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Feira Agropecuária Transfronteiriça do Vale do Poço regressa amanhã aos concelhos de Mértola e Serpa

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A Feira Agropecuária Transfronteiriça do Vale do Poço regressa entre os dias 11 e 13 de setembro, com três dias dedicados à tradição rural, à cultura, à atividade agropecuária e ao convívio entre comunidades de ambos os lados da fronteira.

O certame arranca na sexta-feira, 11 de setembro, às 17h00, com a abertura oficial e animação circulante a cargo de Os Beija Santa. A noite prossegue com um baile de Marco Filipe, antes do espetáculo de Quim Barreiros, um dos principais momentos da programação.

No sábado, a feira abre com um Passeio Equestre, seguindo-se o colóquio “AgroEcoLines: Valorização de habitats marginais lineares para a sustentabilidade de agroecossistemas mediterrânicos”.

Ao longo do segundo dia haverá ainda animação de rua, o tradicional Torneio de Xito, Jogos Transfronteiriços, uma Prova de Vinhos e Queijos e vários momentos de animação musical.

A ligação ao mundo rural estará particularmente em destaque durante a noite, com a realização da Gala Equestre. O programa termina com um baile protagonizado por Rúben Filipe e Válter Canário.

O último dia do certame, domingo, 13 de setembro, começa com uma caminhada, um encontro de motorizadas e uma demonstração de cães de pastoreio. A programação inclui também a Marcha dos Lentos e a atuação do Rancho Folclórico do Grupo Musical e Desportivo 9 de Abril de Trajouce.

O cante alentejano terá igualmente lugar de destaque com o tradicional Encontro de Grupos Corais, que reúne o Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias”, o Grupo Coral da Mina de São Domingos, o Grupo Coral Os Caldeireiros de São João, o Rancho de Cantadores de Aldeia Nova de São Bento e o Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa.

A edição deste ano encerra com um baile ao som de Tiago Catarino.

Mais do que um espaço dedicado à exposição e promoção da atividade agropecuária, a Feira Agropecuária Transfronteiriça do Vale do Poço pretende afirmar-se como um ponto de encontro entre territórios e comunidades, valorizando o património rural, a gastronomia e as tradições que caracterizam esta região fronteiriça.

Durante os três dias, o programa procura oferecer propostas para diferentes públicos, conjugando iniciativas ligadas ao setor agropecuário com cultura popular, atividades equestres, gastronomia, música e iniciativas de caráter transfronteiriço.

O Município de Mértola convida a população e os visitantes a participar nesta celebração da identidade rural e dos laços entre as comunidades, esperando repetir o sucesso de mais uma edição deste certame.

PS considera insuficiente apoio de 10 cêntimos ao gasóleo agrícola

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O Grupo Parlamentar do Partido Socialista (PS) considera “manifestamente insuficiente” o prolongamento do apoio de 10 cêntimos por litro ao gasóleo agrícola, anunciado pelo primeiro-ministro, defendendo uma resposta mais abrangente para fazer face ao aumento dos custos de produção no setor agrícola.

Em comunicado, os deputados socialistas reconhecem a existência de um problema grave, mas consideram que a medida anunciada pelo Governo apenas compensa uma pequena parte dos custos adicionais suportados pelos produtores portugueses.

Para o PS, o aumento dos combustíveis não pode ser analisado de forma isolada, tendo em conta a escalada generalizada dos custos de produção que tem afetado a agricultura portuguesa e colocado as explorações agrícolas sob forte pressão.

Os socialistas apontam também para a diferença face a Espanha, onde o Governo aprovou um apoio de 20 cêntimos por litro no imposto sobre hidrocarbonetos. O PS considera que não é aceitável que os agricultores portugueses tenham de competir no mesmo mercado europeu com custos mais elevados e, simultaneamente, beneficiem de apoios inferiores aos atribuídos aos seus concorrentes diretos.

