COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE
Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.
“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.
O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.
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Deputados do PS criticam burocracia na isenção de portagens na A2 e A6
Os deputados socialistas eleitos pelos círculos do Alentejo manifestaram críticas à burocracia associada ao processo de isenção de portagens nas autoestradas A2 – Autoestrada do Sul e A6 – Autoestrada Marateca-Estremoz, considerando que as regras agora definidas pelo Governo dificultam a aplicação da medida.
Em causa está a Portaria n.º 131/2026/1, publicada em Diário da República, que determina que os beneficiários da isenção — residentes ou empresas em áreas de influência destas vias — têm de requerer, junto do fornecedor de serviços eletrónicos de portagem, a associação do dispositivo de bordo ao regime de isenção.
Segundo o diploma, este pedido deve ser feito anualmente e acompanhado por documentação como o registo de propriedade do veículo ou certificado de matrícula. No caso de veículos em leasing, será ainda necessário apresentar documento do locador com identificação e morada do utilizador.
Para os deputados Pedro do Carmo, Luís Dias e Luís Testa, estas exigências não fazem sentido, uma vez que o dispositivo eletrónico de pagamento de portagens já contém a informação necessária sobre o proprietário do veículo e a respetiva residência.
Os parlamentares consideram que esta regulamentação “acrescenta uma camada de burocracia” que poderá dificultar o acesso ao benefício, criticando ainda o tempo que o processo demorou até ser concretizado.
Além disso, apontam falta de clareza na forma como os utentes devem proceder ao pedido, questionando se será disponibilizado um modelo específico ou se cada utilizador terá de contactar individualmente as entidades responsáveis.
A medida abrange pessoas e empresas com residência ou sede em territórios do Alentejo inseridos nas áreas de influência da A2, entre o nó A2/A6/A13 e Almodôvar, e da A6, entre o nó A2/A6/A13 e Caia.
Os deputados defendem que, estando já previsto o uso de dispositivos eletrónicos associados à matrícula para aceder à isenção, não se justificam as exigências administrativas agora impostas.
Portagens gratuitas na A2 e A6 para residentes no Alentejo a partir de 1 de abril
Foi publicada esta segunda-feira em Diário da República a Portaria n.º 131/2026/1, de 30 de março, que regulamenta o acesso ao regime de isenção de portagens para residentes e empresas localizadas em zonas do Alentejo abrangidas pelas autoestradas A2 – Autoestrada do Sul e A6 – Autoestrada Marateca-Caia.
A medida decorre do Orçamento do Estado para 2026 e aplica-se a pessoas singulares e coletivas com residência ou sede na área de influência da A2, entre o nó A2/A6/A13 e Almodôvar, e da A6, entre o nó A2/A6/A13 e Caia.
De acordo com o diploma, a isenção será atribuída através da utilização de um dispositivo eletrónico de portagem, associado à matrícula do veículo, permitindo a identificação automática dos beneficiários nos troços abrangidos, sem necessidade de verificação presencial.
Para aceder ao regime, os interessados devem aderir previamente a um serviço eletrónico de portagens e solicitar, de forma desmaterializada, a associação do equipamento de bordo à isenção junto do respetivo fornecedor. O pedido deve ser acompanhado por documentos como o certificado de matrícula ou o registo de propriedade do veículo, ou, em caso de leasing, documentação que identifique o utilizador.
Uma vez validado, o benefício tem a duração de um ano, devendo ser renovado anualmente mediante o envio atualizado da documentação exigida, com pelo menos 30 dias de antecedência. O incumprimento deste procedimento poderá levar à perda da isenção, embora seja possível apresentar novo pedido, sujeito ao pagamento de custos administrativos.
O objetivo do Governo é garantir maior controlo e evitar utilizações indevidas do regime, ao mesmo tempo que se simplifica o processo através da desmaterialização dos procedimentos.
A portaria entre em vigor no próximo dia 1 de Abril.
