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Terça-feira, Junho 16, 2026
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“O Que Move as Pessoas” – New European Bauhaus Festival realiza-se dia 10 Junho na Ermida de Nossa Senhora de Aracélis

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Inspirado nos valores da New European Bauhaus, o encontro “O Que Move as Pessoas” vai transformar, no próximo dia 10 de junho, a Ermida de Nossa Senhora de Aracelis, situada entre as freguesias de São Marcos da Ataboeira e Alcaria Ruiva, no concelho de Castro Verde, num espaço de partilha cultural e comunitária entre Portugal e Espanha.

A iniciativa é organizada pela Incubadora de Inovação Social do Baixo Alentejo e apresenta um programa diversificado que inclui conversas e colóquios, apresentação de projetos inovadores, momentos musicais, caminhadas interpretativas, oficinas participativas, além de propostas ligadas à gastronomia e aos produtos locais.

Sob o mote “O Que Move As Pessoas”, o evento pretende promover uma reflexão em torno do futuro dos territórios rurais, abordando as motivações que levam as pessoas a permanecer, regressar e construir comunidade em meio rural.

Para o vereador da Câmara Municipal de Castro Verde, David Marques, esta iniciativa representa “uma bela e pertinente reflexão” sobre os desafios e oportunidades que se colocam aos territórios de baixa densidade, reforçando a importância de criar dinâmicas que valorizem o interior e promovam a coesão social.

Programação completa em: https://www.facebook.com/IISBAIncubadora

Plano nacional reforça papel da rádio na resposta a emergências e proteção das populações

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O Governo apresentou recentemente o Plano para a Transformação, Resiliência e Recuperação (PTRR), um programa nacional que visa reforçar a capacidade de Portugal para prevenir, resistir e responder a situações de crise, catástrofes naturais e outros cenários extremos.

No documento, a radiodifusão surge com um papel de destaque, sendo reconhecida como um instrumento estratégico na proteção das populações, na difusão de informação em situações de emergência e no reforço da resiliência nacional.

O plano enquadra a rádio no sistema de comunicações de emergência, associando-a aos mecanismos de alerta público e à capacidade de resposta do país em contextos adversos. Este reconhecimento ganha especial relevância num momento em que o futuro do setor tem sido amplamente debatido, reforçando a importância deste meio tradicional.

De acordo com o PTRR, estão previstas várias medidas que valorizam o papel da rádio, entre as quais a criação de uma rede crítica resiliente de rádio hertziana, o desenvolvimento de soluções específicas para difusão de mensagens de emergência, a reforma do sistema SIRESP, a implementação do sistema de alerta público Cell Broadcast e investimentos na resiliência energética e das comunicações de infraestruturas críticas.

O plano contempla ainda o reforço da capacidade operacional dos sistemas nacionais de proteção e resposta a emergências, numa estratégia integrada que pretende aumentar a segurança e a preparação do país face a fenómenos extremos.

Para o setor da radiodifusão, estas medidas representam mais do que investimento, traduzindo uma visão clara sobre o papel essencial da rádio na coesão territorial e no apoio às comunidades, especialmente em momentos críticos.

As rádios locais são apontadas como peças-chave neste sistema, pela proximidade às populações e pela capacidade de difundir informação de forma rápida e fiável, mesmo quando outros meios enfrentam limitações.

Neste contexto, a Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR) já solicitou uma audiência ao Governo, com o objetivo de apresentar contributos para a implementação das medidas previstas e defender o envolvimento direto do setor na sua operacionalização.

O reconhecimento da rádio como elemento central na estratégia nacional de resposta a emergências é visto como um sinal positivo para o setor, mas também como um desafio, exigindo condições adequadas para que continue a desempenhar eficazmente a sua missão de serviço público.

O PTRR reforça, assim, a importância da rádio como um meio seguro, resiliente e acessível, capaz de garantir que a informação chega às populações, sobretudo em situações de maior vulnerabilidade, consolidando o seu papel indispensável na sociedade atual.

Em Milfontes está tudo pronto para o arranque da FEI-TUR – Feira de Turismo do Sudoeste

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Vila Nova de Milfontes prepara-se para receber, entre os dias 11 e 14 de junho, a FEI-TUR – Feira de Turismo do Sudoeste, um evento que destaca o território como autêntico, único e em plena harmonia com a natureza, promovendo experiências ligadas ao desporto, à gastronomia e à cultura.

A edição deste ano apresenta um programa diversificado que inclui animação turística e desportiva, mostra de artesanato, provas de vinhos, espaços dedicados à gastronomia e aos produtos locais, música ao vivo, workshops e atividades para os mais novos.

Entre os destaques estão ainda as “Experiências no Mira”, uma proposta que convida os visitantes a explorar o rio e a envolvente natural, reforçando a ligação do evento ao território e às suas potencialidades, como sublinha o vereador Ricardo Cardoso.