Perante este cenário, os deputados socialistas defendem que o Governo deve rever a medida e adotar uma resposta mais abrangente, capaz de minimizar o impacto do aumento dos custos e salvaguardar a sustentabilidade das explorações agrícolas.

Entre as propostas apresentadas pelo PS está a redução temporária do IVA dos combustíveis de 23% para 13%, com avaliação mensal da medida.

Para o setor agrícola, o partido propõe ainda a duplicação do apoio por hectare destinado a compensar o aumento do preço dos fertilizantes, com uma majoração específica para as pequenas explorações.

O PS defende igualmente que o apoio ao gasóleo agrícola seja aumentado para, pelo menos, 30 cêntimos por litro, aproximando o nível de apoio concedido aos agricultores portugueses do praticado em Espanha.

Segundo os socialistas, estas medidas são necessárias para reduzir a pressão sobre os custos de produção e garantir a competitividade da agricultura nacional.

“Mudança no executivo de Beja: João Brás da Silva assume lugar de Liliana Cabecinha”

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A vereadora Liliana Cabecinha vai suspender o mandato no executivo da Câmara Municipal de Beja. O pedido foi aceite esta quinta-feira, em reunião de Câmara.

Num comunicado divulgado após a reunião, o movimento Beja Consegue “agradece à vereadora o trabalho desenvolvido no executivo municipal” e deseja-lhe “sucesso nas novas funções que irá assumir”.

Com a suspensão do mandato, o lugar será ocupado por João Brás da Silva, que deixa as funções de chefe de gabinete do presidente da Câmara, Nuno Palma Ferro, para integrar o executivo como vereador e vice-presidente da autarquia.

João Brás da Silva é apontado pelo Beja Consegue “como um dos elementos ligados ao movimento desde a sua criação”, sendo destacado o seu “percurso e as suas competências para integrar o executivo municipal”.

A mudança acontece depois de, nos últimos dias, terem surgido várias informações e especulações em torno da saída de Liliana Cabecinha. No comunicado agora divulgado, o Beja Consegue critica o que classifica como “especulação infundada” divulgada por alguns órgãos de comunicação social e acusa forças da oposição de terem aproveitado o tema para tentar “desestabilizar” o executivo.

O movimento liderado por Nuno Palma Ferro garante, contudo, que “a alteração na composição da Câmara Municipal não altera as prioridades definidas para o mandato”.

O Beja Consegue reafirma “o compromisso com o programa apresentado aos eleitores” e assegura que “continuará a desenvolver o trabalho autárquico tendo como prioridade o concelho de Beja”.

Exposição “Campaniça: Uma Viola com Futuro” inaugurada em Évora

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A Casa de Burgos, em Évora, recebe, a partir desta quinta-feira, 10 de setembro, a exposição “Campaniça: Uma Viola com Futuro”, dedicada à valorização e divulgação da Viola Campaniça enquanto património cultural do Campo Branco e do Baixo Alentejo.

A inauguração está marcada para as 18h00 e resulta de uma iniciativa da CCDR Alentejo, I.P., em colaboração com o Centro de Artes e da Viola Campaniça / Município de Castro Verde.

A mostra apresenta a história, a importância cultural e o percurso de revitalização da Viola Campaniça, instrumento tradicional profundamente ligado à identidade do Baixo Alentejo.

O programa de inauguração inclui uma intervenção musical de David Pereira, músico ligado à preservação, divulgação e ensino da Viola Campaniça. Está também prevista uma apresentação da oficina de construção de Viola Campaniça, dinamizada pelo mestre José Abreu, que permitirá aos visitantes conhecer de perto as diferentes etapas do processo artesanal de construção do instrumento.

Historicamente associada às feiras, romarias, tertúlias de taberna e ao cantar ao desafio, a Viola Campaniça enfrentou um período de declínio e esteve em risco de desaparecer no final do século XX. Nas últimas décadas, diversas iniciativas têm contribuído para a sua salvaguarda, valorização e transmissão às novas gerações.