“Festival Sabores do Borrego foi o melhor de sempre” afirma António José Brito
Terminou ontem, em Castro Verde, a 7.ª edição do Festival “Sabores do Borrego”, um certame que a autarquia classifica como a “melhor edição de sempre”.
O presidente da Câmara Municipal de Castro Verde, António José Brito, destacou o sucesso da iniciativa, sublinhando que este foi mais um importante momento de valorização do território do Campo Branco.
O autarca afirmou ainda nunca ter assistido a uma edição tão marcante como esta, evidenciando o impacto positivo do festival junto de visitantes, produtores e agentes locais.
Semana Gastronómica do Borrego continua a decorrer até ao dia 5 de abril
O Borrego do Campo Branco continua a estar em destaque nas mesas da região com a realização de mais uma edição da Semana Gastronómica do Borrego, que decorre entre os dias 27 de março e 5 de abril.
Durante este período, restaurantes aderentes dos concelhos de Castro Verde, Aljustrel e Ourique irão apresentar nas suas ementas diversos pratos confecionados com este produto emblemático, valorizando os sabores e a tradição gastronómica do Campo Branco.
A iniciativa integra o Festival Sabores do Borrego 2026, que terminou ontem, contando com a participação de 14 restaurantes da região.
No concelho de Castro Verde participam vários estabelecimentos, enquanto em Entradas aderem também restaurantes locais. Já em Aljustrel e Ourique, diferentes espaços de restauração associam-se igualmente à iniciativa, reforçando a abrangência territorial do evento.
Mais do que uma celebração gastronómica, esta semana pretende promover e valorizar o Borrego do Campo Branco enquanto produto endógeno de excelência, fortalecendo a ligação entre produtores, restauração e todos aqueles que procuram experiências autênticas à mesa.
A Semana Gastronómica do Borrego é promovida pela Câmara Municipal de Castro Verde, em parceria com a Associação de Agricultores do Campo Branco e o Campo Branco – Agrupamento de Produtores Pecuários, S.A., contando ainda com a colaboração dos municípios de Aljustrel e Ourique, bem como dos restaurantes aderentes.
Câmara de Castro Verde apresentou ontem a 1º edição do “Festival Liberdade” que se realiza de 24 a 26Abril
A Câmara Municipal de Castro Verde apresentou ontem à tarde o primeiro Festival da Liberdade, que vai decorrer nos dias 24, 25 e 26 de abril, no Parque da Liberdade.
De acordo com a autarquia, o evento tem como principal objetivo celebrar os valores da Liberdade, da Democracia e da Tolerância, tendo os jovens e o futuro como eixos centrais da iniciativa.
No que diz respeito ao programa musical, o festival contará com concertos ao longo dos três dias. A abertura, a 24 de abril, estará a cargo da Banda Filarmónica 1.º de Janeiro, acompanhada pela cantora Filipa Sousa, num momento evocativo da Revolução dos Cravos.
No dia 25 de abril, sobe ao palco o grupo alentejano Bandidos do Cante, recentemente vencedor do “clássico” Festival RTP da Canção.
O encerramento, a 26 de abril, fica marcado pelos concertos de Inês Gonçalves e dos Putos do Rock, que prometem trazer energia e diversidade musical ao último dia do evento, como destacou o vereador David Marques.
Conselho de Redação da Antena 1 convoca protesto contra mudanças na rádio pública
O Conselho de Redação da rádio pública da RTP convocou um protesto para esta segunda-feira, em contestação às alterações previstas para as marcas das rádios do grupo.
Em causa está a decisão de uniformizar a identidade das estações, que passarão a designar-se como RTP Antena 1, RTP Antena 2, RTP Antena 3, RTP Mundo e RTP África. A medida insere-se numa estratégia mais ampla de unificação da marca da empresa.
Rejeitando esta orientação, a redação considera que a mudança coloca a rádio pública — incluindo Antena 1, Antena 2, Antena 3, RDP África e RDP Internacional — num papel secundário, apesar de estas marcas apresentarem atualmente níveis elevados de reconhecimento e audiências em crescimento.