A FEI-TUR afirma-se, assim, como um ponto de encontro privilegiado para residentes e visitantes, promovendo o que de melhor se faz na região e contribuindo para a dinamização turística e económica do sudoeste alentejano.

Governo assina contratos para recuperar zonas ribeirinhas afetadas por intempéries. Odemira entre os municípios abrangidos

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O Governo formalizou a assinatura de 28 contratos-programa no âmbito da iniciativa “Territórios Resilientes”, destinados a financiar intervenções urgentes de reabilitação em zonas ribeirinhas e costeiras atingidas por tempestades recentes.

Entre os municípios contemplados encontra-se Odemira, no distrito de Beja, que integra este pacote de apoio dirigido à recuperação de infraestruturas danificadas e à reposição de condições de segurança em diferentes pontos do território.

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, que presidiu à cerimónia realizada em Valada do Ribatejo, no concelho do Cartaxo, explicou que as intervenções resultam de um levantamento prévio dos danos causados pelos fenómenos meteorológicos extremos, tanto em linhas de água como no litoral.

Segundo a governante, os trabalhos a financiar incidem sobretudo na reconstrução de estruturas afetadas, como diques danificados, margens degradadas e equipamentos essenciais à gestão dos cursos de água, bem como na reposição de praias erodidas e muros destruídos ao longo da costa.

Os contratos agora assinados abrangem um conjunto alargado de municípios, entre os quais Alcobaça, Benavente, Coimbra, Sintra, Torres Vedras, Vila Nova de Gaia e Odemira, num total de 28 autarquias.

De acordo com o Ministério do Ambiente, o investimento global associado ao Fundo Ambiental ronda os 77 milhões de euros, distribuídos por diferentes fases: uma primeira de intervenções prioritárias, outra de obras estruturantes a cargo da Agência para o Clima (ApC) em articulação com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), e uma terceira correspondente aos contratos agora celebrados com as autarquias.

As intervenções serão executadas diretamente pelos municípios, algumas das quais já em curso, após autorização do Governo para avançar com trabalhos considerados urgentes.

Maria da Graça Carvalho sublinhou que o financiamento será transferido a 100% para as autarquias, permitindo acelerar os procedimentos e dispensando, nestes casos, vistos prévios do Tribunal de Contas e outras formalidades administrativas, dada a natureza urgente das obras.

A ministra destacou ainda que várias intervenções já se encontram concluídas ou em fase avançada em diferentes regiões do país, nomeadamente nas bacias hidrográficas do Mondego, Lis, Tejo e Guadiana.

O objetivo central do programa não se limita à reposição das condições anteriores às intempéries, mas passa também pelo reforço da resiliência das infraestruturas, de forma a aumentar a capacidade de resposta a fenómenos climáticos extremos no futuro.

Durante a deslocação, a governante abordou ainda a questão da navegabilidade do rio Tejo, remetendo a decisão para uma análise técnica solicitada à APA, que deverá avaliar os impactos e benefícios dessa eventual opção.

Rádio Castrense / Lusa

Praia Fluvial de Cinco Reis abre época balnear 2026 a 13 de junho

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A Praia Fluvial de Cinco Reis, no concelho de Beja, vai dar as boas-vindas à época balnear 2026 já no próximo dia 13 de junho, marcando o arranque oficial da nova temporada de banhos.

O Município de Beja prepara a reabertura do espaço com o objetivo de garantir as melhores condições de segurança, conforto e qualidade aos banhistas. Nas últimas semanas, a área de lazer foi alvo de uma intervenção de manutenção e requalificação profunda.

Entre os trabalhos realizados destacam-se a reposição de areia, a renovação total das palhotas na zona concessionada e o tratamento das estruturas em madeira, incluindo passadiços, instalações sanitárias, bar de apoio e postos de observação de aves.

Foram ainda efetuadas operações de limpeza de vegetação, reposição de sinalética e melhorias nos acessos, com o nivelamento dos parques de estacionamento e a disponibilização de cinzeiros de praia.

Praia Fluvial de Cinco Reis contará também com um assistente de praia para apoio e informação aos visitantes, reforçando as condições de segurança e acompanhamento no local.

O Município assegura ainda transporte gratuito entre Beja e a praia durante os meses de julho e agosto, com saída diária às 14h30 (Beja – Piscina Descoberta – passagem por Beringel – Praia) e regresso às 19h15 (Praia – Beringel – Beja).

Com estas melhorias, a autarquia garante que “o espaço está totalmente preparado para proporcionar uma época balnear tranquila e memorável a todos os visitantes”.

