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COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE

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Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.

“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.

O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.

Declarações de David Marques

Leia também: https://radiocastrense.pt/beja-incentiva-ao-consumo-no-comercio-local-do-concelho/

Volta a Portugal em Bicicleta: conheça o percurso da 7.ª etapa entre Vieira do Minho e as Termas do Gerês

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A sétima etapa da Volta a Portugal conta com uma breve incursão por território espanhol e apresenta também uma das novidades desta 87.ª edição: a subida ao Germil, em Ponte da Barca.

O jornalista Teixeira Correia, em serviço especial para a rádio Castrense, lança aqui a etapa desta quinta-feira.

Festas de Santa Maria começam esta quinta feira em Ourique

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As tradicionais Festas de Santa Maria em Ourique arrancam esta quinta-feira e prolongar-se-ão até ao dia 16 de agosto, com entrada livre, e o programa inclui concertos, largadas de touros, cerimónias religiosas e animação de rua.

A música é um dos destaques do evento, com concertos de António Zambujo e Alcoolémia, na noite de quinta-feira, e da banda ÁTOA, no dia seguinte.

A câmara de Ourique na voz do seu presidente Marcelo Guerreiro destaca o cariz religioso das Festas de Santa Maria, e acredita que estamos perante uma excelente sugestão para ir vivenciar as realidades de um evento único.

Expansão das Minas de Aljustrel deve avançar com ferrovia e exigência ambiental, defende o LIVRE

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O LIVRE considera que a expansão da atividade mineira em Aljustrel, nomeadamente através do projeto da nova mina do Gavião, pode representar uma oportunidade importante para o desenvolvimento económico e demográfico do Baixo Alentejo, mas alerta que o investimento terá de ser acompanhado por maiores exigências ambientais, transparência na gestão dos recursos públicos e uma aposta clara na ferrovia.

Em comunicado, o partido saúda o potencial socioeconómico do projeto promovido pela ALMINA, que prevê um investimento de cerca de 250 milhões de euros e a criação de aproximadamente 150 postos de trabalho diretos e indiretos. Para o LIVRE, a exploração de cobre e zinco, considerados recursos relevantes para a transição energética e para a eletrificação da economia, pode contribuir para combater a desertificação demográfica da região.

No entanto, o partido considera que a dimensão do projeto exige um planeamento logístico adequado e não pode traduzir-se numa dependência exclusiva do transporte rodoviário.

“O escoamento anual de 1,5 milhões de toneladas de minério não deve ficar refém de um regime de exclusividade rodoviária”, defende o LIVRE, sublinhando que, apesar da nova variante de Aljustrel retirar parte do tráfego pesado do centro urbano, a circulação de camiões nas estradas da região continuará a representar impactos ambientais.

Ferrovia deve ser prioridade

A reativação do Ramal Ferroviário de Aljustrel é apontada pelo partido como uma das principais prioridades. O LIVRE entende que o Estado deve assumir a liderança deste processo, de forma a criar uma alternativa estrutural ao transporte rodoviário de minério.

“Ora, a sobrecarga diária das estradas da região não elimina as emissões de gases com efeito de estufa nem as partículas poluentes da atmosfera”, alerta o partido, que defende que a ferrovia deve assumir um papel central no modelo de transporte associado à expansão mineira.

O LIVRE considera positiva a intenção manifestada pela ALMINA de avançar para uma frota de camiões totalmente elétrica, mas questiona a ausência desse compromisso nos documentos oficiais submetidos à avaliação ambiental.

“Uma vez que o que não está escrito na Declaração de Impacte Ambiental não tem força legal, alertamos que a eletrificação da frota deve passar de intenção a compromisso”, afirma o partido, defendendo que a utilização de veículos pesados elétricos deve constituir uma obrigação vinculativa para o projeto.

Mais receitas para o Estado e para o município

Outra das preocupações manifestadas pelo LIVRE prende-se com o modelo económico da concessão. O partido defende um aumento das contrapartidas financeiras pagas ao Estado pela exploração dos recursos minerais e um reforço das verbas destinadas diretamente à autarquia de Aljustrel.

