveis em Portugal, registado durante o primeiro semestre de 2026. Segundo os dados divulgados, houve uma subida de cerca de 19% face ao mesmo período do ano passado, totalizando 685 ocorrências — uma média de quase quatro crimes por dia.

Deste total, 178 processos-crime dizem respeito especificamente ao furto de catalisadores, um fenómeno que tem sido impulsionado pela valorização dos metais preciosos presentes no seu interior, como o ródio, a platina e o paládio, altamente procurados nos mercados internacionais.

A GNR explica que os autores destes furtos atuam de forma rápida, recorrendo a ferramentas como rebarbadoras portáteis, conseguindo remover o catalisador em menos de um minuto. Posteriormente, os materiais são encaminhados para circuitos ilegais de reciclagem e comercialização.

Em termos geográficos, os distritos de Setúbal, Porto, Lisboa e Aveiro registam o maior número de ocorrências, mas há aumentos significativos em zonas do interior, como Portalegre, Viseu e Leiria, o que demonstra a mobilidade das redes criminosas.

Perante este cenário, a GNR tem vindo a intensificar as ações de fiscalização, nomeadamente junto de oficinas, sucateiras e operadores de gestão de resíduos, com o objetivo de controlar a origem dos metais e travar os circuitos ilegais de escoamento. Paralelamente, foi também reforçada a vigilância rodoviária.

A autoridade apela ainda à colaboração dos cidadãos, recomendando medidas de prevenção como o estacionamento em locais iluminados e vigiados, a instalação de sistemas de proteção nos veículos e a denúncia imediata de comportamentos suspeitos às autoridades.

A GNR relembra que a compra ou venda de peças sem comprovativo legal de proveniência pode constituir crime de recetação, garantindo que continuará a apostar em ações de patrulhamento, fiscalização e sensibilização para combater este tipo de criminalidade.

XVII Feira da Caça de Mértola já tem data e abre inscrições para expositores e realiza-se num novo local

0

A XVII Feira da Caça de Mértola já tem data marcada e realiza-se nos dias 24, 25 e 26 de outubro de 2026, anunciou o Município de Mértola. O evento, considerado um dos mais importantes certames cinegéticos do país, traz novidades nesta edição, desde logo com a mudança de localização.

Pela primeira vez, a feira terá lugar no Parque Desportivo e de Lazer Municipal de Mértola, um espaço que oferece melhores condições para acolher expositores, atividades ao ar livre, demonstrações e os milhares de visitantes que todos os anos se deslocam ao concelho para celebrar a caça, a natureza e o mundo rural.

No âmbito da preparação do evento, encontram-se já abertas as inscrições para expositores. Empresas, associações, organizações do setor cinegético, produtores locais, artesãos e outras entidades interessadas podem formalizar a sua participação, estando toda a documentação necessária disponível através dos canais oficiais do Município.

Ao longo dos anos, a Feira da Caça tem-se afirmado como uma referência nacional na promoção da atividade cinegética sustentável, contribuindo para a valorização dos recursos naturais, da biodiversidade, da cultura rural e da economia local. A realização da 17.ª edição reforça também o posicionamento de Mértola como Capital Nacional da Caça, reunindo profissionais, caçadores, investigadores, associações e visitantes de todo o país.

A nova localização permitirá ampliar as áreas de exposição, melhorar a circulação do público e proporcionar novas experiências aos visitantes, mantendo a identidade que consolidou a feira como um evento de destaque no calendário cinegético nacional.

O Município de Mértola convida todos os interessados a consultar o edital, regulamento e restante documentação de participação, disponíveis para consulta, e a integrarem mais uma edição deste evento que celebra a tradição cinegética, a conservação da natureza, a gastronomia e a autenticidade do território.