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COVID-19: IN CASTRO APOIA EMPRESAS DO CONCELHO DE CASTRO VERDE

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Até à data, os serviços sediados no “IN Castro” contabilizavam o contacto direto com mais de 70 microempresas ligadas aos sectores da restauração, alojamento e similares, comércio por grosso e a retalho e construção civil.

“Paralelamente, foram instruídos 13 processos de candidatura à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, num valor global total de 42.750€, sendo que, desse montante já foram aprovados 20.250€” revela o vereador David Marques.

O autarca socialista esclarece ainda que, “através dos serviços de apoio prestados foram ainda atribuídas 8 certificações PME pelo IAPMEI, necessárias para aceder à Linha de Apoio à Tesouraria COVID-19 para microempresas do setor do Turismo e Restauração, efetuadas 2 candidaturas ao lay-off simplificado e aos apoios para sócios-gerentes, 1 selo Clean & Safe para restauração e apresentada 1 candidatura ao Programa Adaptar”.

Declarações de David Marques

Leia também: https://radiocastrense.pt/beja-incentiva-ao-consumo-no-comercio-local-do-concelho/

O PCP começa esta sexta-feira uma “Jornada Nacional de protesto e luta em defesa” do SNS

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Segundo a nota de imprensa do partido comunista, esta ação nasceu da preocupação “perante a aceleração do processo de desmantelamento do SNS, devido à contínua desresponsabilização do Estado e do crescimento da intervenção dos grupos privados no sector”.

Motivos que levaram o PCP a avançar com um protesto em todo o país, para “defender e valorizar o SNS” que, de acordo com o partido, conta “com menos verbas, profissionais em número insuficiente e com carreiras desvalorizadas”.

O dirigente do PCP em Beja, Miguel Violante lutar nas ruas e exigir do governo, uma mudança da política de saúde, é fundamental, pois, “não investir no SNS não é uma questão de dinheiro, mas sim é uma questão política” .

Pedro do Carmo disse a Luís Montenegro que o OE para o setor agrícola “é desastroso”

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O deputado socialista Pedro do Carmo (PS/Beja) participou no debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2027 na Assembleia da República, onde, olhos nos olhos, disse ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, que o Orçamento do Estado para 2027 “é desastroso para o sector agrícola”.

O deputado baixo alentejano estabeleceu uma analogia entre os apoios que o governo espanhol dá aos seus agricultores, e o apoio que o governo da AD dá aos agricultores portugueses, onde conclui que há “uma disparidade inaceitável”.

Beja arranca hoje com as Jornadas da Educação 2026 para debater o futuro do ensino e da comunidade

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O Pax Julia – Teatro Municipal de Beja acolhe, esta sexta-feira, 30 de outubro, o primeiro dia das Jornadas da Educação – Beja 2026, promovidas pelo Município de Beja para debater os desafios do ensino e o papel da comunidade na preparação das novas gerações.

Um dos destaques do programa é a conversa com o escritor Mia Couto, subordinada ao tema «Reencantar o mundo: Educar jovens para imaginar, pensar e transformar». Participam também Rui Marques, sobre educação, cidadania e participação; Filipa Jardim da Silva, sobre saúde mental e bem-estar escolar; Tarantini, que aborda a resiliência e os projetos de vida; e Pedro Freitas, o Poeta da Cidade, que explora a relação entre poesia e aprendizagem.

O programa inclui mesas-redondas sobre o impacto da descentralização na Educação e o debate «De Beja para o Mundo. Onde a educação nos pode levar?», com testemunhos de jovens da região. Estão igualmente previstos laboratórios sobre inteligência artificial, inclusão, motivação e desenvolvimento motor em contexto escolar.

Em paralelo, a Biblioteca Municipal José Saramago recebe o encontro «Pais (Im)Perfeitos – Edição Beja», dedicado aos desafios da parentalidade.

As Jornadas prosseguem no sábado, 31 de outubro, promovendo a partilha de experiências e o diálogo entre escolas, famílias, especialistas e comunidade, com vista à construção de respostas educativas conjuntas.