Para o partido, tratando-se de recursos finitos e pertencentes ao domínio público, a exploração mineira deve gerar uma compensação proporcional para o território onde ocorre.

“A verdadeira compensação local exige a atualização do modelo de concessão”, sustenta o LIVRE, defendendo que uma parte mais significativa das receitas deve ser aplicada no desenvolvimento do município e na mitigação dos impactos provocados pela atividade mineira.

O partido reclama ainda maior transparência relativamente ao contrato de concessão e às metodologias utilizadas para calcular as contrapartidas financeiras.

Nesse sentido, propõe a adoção formal de regras internacionais de transparência aplicáveis à indústria extrativa, permitindo um maior escrutínio público sobre as receitas, dividendos e restantes benefícios económicos associados à exploração.

Proteção dos aquíferos e do montado

Na área ambiental, o LIVRE considera essencial garantir condições rigorosas para o armazenamento das águas industriais e prevenir eventuais escorrências ácidas ou contaminação dos aquíferos existentes na região.

O partido chama igualmente a atenção para o impacto do projeto sobre o montado, salientando que o estudo prevê a afetação de mais de quatro hectares.

Perante este cenário, o LIVRE considera necessária uma fiscalização rigorosa por parte do ICNF e da Agência Portuguesa do Ambiente sobre a execução das medidas de compensação previstas, nomeadamente a plantação de 3600 sobreiros e azinheiras.

“É crucial garantir a total segurança no armazenamento das águas industriais, acautelando qualquer risco de escorrências ácidas e de contaminação dos aquíferos locais”, afirma o partido.

Poeiras e explosivos preocupam população

As preocupações das populações locais relativamente à dispersão de poeiras e às vibrações provocadas pelas operações com explosivos são também destacadas pelo LIVRE.

O partido defende que devem ser utilizadas metodologias de exploração seguras e que seja ativada uma rede permanente de monitorização da qualidade do ar, em articulação com a CCDR Alentejo.

Para o LIVRE, o acompanhamento dos impactos ambientais e da qualidade de vida das populações não pode limitar-se à fase de avaliação do projeto, devendo existir fiscalização e monitorização contínuas durante a exploração.

O partido conclui que apoia o aproveitamento dos recursos minerais enquanto contributo para o desenvolvimento sustentável, mas considera que a expansão das Minas de Aljustrel deve ficar associada a quatro condições fundamentais: investimento na ferrovia, transparência na exploração dos recursos públicos, rigor na proteção ambiental e respeito pelas comunidades locais e pelo território.

“Esta atividade deve pautar-se pelo investimento na ferrovia, por uma transparência total, pelo rigor ambiental e pelo escrupuloso respeito pelas comunidades locais e pelo território”, conclui o LIVRE.

“Há uma necessidade urgente de se apostar na formação das pessoas” afirma Teresa Tavares de Almeida

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A presidente da Cáritas Diocesana de Beja considera fundamental que se faça uma aposta na formação de pessoas em áreas onde há uma manifesta falta de profissionais que fazem falta à sociedade, como por exemplo, pedreiros.

Teresa Tavares de Almeida, não tem a menor duvida de que a região precisa destes profissionais, precisa dos imigrantes, e as instituições sociais precisam que o Estado seja mais célere nos compromissos financeiros que assume.

PCP leva situação da Santa Casa de Serpa à Assembleia da República e exige respostas ao Governo

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O PCP levou à Assembleia da República a situação da Santa Casa da Misericórdia de Serpa, através de uma pergunta dirigida à ministra da Saúde, na qual exige esclarecimentos e medidas concretas para fazer face à crise que afeta a instituição e ao futuro do Hospital de São Paulo.

Segundo o PCP, a situação financeira e institucional da Santa Casa é “insustentável”, estando em causa não apenas a continuidade das respostas de saúde, mas também a própria sobrevivência da instituição. O partido alerta para o futuro do Hospital de São Paulo, da Unidade de Cuidados Continuados e de várias respostas sociais, nomeadamente o Lar e o Serviço de Apoio Domiciliário, que acompanha mais de uma centena de utentes.

