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Combustíveis com descida acentuada na próxima semana

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Os preços dos combustíveis deverão registar uma queda significativa já a partir da próxima segunda-feira, com o gasóleo a voltar a ficar abaixo da fasquia dos dois euros por litro.

De acordo com o Automóvel Club de Portugal (ACP), o gasóleo simples poderá baixar cerca de 12 cêntimos por litro, enquanto a gasolina deverá descer aproximadamente 12,5 cêntimos.

A confirmarem-se estas previsões, o preço médio do gasóleo passará para cerca de 1,931 euros por litro, enquanto a gasolina deverá fixar-se nos 1,855 euros por litro.

Ainda assim, importa referir que os valores finais podem variar, uma vez que resultam da média praticada pelas diferentes gasolineiras, podendo haver diferenças consoante o posto de abastecimento.

Esta descida surge como um alívio para os consumidores, numa altura em que os custos com combustíveis continuam a ter impacto direto no orçamento das famílias e das empresas.

Imagem meramente ilustrativa

Festival Castro Mineiro 2026: inscrições para exploração de espaços abertas até 11 de agosto

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Empresas, empresários, associações e produtores locais podem candidatar-se à exploração de bares, tasquinhas, bancas de artesanato e produtos locais durante o Festival Castro Mineiro 2026.

Estão abertas até às 16h00 do próximo dia 11 de agosto as inscrições para a exploração de espaços comerciais no Festival Castro Mineiro 2026, que decorre nos dias 4, 5 e 6 de setembro, no Parque da Liberdade, em Castro Verde.

A iniciativa, promovida pelo Município de Castro Verde, contempla a disponibilização de espaços destinados à exploração de bares, tasquinhas, bancas de artesanato e produtos locais, integrados na programação do festival.

No caso das bancas de artesanato e produtos locais, a inscrição deve ser realizada através de um formulário online disponibilizado pelo Município.

Para a exploração dos dois bares previstos, a participação está reservada exclusivamente a empresas e empresários com atividade no setor. Já as três ou quatro tasquinhas previstas destinam-se exclusivamente a empresas, empresários e associações do concelho de Castro Verde.

Nestes casos, as propostas, apresentadas à carta fechada, deverão ser entregues na Secção Administrativa da Câmara Municipal de Castro Verde até às 16h00 de 11 de agosto.

A organização esclarece que a inscrição não implica automaticamente a participação no evento. A confirmação apenas será efetivada após a análise e aceitação das candidaturas, sendo posteriormente comunicada aos interessados.

Os interessados podem consultar as Normas de Participação do Festival Castro Mineiro 2026, onde estão disponíveis todas as condições e procedimentos relativos às candidaturas.

Com uma forte ligação à identidade mineira e às tradições do concelho, o Festival Castro Mineiro regressa em setembro ao Parque da Liberdade, constituindo também uma oportunidade para a promoção da gastronomia, do artesanato e dos produtos locais.

INE adota nova metodologia e atualiza dados da população no Baixo Alentejo

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O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou as Estimativas da População Residente 2025, introduzindo uma nova metodologia que marca uma mudança significativa na forma como a população em Portugal é contabilizada. A atualização inclui também novos dados para o Baixo Alentejo, permitindo uma leitura mais precisa da realidade demográfica da região.

Pela primeira vez, as estimativas passam a ser produzidas com base numa metodologia totalmente administrativa, abandonando o modelo anterior assente nos resultados dos Censos e na projeção das componentes demográficas, como nascimentos, óbitos e movimentos migratórios. Esta alteração acompanha as orientações da União Europeia para a modernização dos sistemas estatísticos.

A nova abordagem baseia-se na Base de População Residente (BPR), uma ferramenta desenvolvida pelo INE que integra informação de várias entidades públicas, como a Autoridade Tributária, a Segurança Social, o Instituto dos Registos e do Notariado e a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA). Através do cruzamento destes dados, torna-se possível identificar com maior rigor quem reside habitualmente em Portugal, de acordo com o conceito estatístico de população residente.

