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Segunda-feira, Abril 27, 2026
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“Se Pedro do Carmo for o próximo Ministro da Agricultura ficarei orgulhoso” realça José da Luz Pereira

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O presidente da Associação de Agricultores do Campo Branco gostaria que “se confirmassem os rumores em torno da possibilidade de Pedro do Carmo puder vir a ser o próximo Ministro da Agricultura”.

José da Luz Pereira diz que ficará “orgulhoso se tal vier a acontecer”, pois “o deputado socialista tem todas as condições para ser um excelente ministro da agricultura” conclui este responsável.

“Um governo com visão já teria promovido uma convenção nacional sobre segurança” diz a ASPIG

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A Associação Sócio Profissional da Guarda defende que deveria ser promovida pelo Governo, “uma convenção nacional sobre segurança”.

Para José Alho, “as faltas de visão estratégica dos sucessivos governos fizeram com que Portugal se transformasse num país inseguro, onde a criminalidade mudou para pior”.

FENPROF espera “um Ministro da Educação mais cooperante”

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Para a FENPROF, “um sector tão sensível como a educação precisa“ de um ministro “mais cooperante, dialogante e sensível para com as carreiras dos docentes”.

Para o sindicalista Manuel Nobre, “os sucessivos ministros têm sido de uma insensibilidade gritante, facto que fez com que estes profissionais tenham as dificuldades que têm”.

“Ser voluntário é um ato de cidadania” afirma Fernanda Romba

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A coordenadora do Núcleo de Voluntariado de Mértola elogia o espírito de todos aqueles que “dão um pouquinho do seu tempo em prol da comunidade, disponibilizando-se para ajudar o próximo”.

Para Fernando Romba, “ser voluntário é ser altruísta, é um acto de cidadania que cada vez mais se justifica nos dias que correm”.

Biblioteca de Castro Verde acolhe sessão de contos com Rodolfo Castro

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Esta sexta-feira, 11 de março, o contador de histórias Rodolfo Castro protagoniza uma sessão de contos para pais e filhos, a partir das 18h00, na Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca, em Castro Verde.

As inscrições são limitadas e podem ser feitas na Biblioteca Municipal (Telf.: 286 327 266).

Mértola recebe espetáculo sobre a infância de Amália Rodrigues

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ASSIM DEVERA EU SER, o espetáculo cénico-musical sobre a infância de Amália Rodrigues, estará em cena, no sábado 12 de Março, às 16h, no Cine-Teatro Marques Duque, em Mértola. 

Aliando a música tradicional portuguesa aos poemas escritos pela fadista, esta criação artística surgiu no âmbito do seu centenário, numa encomenda da Fábrica das Artes – CCB em co-produção com o Teatro Viriato (Viseu) e o Cineteatro Louletano. 

Inicialmente foi pensada para a primeira infância (M/3), mas tem-se revelado um espetáculo para todas as idades, onde os mais novos ficam a conhecer quem era Amália Rodrigues e os mais velhos recordam os tempos mais antigos. A interpretação está a cargo de Catarina Moura (voz), Celina da Piedade (voz e acordeão), Sara Vidal (voz, harpa celta e adufe) e Ricardo Silva (guitarra portuguesa). 


Sinopse

No tempo da história da Cigarra e da Formiga, cantar não era profissão, cantava-se para ganhar a vida. Mesmo assim, pobre, Amália-Menina não foi como a Cigarra, em vez de ir à escola, Amália-Formiga-Menina foi bordadeira, bordava linhas e palavras, palavras do mundo do fado, mas também de outros mundos sonoros e musicais, cantava os Poetas, outras vezes cantava-se a si, Amália herdeira da poesia popular de raiz oral. Silêncio que se vai cantar Amália, nas vozes de 3 cantoras dos cantos da voz do Povo: Catarina Moura, Celina da Piedade e Sara Vidal, acompanhadas por Ricardo Silva na guitarra portuguesa. Classificação etária: M/3
Duração: 45 minutos

Câmara de Moura retoma ações de descentralização nas freguesias do concelho

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A partir desta semana, a Câmara Municipal de Moura inicia uma nova ronda de reuniões de trabalho nas várias freguesias do concelho.

Já esta quarta-feira, 9 de março, o Executivo e Técnicos da Câmara Municipal estarão na freguesia de Safara, onde a partir das 09:00 iniciam um conjunto de reuniões de trabalho. A partir das 14:30 serão realizados atendimentos ao Munícipe e às 17:00 a Casa do Povo de Safara acolhe a habitual Reunião de Câmara.

“Esta é uma das ações de descentralização do Município de Moura que é agora retomada, após o interregno, registado nos últimos dois anos, devido à pandemia COVID-19” explica o município.

Beja acolhe exposição de fotografia e expressão artística “Carvão só, só Carvão”

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Beja acolhe a Exposição de fotografia e expressão artística por Di Barros, que pode ser visitada entre 8 e 31 de março, na Casa da Cultura.

Di Barros nasceu em 1984 na cidade de Vitória, Espírito Santo, Brasil. Licenciou-se em Artes Visuais, em 2012, pela Universidade Federal do Espírito Santo, lecionou e residiu em Minas Gerais. Decididamente voltada para a educação, procurou através da investigação compreender o processo de identidade aculturada dos indígenas da sua região: os Krenak, os últimos botucudos que vivem nas margens do Rio Doce. Em 2015, mudou-se com os filhos para Portugal, onde vivem a sua mãe biológica e irmãos, iniciando os seus estudos como aluna do Mestrado em Práticas Artísticas em Artes Visuais, do Departamento de Artes Visuais e Design, da Escola de Artes, da Universidade de Évora. A sua investigação teórica e prática permitiu-lhe questionar, compreender e explicar, assuntos relativos à sua experiência, enquanto mulher brasileira e imigrante, bem como forjar uma identidade de artista. As suas instalações fotográficas assentam em factos autobiográficos, que a grosso modo, assolam muitas mulheres brasileiras imigrantes, no que respeita às atividades laborais que desenvolvem e aos estereótipos estigmatizantes de que são alvos. Nas narrativas, imagéticas ou escritas, das suas instalações, são destacadas experiências, vivências e perceções que adotam muitas vezes o seu corpo como suporte. Estas procuram ser um ponto de partida, para inquietar e chamar a atenção das pessoas, para assuntos que tendem a ser silenciados.

“CARVÃO SÓ, SÓ CARVÃO”


O presente projeto de cunho artístico conceitual nasce sob forte inspiração da música Pagú da cantora de Rock brasileira, Rita Lee. A proposta considera a histórias de mulheres que foram assassinadas e interliga à minha experiência pessoal neste campo de violência, onde as vítimas não sobreviveram para contar a sua história.
Deste modo, busco dar voz às mulheres que foram silenciadas e mostrar que os crimes cometidos contra as mulheres são transversais a todas as idades e classes sociais. Não se trata aqui de uma última homenagem, mas sim de um protesto.
A escolha do café como material está ligada a história do café no Brasil no século XVIII onde o trabalho escravo foi o principal meio utilizado pelos barões do café para a produção. Passando por este período vergonhoso da história, o café hoje é consumido diariamente, está presente na maioria das casas e faz parte da nossa cultura, quer seja brasileira ou portuguesa.