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COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE

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Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.

“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.

O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.

Declarações de David Marques

Leia também: https://radiocastrense.pt/beja-incentiva-ao-consumo-no-comercio-local-do-concelho/

Presidente da Câmara de Castro Verde está “indignado” e “exige” que sejam colocados médicos no Centro de Saúde local

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O presidente da câmara de Castro Verde manifesta “enorme preocupação” com a situação funcional do Centro de Saúde de Castro Verde, que tem falta de médicos e de administrativos.

António José Brito afirma que “estas circunstancias afetam a prestação de cuidados de saúde em Castro Verde e nas freguesias”.

O autarca socialista exige que o governo “reponha a regularidade funcional do Centro de Saúde” e lamenta que a ministra da saúde não responda às suas reivindicações e que a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, “também não tenha qualquer resposta” às sua inquietudes.

O autarca de Castro Verde afirma que “não vai calar a voz” até que o Centro de Saúde “volte a prestar os cuidados de saúde que os castrenses merecem”.

Assinalam-se hoje 29 anos do Temporal de 5 de novembro de 1997 que deixou uma onda de destruição e mortes no distrito de Beja

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Assinalam-se esta quinta-feira 29 anos do Temporal de 5 de novembro de 1997. O temporal que assolou o Alentejo no dia 5 de novembro de 1997 foi uma das catástrofes naturais mais graves da região nas últimas décadas, marcado por chuvas de intensidade torrencial e cheias relâmpago devastadoras.

Este fenómeno meteorológico resultou da passagem de uma depressão com características tropicais que atingiu uma vasta faixa do sul do país, estendendo-se desde o Algarve ao Alentejo.

A violência e a rapidez com que a água caiu transformou ribeiras e pequenas linhas de água em rios caudalosos em poucas horas, arrastando consigo lama, detritos e tudo o que encontrava pelo caminho. O saldo mais trágico deste evento foi o registo de onze a doze vítimas mortais em território nacional, espalhadas pela trajetória da tempestade.

Os distritos de Beja e Setúbal foram os mais afetados, com concelhos como Beja, Ourique, Aljustrel, Moura, Castro Verde e Odemira a sofrerem prejuízos incalculáveis. Além das perdas de vidas Humanas, a catástrofe resultou na destruição de pontes e de infraestruturas rodoviárias, no corte de comunicações essenciais e na interrupção dos abastecimentos básicos, como energia e água.

Naquele dia, muitas casas foram destruídas ou ficaram inabitáveis, deixando centenas de famílias desalojadas, e os prejuízos na agricultura e pecuária foram significativos. Em locais como Beja, a precipitação ultrapassou os cem milímetros em apenas vinte e quatro horas, sendo que a maior parte desta chuva extrema caiu concentrada em apenas seis horas durante a fatídica noite de 5 de novembro, levando a uma grande mobilização de meios de socorro e à posterior declaração de calamidade pública em várias zonas atingidas, face aos milhões de contos (a antiga moeda portuguesa) em prejuízos materiais.

As perdas humanas resultantes do temporal de 5 de novembro de 1997, que vitimou cerca de doze pessoas em Portugal, concentraram-se de forma trágica em várias localidades rurais do Distrito de Beja, as mais atingidas pela violência das cheias relâmpago. A localidade do Carregueiro, no concelho de Aljustrel, foi uma das mais flageladas, com o registo de quatro vítimas mortais. Igualmente dramático foi o balanço no concelho de Ourique, onde se contabilizaram seis óbitos distribuídos por freguesias como Garvão, Funcheira e Santana da Serra.

Adicionalmente, registou-se uma vítima mortal em Sobral da Adiça, no concelho de Moura, e mais uma pessoa perdeu a vida na estrada que liga Serpa a Brinches, no concelho de Serpa.

Também fortemente assoladas por essa tempestade naquele dia 5 de novembro de 1997, foram as localidades de Quintos, Salvada, Cabeça Gorda e Albernoa, no concelho de Beja.

Fotos de Arquivo – Diário do Alentejo

Presidente da Câmara de Alvito exige intervenção urgente na EN257 e alerta para perigo na estrada

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O presidente da Câmara Municipal de Alvito, José Efigénio, volta a alertar para os problemas de segurança rodoviária na Estrada Nacional 257, considerando urgente uma intervenção que permita melhorar as condições de circulação e reduzir o risco de acidentes.

Numa posição pública, o autarca manifesta preocupação com o aumento do perigo naquela via, apontando o tráfego intenso, as condições de circulação e a sucessão de acidentes como motivos de alarme.

José Efigénio lembra que já levou estas preocupações às entidades responsáveis, tendo reunido com o ministro das Infraestruturas e Habitação e com a diretora regional de Beja e Faro da Infraestruturas de Portugal. Nessas reuniões, foram apresentadas as dificuldades sentidas e reivindicadas soluções para a estrada.

No entanto, o presidente da autarquia considera que, apesar dos contactos realizados, continuam a faltar respostas concretas. O responsável defende que não basta realizar reuniões ou assumir compromissos, sendo necessário avançar com medidas no terreno que garantam a segurança dos automobilistas.