A exposição pretende, assim, dar a conhecer não apenas a história deste instrumento, mas também o trabalho desenvolvido em torno da sua recuperação e continuidade, reforçando o seu papel como elemento marcante da identidade cultural do Alentejo.

“Campaniça: Uma Viola com Futuro” constitui, desta forma, uma oportunidade para conhecer e celebrar um dos mais importantes símbolos da tradição musical do Campo Branco e do Baixo Alentejo.

O PS “não gostou da forma como o governo inaugurou obras do IP8” afirma a Federação do Baixo Alentejo

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A Federação do Baixo Alentejo do Partido Socialista congratula-se com a conclusão das variantes do IP8 em Figueira dos Cavaleiros e Beringel, mas critica a forma como o Governo assinalou a inauguração das obras.

Num comunicado enviado à imprensa, o PS do Baixo Alentejo considera que as novas variantes representam um investimento importante para o reforço da segurança rodoviária, da mobilidade e da qualidade de vida das populações.

Apesar disso, os socialistas criticam a organização da cerimónia oficial, nomeadamente pelo facto de os convites terem sido feitos com menos de 24 horas de antecedência.

O partido lamenta ainda que tenham ficado de fora da cerimónia alguns dos intervenientes que considera fundamentais para a concretização dos investimentos, entre os quais o deputado Pedro do Carmo e os presidentes das Juntas de Freguesia de Beringel e Figueira dos Cavaleiros.

O presidente da Federação do PS Baixo Alentejo, Marcelo Guerreiro, sublinha que estes responsáveis tiveram um papel relevante no acompanhamento das obras e na representação das populações diretamente abrangidas pelos novos troços rodoviários.

A posição do PS surge depois das críticas já manifestadas pelos presidentes das Juntas de Freguesia de Beringel e Figueira dos Cavaleiros, que consideraram ter existido falta de respeito institucional pela ausência de convites formais para a cerimónia.

Apesar das críticas à organização da inauguração, o PS do Baixo Alentejo destaca a importância da conclusão das variantes do IP8 e o impacto positivo que deverão ter na circulação rodoviária e nas condições de segurança das populações locais.

Colisão entre pesado e ligeiro deixa dois feridos e corta IC1 em Ourique

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Uma colisão entre um veículo pesado e uma viatura ligeira de mercadorias está a provocar fortes constrangimentos à circulação no IC1, em Ourique. O acidente causou dois feridos e levou ao corte da estrada nos dois sentidos, entre Ourique e Aldeia de Palheiros.

O alerta para o acidente foi dado às 06h16, tendo a colisão ocorrido ao quilómetro 672,4 do IC1.

Segundo fonte dos Bombeiros de Ourique, uma das vítimas sofreu ferimentos considerados graves, enquanto a outra apresentava ferimentos de menor gravidade. Ambas foram transportadas para o Hospital de Beja.

Na sequência do acidente, as autoridades procederam à interrupção da circulação rodoviária em ambos os sentidos. Às 07h40, o trânsito continuava cortado no troço entre Ourique e a aldeia de Palhais.

No local encontravam-se 18 operacionais e oito veículos dos Bombeiros de Ourique, envolvidos nas operações de socorro e segurança.

Para já, não existe indicação sobre a hora a que o IC1 poderá voltar a ser reaberto ao trânsito.

O acidente está a afetar uma das principais ligações rodoviárias do Baixo Alentejo, provocando condicionamentos significativos à circulação na zona de Ourique.

Foto: Rádio Castrense

Presidentes das Juntas de Beringel e Figueira dos Cavaleiros criticam falta de convite para inauguração das variantes do IP8

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Os presidentes das Juntas de Freguesia de Beringel e Figueira dos Cavaleiros manifestam desagrado pela forma como decorreram as cerimónias oficiais de inauguração das novas variantes do IP8, obras consideradas estruturantes para o território e há muito aguardadas pelas populações.