PSP de Beja deteve dois cidadãos e registou 34 infrações rodoviárias na última semana

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O Comando Distrital de Beja da Polícia de Segurança Pública (PSP) efetuou duas detenções entre os dias 1 e 7 de junho, no âmbito da sua atividade operacional de prevenção e combate à criminalidade e aos ilícitos em geral.

Segundo a PSP, uma das detenções ocorreu por posse ilegal de munições e a outra por condução sob o efeito do álcool. Durante este período, foram ainda apreendidas duas munições de calibre de guerra, 34 latas de spray de tinta e 100 difusores de tinta.

No que respeita à segurança rodoviária, as autoridades fiscalizaram 89 viaturas e controlaram 1.207 veículos através de radar. Foram também realizados 84 testes de alcoolemia.

Da atividade de fiscalização resultaram 34 infrações rodoviárias, das quais 27 por excesso de velocidade e sete por outras infrações ao Código da Estrada.

Relativamente à sinistralidade rodoviária, a PSP registou sete acidentes de viação na sua área de responsabilidade. Destes acidentes não resultaram vítimas mortais, feridos graves ou feridos ligeiros.

A PSP sublinha que continuará a desenvolver ações de prevenção, fiscalização e sensibilização, com o objetivo de reforçar a segurança pública e rodoviária no distrito de Beja.

Agrupamento de Escolas de Odemira distinguido em concurso nacional de jovens cientistas

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O Agrupamento de Escolas de Odemira voltou a ganhar destaque no Concurso Nacional de Jovens Cientistas, integrado na Mostra Nacional de Ciência, que decorreu no Porto entre os dias 28 e 30 de maio.

O Clube Ciência Viva BIGEO marcou presença com quatro projetos em competição, dois dos quais foram distinguidos, sublinhando a qualidade do trabalho de investigação desenvolvido pelos alunos do concelho.

As investigações apresentadas abrangeram temas como a qualidade do mel produzido na região, a dispersão de espécies invasoras, soluções de baixo custo para a desinfeção de hortícolas e o estudo da biodiversidade no Perímetro de Rega do Mira.

Do conjunto de projetos apresentados, o agrupamento conquistou uma Menção Honrosa e assegurou ainda uma participação internacional em Milão, reforçando o reconhecimento do trabalho desenvolvido, tanto a nível nacional como além-fronteiras.

A participação do Agrupamento de Escolas de Odemira volta assim a evidenciar a aposta na ciência e na investigação jovem, promovendo o envolvimento dos estudantes em projetos com impacto científico e ambiental.

Campanha “Viaje sem Pressa” fiscalizou quase 48 mil condutores e registou mais de 19 mil infrações

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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) divulgaram o balanço da sexta campanha do Plano Nacional de Fiscalização 2026, intitulada “Viaje sem Pressa”, dedicada à prevenção da velocidade excessiva e inadequada.

A operação decorreu entre 2 e 8 de junho, nos distritos de Aveiro, Faro e Lisboa, tendo como principal objetivo alertar os condutores para os riscos associados ao excesso de velocidade e à adaptação da condução às condições da via, do trânsito e do estado meteorológico.

Durante a campanha, foram fiscalizados 47.099 veículos e condutores, através de ações presenciais e por radar, tendo sido registadas 19.328 infrações rodoviárias. Entre as infrações mais frequentes destacam-se a utilização indevida do telemóvel durante a condução, a condução sob efeito de álcool, a não utilização de dispositivos de segurança e irregularidades relacionadas com documentos e condições técnicas dos veículos.

No âmbito da sensibilização, 500 condutores e passageiros foram abordados pelas autoridades, com mensagens centradas na necessidade de respeitar os limites de velocidade, manter distâncias de segurança, evitar comportamentos agressivos e adotar uma condução defensiva.

Em termos de sinistralidade, entre 2 e 8 de junho registaram-se 2.664 acidentes em todo o país, dos quais resultaram 10 vítimas mortais, 71 feridos graves e 845 feridos ligeiros. No Continente ocorreram 95% dos acidentes, enquanto nas Regiões Autónomas se registou uma vítima mortal.

Comparativamente ao período homólogo de 2025, verificaram-se menos acidentes, mas um aumento no número de vítimas mortais e feridos graves.

A ANSR, GNR e PSP reforçam que o excesso de velocidade continua a ser uma das principais causas da sinistralidade rodoviária em Portugal, representando mais de 60% das infrações registadas, sublinhando a importância de campanhas de prevenção e fiscalização regulares.

As campanhas do Plano Nacional de Fiscalização, promovidas anualmente desde 2020, prosseguem até ao final de 2026, com mais cinco ações previstas, abrangendo temas como velocidade, álcool, uso de dispositivos de segurança, telemóvel e veículos de duas rodas a motor, incluindo ainda um novo eixo dedicado aos utilizadores vulneráveis da estrada.