Juntas de Freguesia de Moura fecham portas em protesto no dia 4 de novembro

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As Juntas de Freguesia de Sobral da Adiça, Safara, Santo Aleixo da Restauração, Amareleja, Póvoa de São Miguel e a União de Freguesias de Moura e Santo Amador vão encerrar os serviços ao público no próximo dia 4 de novembro, aderindo a uma ação de protesto promovida pelo movimento representativo das Freguesias, em linha com as orientações da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE).

A iniciativa pretende alertar para as dificuldades financeiras, humanas e materiais enfrentadas pelas autarquias, reivindicando um financiamento justo e proporcional às competências que lhes são atribuídas.

Os autarcas destacam o papel fundamental das freguesias na proximidade com os cidadãos, através do atendimento administrativo, da manutenção de espaços públicos, do apoio social e da resolução de problemas quotidianos. Defendem, contudo, que a transferência de competências deve ser acompanhada dos meios necessários para garantir a sustentabilidade dos serviços e a qualidade de vida das populações, sobretudo nos territórios de menor dimensão.

Apresentada como uma causa comum e apartidária, independentemente da dimensão ou orientação política de cada freguesia, a paralisação visa defender a autonomia do poder local e a capacidade de resposta às necessidades das comunidades.

As seis autarquias apelam à compreensão dos cidadãos pelo encerramento temporário dos serviços, sublinhando que o compromisso com as populações se mantém e que a luta é pela defesa de um poder local mais forte, próximo e dotado dos recursos necessários ao cumprimento das suas responsabilidades.

Sindicatos da Função Pública convocam greve nacional contra OE2027 para 20 Novembro

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A Frente Comum, estrutura sindical afeta à CGTP, anunciou esta quinta-feira a realização de uma greve nacional dos trabalhadores da Administração Pública no próximo dia 20 de novembro.

A decisão foi aprovada durante um plenário de sindicatos realizado junto à Assembleia da República, em Lisboa, onde os representantes sindicais defenderam a necessidade de reforçar a contestação às políticas previstas para o setor público.

Na resolução aprovada, a estrutura sindical afirma não aceitar o que considera ser o empobrecimento dos trabalhadores, a desvalorização profissional e o enfraquecimento dos serviços públicos, justificando dessa forma o recurso à greve, como refere Vasco Santana, dirigente do STAL em Beja.

Quase 36% dos estudantes de Medicina ponderam emigrar

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Quase 36% dos estudantes de Medicina em Portugal ponderam emigrar, enquanto 29,4% estão indecisos e 34,8% não consideram essa possibilidade. Os dados são do estudo «Presente e Futuro | A Visão dos Futuros Médicos», promovido pela Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM), que reuniu quase 700 respostas das 11 Escolas Médicas portuguesas.

Entre os principais motivos para ponderar a saída do país estão os salários, as condições de trabalho e a qualidade de vida. Questionados sobre as mudanças mais urgentes para melhorar o exercício da Medicina em Portugal, 49,8% das respostas destacaram as condições de trabalho, incluindo a carga horária e o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, enquanto 46,1% referiram a valorização salarial. O reforço da atratividade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi apontado em 26,4% das respostas.

O estudo identifica ainda preocupações com o reconhecimento profissional, a progressão na carreira e a carga burocrática, bem como uma associação entre a Escola Médica frequentada e a região onde os estudantes pretendem exercer.

A presidente da ANEM, Maria Fontão, defende que é necessário garantir condições para que Portugal não só forme médicos, mas também os consiga manter no país e no SNS, integrando as expectativas dos futuros profissionais no planeamento dos recursos humanos em Saúde.

O estudo foi realizado no âmbito do grupo de trabalho «Um Rumo para a Saúde», da Ordem dos Médicos, e apresentado na sessão solene do 43.º aniversário da ANEM, em Lisboa, que contou com representantes de instituições de saúde e de ensino superior, incluindo Victor Ramos, presidente do Conselho Nacional de Saúde.

“Sem políticas estruturais não conseguiremos parar a desertificação” alerta Pedro Horta

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A Associação Ambiental ZERO, diz que as alterações climáticas estão a dar um novo rosto ao planeta, e essa realidade traz consigo, consequências absolutamente imprevisíveis.

O ambientalista Pedro Horta, refere que Portugal é um território muito suscetível a essas mudanças, facto que impõe uma ação articulada entre as organizações ambientais e o governo, para que, em conjunto, definam políticas que atenuem as consequências de um mundo novo, que ninguém sabe o que ai vem.