Para José Efigénio, a situação não pode continuar sem uma intervenção das entidades competentes, alertando que por detrás dos acidentes estão pessoas e famílias afetadas.

O autarca insiste, por isso, na necessidade de uma intervenção urgente na EN257, defendendo que a segurança de quem utiliza diariamente aquela estrada deve ser uma prioridade e que não se deve esperar por uma tragédia de maiores dimensões para agir.

Alentejo entre as regiões com maior risco sísmico a nível nacional – Proteção Civil alerta para importância da prevenção

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O risco de ocorrência de um sismo de grandes dimensões continua a ser uma realidade em Portugal, com o Alentejo entre as regiões mais vulneráveis. A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) lembra que não é possível prever quando poderá acontecer um terramoto e reforça a necessidade de a população estar preparada.

O alerta foi deixado por Carlos Mendes, diretor nacional de prevenção e gestão de riscos da ANEPC, em declarações à agência Lusa. Segundo o responsável, a Área Metropolitana de Lisboa, o Vale do Tejo, o Alentejo e o Algarve concentram as zonas onde os sismos mais intensos registados ao longo da história provocaram maiores danos.

Embora um abalo de elevada magnitude possa ter consequências em todo o território continental, são estas regiões que apresentam maior exposição ao risco.

Carlos Mendes sublinha que a ocorrência de um sismo não pode ser antecipada pela ciência. A qualquer momento poderá acontecer um abalo, pelo que considera fundamental que os cidadãos saibam como reagir durante o fenómeno e nas horas seguintes.

A preparação da população poderá também fazer a diferença nas operações de socorro, permitindo que cada pessoa ajude familiares e vizinhos e colabore com as autoridades, em vez de contribuir para situações de pânico.

Quanto à capacidade de resposta do país, o responsável reconhece que nenhuma nação está completamente preparada para enfrentar um grande terramoto. Apesar de Portugal dispor atualmente de normas de construção que conferem maior resistência sísmica aos edifícios, muitas construções são anteriores à regulamentação mais recente.

Além dos danos nas habitações, um sismo de grande dimensão poderá comprometer transportes, serviços digitais, redes de abastecimento e o funcionamento normal das comunidades.

O aviso surge no âmbito do exercício nacional “A Terra Treme”, promovido esta quinta-feira pela Proteção Civil, com o objetivo de sensibilizar a população para o risco sísmico e divulgar comportamentos de autoproteção.

Apesar de reconhecer uma maior consciência pública sobre esta ameaça, também impulsionada por sismos recentes registados noutros países, Carlos Mendes considera que ainda persiste a ideia de que um acontecimento desta natureza dificilmente afetará Portugal.

O responsável lembra que já passaram mais de dois séculos desde o último grande sismo no país, mas alerta que esse intervalo não significa que Portugal esteja livre de voltar a enfrentar um fenómeno semelhante.

A mensagem da Proteção Civil é clara: não é possível saber quando acontecerá o próximo grande sismo, mas é possível reduzir os riscos através da informação, da prevenção e da preparação de cada cidadão.

Rádio Castrense / Lusa

“Mais de 80% dos Alentejanos não beneficiam um cêntimo com o projeto de Alqueva” lamenta Manuel Valadas

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“O Alentejo é a região mais pobre de Portugal, segundo um estudo do Instituto Nacional de Estatística, e deve esta regressão demográfica e económica aos governos, e aos autarcas, que nunca souberam potenciar a riqueza desta região” afirma em tom muito critico, o rosto do movimento cívico AMALENTEJO.

Manuel Valadas diz que é “absolutamente lamentável” que mais de 80% dos alentejanos não beneficiem, um cêntimo, sequer, com a riqueza produzida pelo maior projeto do Alentejo, o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, e já não se espanta pelo despovoamento e desertificação física e humana de um região absolutamente única.

PJ detém três suspeitos de rapto e extorsão. Vítima foi libertada no próprio dia

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A Polícia Judiciária (PJ) deteve três homens estrangeiros, com idades entre os 24 e os 44 anos, suspeitos de envolvimento num caso de rapto e extorsão. A vítima foi localizada e libertada no mesmo dia, 1 de novembro, numa operação conduzida pela Unidade Nacional Contraterrorismo.

A investigação teve início durante a tarde, pelas 14h30, depois de a PJ receber uma comunicação a alertar para um rapto em curso. A vítima, também de nacionalidade estrangeira, estaria a ser mantida privada da liberdade por indivíduos da mesma nacionalidade.

Segundo a investigação, na origem do crime estará a cobrança coerciva de uma alegada dívida. A vítima terá sido raptada como forma de pressão, com o objetivo de obrigar ao pagamento, não só a própria, mas também os seus familiares.

Na sequência das diligências realizadas pelas autoridades, foi possível localizar a vítima cerca das 21h30. O cidadão encontrava-se ainda na presença de três dos alegados raptores, que foram detidos em flagrante delito.

Os suspeitos foram presentes a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhes sido aplicada a medida de coação mais gravosa: prisão preventiva.

A Polícia Judiciária mantém a investigação em curso, procurando esclarecer integralmente as circunstâncias do caso e identificar outros possíveis envolvidos.