Em comunicado, o Conselho de Redação afirma que a decisão confirma os receios já manifestados pelos profissionais. “A Direção de Informação da Rádio confirmou aquilo que temíamos e não queríamos. A partir de agora, passamos a ser RTP Antena 1, RTP Antena 2, RTP Antena 3, RTP Mundo e RTP África em todo o lado”, pode ler-se.
Os jornalistas consideram que esta mudança representa uma desvalorização da identidade própria da rádio pública. “Consideramos que isto é um ataque à nossa identidade”, afirmou Ana Isabel Costa, membro do Conselho de Redação da Antena 1, em declarações à Rádio Castrense.
O protesto deverá decorrer à porta das instalações da RTP, reunindo trabalhadores que contestam a decisão e apelam à sua revisão.
STAL acusa EMAS de tentar impor “serviços máximos” e anuncia greve ao trabalho em regime de prevenção
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) denunciou esta semana uma tentativa da administração da EMAS de impor “serviços máximos”, considerando que tal constitui uma afronta à Constituição e ao direito à greve, cujo 50.º aniversário se assinala este ano.
Em reação, o STAL decretou uma greve ao trabalho em regime de prevenção, que abrange o trabalho extraordinário e os períodos de prevenção escalados, com início na próxima segunda-feira, 30 de março, mantendo-se até que sejam revistas as condições de pagamento e os valores aplicáveis neste regime. O sindicato sublinha que a greve não afeta o período normal de trabalho dos trabalhadores, nem visa a satisfação de necessidades sociais impreteríveis, pelo que não apresentou qualquer proposta de serviços mínimos.
O sindicato critica a tentativa da EMAS de transformar o piquete de greve em “serviços mínimos”, mantendo o funcionamento normal da empresa e, na prática, negando aos trabalhadores escalados o exercício de um direito fundamental. Segundo o STAL, continuar a laborar normalmente enquanto se invocam “necessidades sociais impreteríveis” configura uma situação de extrema gravidade, dada a natureza pública da empresa.
Em causa está também a reivindicação de um pagamento mínimo de 180 euros por mês aos trabalhadores em regime de prevenção, independentemente do número de escalas em que estejam integrados – um valor que representa apenas 0,1% do orçamento da EMAS e cerca de 7% dos resultados de 2024. O sindicato defende ainda o direito dos trabalhadores a sair do regime de disponibilidade, mas acusa a administração de recusar qualquer negociação sobre estas questões, ignorando a dedicação e profissionalismo de quem presta um serviço essencial à população.
Prevenção Rodoviária lança campanha digital para viagens seguras na Páscoa
A Prevenção Rodoviária Portuguesa apresentou uma nova campanha digital de sensibilização para a segurança rodoviária, antecipando o aumento do tráfego nas estradas durante o período da Páscoa.
Com o mote “Até o Coelhinho da Páscoa sabe…”, a iniciativa aposta numa abordagem criativa para transmitir mensagens de prevenção, colocando a figura simbólica desta época no papel de um condutor responsável. A campanha dirige-se sobretudo ao público familiar, incentivando a adoção de comportamentos mais seguros ao volante.
Em comunicado, a entidade alerta para os principais fatores de risco associados à sinistralidade rodoviária, nomeadamente o excesso de velocidade, o consumo de álcool, a fadiga, a distração e o transporte incorreto de crianças.
A Prevenção Rodoviária Portuguesa reforça ainda que a segurança nas estradas depende de todos os utilizadores, apelando ao planeamento das viagens, à verificação das condições dos veículos e ao cumprimento das regras de circulação. A realização de pausas regulares em trajetos mais longos é igualmente recomendada.
A campanha será divulgada através das plataformas digitais e redes sociais, com conteúdos visuais que retratam o Coelhinho da Páscoa em diferentes contextos rodoviários.
Com esta ação, a entidade pretende contribuir para a redução da sinistralidade numa das épocas do ano com maior volume de deslocações.