Na iniciativa entregue no Parlamento, o PCP recorda que há vários anos tem alertado para os riscos associados ao modelo de transferência do Hospital de São Paulo para a Misericórdia. Na sua perspetiva, a situação atual veio confirmar essas preocupações, com dificuldades financeiras, problemas laborais e assistenciais e uma instituição atualmente “numa situação de enorme fragilidade”.

O partido aponta ainda responsabilidades às opções políticas que conduziram ao atual cenário, referindo, em particular, as decisões tomadas pelo então secretário de Estado da Saúde, Ricardo Mestre, no âmbito do processo relacionado com o Hospital de São Paulo e o Bloco Operatório.

PCP rejeita solução com privados

A posição do PCP surge também na sequência da decisão tomada pelos associados da Santa Casa da Misericórdia de Serpa, no passado dia 28 de julho, que rejeitaram a proposta de gestão partilhada com um grupo privado de saúde, abrangendo respostas sociais e de saúde.

Para os comunistas, essa decisão deve ser respeitada e a resolução da crise da instituição não pode passar pela entrega dos seus serviços a interesses privados.

O PCP defende que cabe à Administração Central assumir as suas responsabilidades no financiamento e na garantia dos cuidados de saúde, considerando que a solução para o Hospital de Serpa não pode ser deixada exclusivamente nas mãos dos utentes, movimentos de cidadãos ou autarquias.

Neste contexto, o partido questiona também a posição assumida durante a campanha eleitoral pelo atual presidente da Câmara Municipal de Serpa, Francisco Picareta, que terá defendido um papel central do Município na resolução do problema. Para o PCP, a responsabilidade pela prestação e financiamento dos cuidados de saúde é, em primeiro lugar, do Estado.

Regresso do Hospital ao SNS

O PCP reafirma, por isso, a sua defesa do regresso do Hospital de São Paulo ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), considerando que a população de Serpa necessita de uma resposta pública, estável e de qualidade.

O partido exige igualmente garantias para os trabalhadores, continuidade das respostas para os utentes e uma solução que permita assegurar o futuro da Santa Casa da Misericórdia de Serpa, sem desmantelamento dos seus serviços e sem a sua entrega a interesses privados.

“Agora é tempo de passar das palavras aos atos”, afirma o PCP, que pretende obter do Governo respostas concretas sobre as responsabilidades do Estado, o futuro do Hospital de São Paulo e a continuidade das respostas sociais e de saúde prestadas pela Santa Casa.

O partido conclui reafirmando a sua posição: “Hospital de São Paulo no SNS. Saúde e proteção social ao serviço da população.”

Novo projeto de investigação arqueológica arranca no Outeiro do Circo

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O povoado fortificado da Idade do Bronze do Outeiro do Circo, localizado entre Mombeja e Beringel, no concelho de Beja, vai ser alvo de um novo projeto de investigação arqueológica, com uma campanha de escavações prevista entre 17 de agosto e 11 de setembro de 2026.

Com cerca de 3000 anos, o sítio arqueológico tem vindo a ser estudado desde 2008. Os trabalhos de campo foram, contudo, suspensos em 2021, dando lugar a uma fase de estudos laboratoriais e de gabinete dedicada à análise da vasta coleção de aproximadamente 30 mil artefactos recolhidos no local.

O novo projeto, que decorrerá entre 2026 e 2029, terá como investigador responsável o Professor Doutor Nelson J. Almeida, docente de Arqueologia na Universidade de Évora e investigador integrado da UNIARQ – Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa. O investigador mantém também ligações à Universidade Complutense de Madrid e ao Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology, em Leipzig, sendo colaborador de longa data do Projeto Arqueológico do Outeiro do Circo.

A nova fase de investigação contará com uma equipa renovada, mantendo, contudo, a colaboração dos anteriores responsáveis científicos e a continuidade das principais linhas de investigação e divulgação desenvolvidas ao longo de 18 anos.

Escavação e futura valorização do sítio

Um dos principais objetivos para os próximos quatro anos passa pelo alargamento da área de escavação junto a um troço da muralha do povoado. A intervenção pretende, entre outros fins, criar condições para uma futura abertura do sítio arqueológico à visitação.