Num comunicado conjunto, Vítor Besugo, presidente da Junta de Freguesia de Beringel, e José Baltazar Duarte, presidente da Junta de Freguesia de Figueira dos Cavaleiros, criticam o facto de o Secretário de Estado das Infraestruturas ter estado no território para inaugurar as obras sem que os responsáveis pelas duas freguesias tivessem recebido um convite formal.

Segundo os autarcas, em Beringel, o presidente da Junta não terá sido sequer informado da realização da cerimónia. Já em Figueira dos Cavaleiros, José Baltazar Duarte afirma ter sido informado apenas no próprio dia pelo presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo, mas, perante a ausência de um convite oficial, decidiu não participar.

Os dois presidentes de Junta sublinham que a questão não está relacionada com protagonismo pessoal, mas com o “respeito institucional devido aos Presidentes de Junta” e às populações que representam.

“Somos nós que estamos diariamente no território. Somos nós que primeiro ouvimos as populações, recebemos os seus problemas e preocupações e damos a cara quando é preciso encontrar respostas”, afirmam.

Os autarcas consideram que as freguesias não podem ser chamadas a intervir quando existem problemas e serem esquecidas nas ocasiões oficiais.

Apesar das críticas, Vítor Besugo e José Baltazar Duarte fazem questão de congratular-se com a concretização das novas variantes do IP8, destacando a importância das obras para Beringel, Figueira dos Cavaleiros e para o Baixo Alentejo.

Os dois presidentes consideram, contudo, que a importância das obras não impede a manifestação de desagrado perante aquilo que classificam como uma “injustificável falta de consideração institucional pelas Freguesias e pelos seus representantes”.

“Não reclamamos protagonismo. Reclamamos respeito institucional”, afirmam os responsáveis autárquicos, que dizem falar em nome de Beringel, Figueira dos Cavaleiros e das populações que representam.

É oficial: Liliana Cabecinha suspendeu o mandato de vereadora na câmara de Beja

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A vereadora e simultaneamente vice-presidente da Câmara Municipal de Beja, Liliana Cabecinha, eleita pelo PSD nas listas do movimento Beja Consegue, que junta PSD, CDS-PP e Iniciativa Liberal, anunciou oficialmente esta quarta-feira a suspensão do mandato.

O pedido foi apresentado durante a reunião do executivo municipal e produz efeitos a partir desta quinta-feira. A autarca será temporariamente substituída por João Silva, atual chefe do gabinete de apoio à presidência da Câmara de Beja.

Liliana Cabecinha não revelou publicamente as razões que estiveram na origem da decisão, tendo apenas indicado que os motivos são do conhecimento do presidente da Câmara, Nuno Palma Ferro.

Na declaração apresentada durante a reunião do executivo, a vereadora afirmou que vai “interromper momentaneamente” as funções, garantindo, contudo, que mantém o seu compromisso com o concelho de Beja.

O presidente da Câmara agradeceu o trabalho e o contributo de Liliana Cabecinha durante o período em que exerceu funções no executivo municipal e desejou-lhe “as maiores sortes pessoais e profissionais”.

Nuno Palma Ferro reconheceu ainda tratar-se de um momento de “alguma tristeza”.

Com a suspensão do mandato, João Silva deixa temporariamente as funções de chefe do gabinete de apoio à presidência para assumir o lugar de vereador no executivo municipal de Beja.

Alentejo 2030 ultrapassa 50% de taxa de aprovação e aponta para cumprimento da meta N+3

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O Programa Alentejo 2030 apresenta uma evolução positiva na execução dos fundos europeus, com uma taxa de aprovação de 53,5%, de acordo com os dados mais recentes divulgados pela CCDR Alentejo.

Mais de metade da dotação do programa está já comprometida através de operações aprovadas, num cenário que, segundo a entidade gestora, demonstra a capacidade da região para transformar financiamento europeu em investimento concreto.