Segundo o INE, esta mudança permite uma melhor caracterização da população, em especial da população migrante, refletindo com maior precisão os movimentos migratórios registados nos últimos anos. No âmbito desta atualização, foram também revistas as estimativas relativas ao período entre 2021 e 2024, garantindo a comparabilidade da série estatística.

A atualização dos dados populacionais terá impacto em vários indicadores, nomeadamente nas áreas da saúde, educação, mercado de trabalho e proteção social, uma vez que muitos destes utilizam a população residente como referência. No caso do Baixo Alentejo, os dados serão refletidos e atualizados no Plano Local de Saúde da região.

Baixo Alentejo com mais de 125 mil habitantes

De acordo com as novas estimativas, o Baixo Alentejo regista, em 2025, uma população residente de 125 767 habitantes. Destes, 65 651 são homens (52,2%) e 60 116 são mulheres (47,8%).

O concelho de Beja continua a concentrar a maior fatia da população da sub-região, com 39 627 habitantes, o que representa cerca de 31,5% do total. No extremo oposto, Barrancos mantém-se como o concelho menos populoso, com 1 413 residentes.

A distribuição pelos restantes concelhos é a seguinte: Aljustrel (9 319), Almodôvar (7 033), Alvito (2 353), Castro Verde (7 096), Cuba (4 640), Ferreira do Alentejo (9 625), Mértola (5 976), Moura (13 615), Ourique (5 129), Serpa (14 428) e Vidigueira (5 513).

Dados reforçam planeamento em saúde

Para o Plano Local de Saúde do Baixo Alentejo (PLSBA 2030), esta atualização “constitui um contributo relevante para o conhecimento da realidade demográfica da região”, realça a ULSBA – Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo. A nova metodologia “permite uma caracterização mais rigorosa da população, apoiando o planeamento, a monitorização e a avaliação das políticas e intervenções em saúde”, explica a mesma fonte.

O INE disponibiliza ainda a nota metodológica completa das Estimativas da População Residente 2025 na sua página oficial, onde são detalhados os procedimentos e fontes utilizadas nesta nova abordagem estatística.

Governo altera regime da caça para reforçar ética e sustentabilidade

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O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, alterações ao regime da caça, com o objetivo de reforçar a ética, a sustentabilidade e a segurança na atividade cinegética. As novas medidas, anunciadas pelo Executivo, incluem ainda a simplificação de प्रक्रessos administrativos associados ao setor.

Na Assembleia da República, o ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, destacou a importância da caça no equilíbrio do território e rejeitou críticas dirigidas aos praticantes da atividade. “Os caçadores não são vilões”, afirmou.

O governante defendeu que a atividade cinegética é essencial para o controlo de espécies, alertando para o aumento de algumas populações animais. “Temos, no fundo, javalis a mais e caçadores a menos”, sublinhou.

Segundo o ministro, estas alterações visam garantir uma melhor gestão da fauna, promovendo simultaneamente a segurança e a preservação dos ecossistemas.

Imigrantes são “absolutamente fundamentais” para o desenvolvimento do Baixo Alentejo, defende STAL

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O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL) considera que os imigrantes desempenham um papel “absolutamente fundamental” no desenvolvimento do Baixo Alentejo, destacando a sua importância em várias dimensões, nomeadamente demográfica, social, económica e cultural.

Em declarações, o dirigente do STAL, Vasco Santana, sublinha a relevância da imigração tanto a nível regional como nacional, defendendo que esta realidade deve ser encarada como uma mais-valia para o território.

O responsável acrescenta que o processo associado à imigração deve obedecer a critérios claros, assentes na garantia de todos os direitos e deveres dos cidadãos imigrantes, promovendo assim uma integração justa, equilibrada e digna.

Para o STAL, o contributo das comunidades imigrantes revela-se essencial num território marcado pelo envelhecimento populacional e pela necessidade de reforço da atividade económica, sendo, por isso, importante assegurar políticas que valorizem e protejam estes cidadãos.