A divulgação científica e patrimonial será igualmente reforçada, com a aposta na internacionalização do projeto, através de uma presença mais regular em encontros científicos internacionais e da realização de iniciativas dirigidas às comunidades locais.

O projeto é financiado pela Câmara Municipal de Beja e conta com a parceria da União de Freguesias de Santa Vitória e Mombeja, de O Legado da Terra, Cooperativa de Responsabilidade Limitada, e do Museu Rainha Dona Leonor, em Beja.

A retoma dos trabalhos de campo representa, assim, uma nova etapa na investigação e valorização do Outeiro do Circo, um dos importantes testemunhos da ocupação da região de Beja durante a Idade do Bronze.

GNR recupera cria de Mocho-Galego em Moura

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Uma cria de Mocho-Galego (Athene noctua) foi resgatada, no dia 11 de agosto, por militares do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) do Destacamento Territorial de Moura da GNR, no concelho de Moura.

A intervenção aconteceu na sequência de um alerta feito por um cidadão, que comunicou às autoridades a presença de uma ave caída no solo, aparentemente debilitada e desorientada.

Os militares deslocaram-se ao local e encontraram a cria de Mocho-Galego impossibilitada de voar. Depois de recolhida e avaliado o seu estado, a ave foi encaminhada para o Centro de Recuperação de Fauna do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

No centro de recuperação, o animal irá receber os cuidados necessários, com o objetivo de recuperar e, posteriormente, ser devolvido ao seu habitat natural.

A GNR destaca a importância da colaboração da população na proteção da fauna selvagem, permitindo uma resposta rápida sempre que sejam encontrados animais silvestres feridos, debilitados ou em situação de risco.

Através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), a GNR mantém a proteção da natureza, do ambiente e da biodiversidade como uma das suas prioridades.

As situações relacionadas com animais selvagens em perigo podem ser comunicadas através da Linha SOS Ambiente e Território, através do número 808 200 520.

Associação de Profissionais da Guarda quer ver o governo a reconhecer a sua atividade como “profissão de risco”

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As forças de segurança em Portugal, incluindo os militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) e os agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP), exigem há vários anos que o Governo e a Assembleia da República reconheçam formalmente a sua atividade como profissão de risco.

O dirigente da Associação de Profissionais da Guarda, Luís Matos, recorda que estamos perante uma velha e inabdicável reivindicação, enquanto avisa o ministro da Administração Interna para que não se esqueça de que as promessas eleitorais são para cumprir, e não para ficarem na gaveta do esquecimento.

Ourique reforça a recolha seletiva de resíduos com dois Ecocentros Móveis

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O concelho de Ourique conta, desde ontem, 12 de agosto, com dois Ecocentros Móveis, uma nova solução destinada a facilitar a separação e a deposição correta de resíduos urbanos que, pelas suas características, não devem ser colocados nos contentores ou ecopontos convencionais.

Os equipamentos funcionam como pontos de recolha de proximidade, permitindo aos munícipes depositar, de forma segura e gratuita, diferentes tipos de resíduos para posterior valorização e tratamento adequado.

Entre os materiais que podem ser entregues encontram-se pequenos equipamentos elétricos e eletrónicos, embalagens contaminadas, nomeadamente de sprays, óleos e lubrificantes, pilhas e carregadores portáteis, rolhas de cortiça, tinteiros e toners, cápsulas de café e materiais multimédia fora de uso, como cassetes de áudio e vídeo, CDs e DVDs.

Atualmente, os dois Ecocentros Móveis estão instalados na Cerca de São Lourenço, junto à Estrada de Garvão, e no Loteamento Rosal Sul – Lote 2 E.

De caráter itinerante, os equipamentos irão mudar de localização, sendo os novos locais divulgados oportunamente pelo Município de Ourique.

Com esta iniciativa, o Município pretende reforçar as boas práticas de sustentabilidade no concelho, incentivando a correta separação e gestão dos resíduos e contribuindo para a proteção do ambiente.

A iniciativa é cofinanciada pelo Programa Regional Alentejo 2030 e pela União Europeia, no âmbito do Portugal 2030.