Um dos principais destaques vai para o Fundo para uma Transição Justa (FTJ), que regista uma taxa de aprovação de 88,7%, cerca de 34,6 pontos percentuais acima da média dos Programas Regionais. O resultado traduz a forte mobilização de verbas destinadas à transição energética, à reconversão económica e à adaptação do território aos desafios da descarbonização.

Também o FSE+ apresenta um desempenho acima da média, com uma taxa de aprovação de 64,7%, superior aos 62,5% registados, em termos globais, no Portugal 2030. Este fundo apoia áreas como a qualificação, o emprego, a inclusão social e o reforço das competências.

Maioria dos apoios chega ao setor privado

Os dados divulgados pela CCDR Alentejo mostram ainda uma forte participação das entidades privadas. 61,49% dos fundos aprovados destinam-se a entidades privadas, enquanto 38,51% correspondem a entidades públicas.

Para a CCDR Alentejo, esta predominância do investimento privado constitui um sinal positivo para a economia regional e demonstra a capacidade do tecido empresarial para aproveitar os instrumentos de financiamento disponíveis.

A taxa de compromisso do Alentejo 2030 é igualmente de 53,5%, enquanto a taxa de execução se situa nos 12,7%.

A CCDR explica que a diferença entre estes indicadores está relacionada com a fase de desenvolvimento de muitos dos projetos aprovados, que incluem investimentos estruturantes e podem envolver processos de contratação, licenciamento, obras, aquisição de equipamentos ou implementação tecnológica.

Alentejo 2030 já atingiu 51% da meta N+3

Outro dos indicadores acompanhados de perto é a chamada meta N+3 de 2026, que determina que determinadas verbas programadas em 2023 têm de estar materializadas através de despesa elegível e certificada até ao final deste ano.

O Alentejo 2030 já submeteu à Comissão Europeia cerca de 156 milhões de euros, o equivalente a aproximadamente 51% da meta N+3.

No entanto, a análise da CCDR Alentejo considera também cerca de 34,5 milhões de euros de despesa executada ainda não declarada e uma estimativa de certificação superior a 47 milhões de euros até ao final de 2026.

Contabilizando estes valores, a estimativa de execução sobe para cerca de 237,5 milhões de euros, o que corresponde a 78% da meta N+3.

A CCDR Alentejo considera que esta evolução reduz significativamente a distância para o cumprimento integral da meta e destaca o papel da certificação da despesa na aceleração dos indicadores financeiros nos próximos meses.

A carteira de operações aprovadas ultrapassa atualmente os 568 milhões de euros, cenário que, segundo a entidade, permite perspetivar uma evolução favorável da execução do programa até ao final do período de referência.

A regra N+3 é um mecanismo de disciplina financeira da União Europeia. O incumprimento pode levar ao chamado descompromisso automático e, consequentemente, à perda dos fundos que não sejam executados e certificados dentro dos prazos definidos.

A CCDR Alentejo considera, assim, que os indicadores atuais apontam para uma trajetória globalmente positiva do Alentejo 2030, sustentada pelo crescimento das aprovações, pela mobilização do investimento privado e pelo aumento da despesa em execução e em processo de certificação.

Foto: Rádio Castrense

O MURPI diz que o anuncio do suplemento extraordinário aos pensionistas “é um rebuçado”

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O primeiro-ministro anunciou uma redução da taxa de IRS até ao sexto escalão, com impacto nos salários de dezembro e subsídios de Natal, e um suplemento extraordinário aos pensionistas, também no mês de dezembro.

Luís Montenegro diz que as medidas irão beneficiar dois milhões de pensionistas e dois milhões de agregados familiares, para “construir um Portugal mais feliz”.

Questionada sobre este anuncio governamental, a presidente do Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos, Isabel Gomes, diz que que se trata de “mais um rebuçado”, que na prática “não resolve os graves problemas que os pensionistas estão a sentir”.