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Município de Castro Verde conclui renovação da iluminação do Campo de Futebol da Sete

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A Câmara Municipal de Castro Verde concluiu a intervenção de substituição do sistema de iluminação do Campo de Futebol 25 de Abril, na Sete, freguesia de Santa Bárbara de Padrões, dando mais um passo na requalificação daquela infraestrutura desportiva.

A empreitada, que representou um investimento municipal de cerca de 25 mil euros, incluiu a aquisição e instalação de um novo sistema de iluminação, proporcionando melhores condições de utilização do recinto, maior eficiência energética, reforço da segurança e melhores condições para a prática desportiva e realização de atividades durante o período noturno.

Concluída esta fase da intervenção, seguem-se os trabalhos de terraplanagem que antecedem a instalação do novo relvado sintético. Esta componente da obra representa um investimento de 301.596 euros, integralmente financiado pela Câmara Municipal de Castro Verde.

Paralelamente, está prevista a realização de intervenções na envolvente do recinto desportivo, num investimento estimado em cerca de 100 mil euros, reforçando a melhoria das condições do equipamento.

Segundo a autarquia, esta empreitada integra a estratégia municipal de valorização e modernização das infraestruturas desportivas do concelho, dando continuidade aos investimentos já realizados nos campos de futebol de São Marcos da Ataboeira e Entradas, com o objetivo de proporcionar melhores condições a atletas, clubes e à população.

Nova mina subterrânea em Aljustrel avança para consulta pública com exploração prevista de vários metais

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O projeto de uma nova exploração mineira subterrânea no concelho de Aljustrel está em fase de consulta pública, integrando o processo de Avaliação de Impacte Ambiental conduzido pelas entidades competentes. A iniciativa, designada Concessão C-14 “Gavião”, é promovida pela Almina – Minas do Alentejo e prevê a extração de diversos recursos minerais, incluindo cobre, chumbo, zinco, prata e ouro.

Localizada junto ao atual complexo mineiro, a futura exploração abrangerá áreas das freguesias de Aljustrel e Rio de Moinhos, no distrito de Beja. O plano contempla a criação de acessos subterrâneos, galerias e um poço principal, bem como a instalação de várias infraestruturas à superfície. Parte significativa dos equipamentos e serviços será partilhada com a mina já em funcionamento, evitando a necessidade de novas captações de água ou ligações energéticas adicionais.

Com um horizonte temporal estimado em cerca de 25 anos, o projeto está estruturado em diferentes fases, desde a abertura dos acessos ao minério até ao encerramento da exploração. Durante a fase ativa, será utilizado um método subterrâneo com recurso controlado a explosivos, sendo posteriormente preenchidas as áreas exploradas com materiais resultantes da própria atividade.

A área de intervenção inclui terrenos agrícolas e florestais, com presença de olival, pastagens e espécies autóctones. O estudo ambiental identifica a necessidade de abate de centenas de árvores protegidas, propondo medidas de compensação através da plantação de novos exemplares. Embora não interfira diretamente com áreas classificadas da Rede Natura 2000, o projeto situa-se nas proximidades de zonas ambientalmente sensíveis.

Entre os principais impactes negativos apontados destacam-se as alterações ao relevo, à paisagem e aos ecossistemas locais, sobretudo durante as fases de construção e exploração. Ainda assim, o estudo considera que muitos desses efeitos poderão ser minimizados através de medidas de mitigação e monitorização contínua de fatores como qualidade do ar, água, ruído e vibrações.

Do ponto de vista económico, a exploração do depósito do Gavião é vista como uma oportunidade para prolongar a atividade mineira na região, contribuindo para a manutenção de empregos e dinamização do tecido empresarial local. Está igualmente previsto o envolvimento de empresas da região na execução do projeto.

A decisão final sobre a viabilidade ambiental da nova mina será tomada após a análise técnica do processo e das participações recolhidas durante o período de consulta pública.

Oferta de casas para arrendar cai em Portugal, mas Beja destaca-se com forte crescimento

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A oferta de casas para arrendar em Portugal registou uma quebra significativa de 22% no segundo trimestre de 2026, face ao mesmo período do ano passado. Ainda assim, o distrito de Beja surge em contraciclo, liderando o crescimento da oferta a nível nacional.

De acordo com dados divulgados pelo idealista, estavam disponíveis 40.716 imóveis para arrendamento de longa duração no país, num mercado que continua a evidenciar fortes assimetrias entre o litoral urbano e o interior.

Beja com maior crescimento do país

A nível distrital, Beja destacou-se com um aumento de 65% na oferta de casas para arrendar, o maior crescimento registado em todo o território nacional. Seguem-se a ilha da Madeira, com uma subida de 50%, e Bragança, com 44%.

Este crescimento coloca Beja como um dos territórios onde a oferta habitacional tem vindo a recuperar, contrastando com as fortes quebras registadas em distritos como Coimbra (-49%) e Porto (-42%).

Capitais com comportamentos distintos

Nas capitais de distrito e regiões autónomas, o cenário é mais desigual. Coimbra (-58%) e Porto (-52%) lideram as maiores quedas na oferta, seguidas de Lisboa (-27%). Em sentido oposto, cidades como Funchal (58%), Viana do Castelo (57%) e Vila Real (50%) registaram aumentos expressivos.

No caso de Beja, a oferta manteve-se estável na capital de distrito, sem variação face ao ano anterior.

Mercado continua pressionado nos grandes centros

Segundo Ruben Marques, porta-voz do idealista, os aumentos percentuais elevados em alguns territórios devem ser analisados com cautela, uma vez que podem representar apenas um número reduzido de imóveis adicionais.

“O problema real do arrendamento em Portugal concentra-se nos grandes centros urbanos, onde a oferta continua a cair e a pressão sobre as famílias é mais intensa”, sublinha.

Interior ganha peso na oferta

Os dados revelam uma tendência de recuperação da oferta em regiões do interior, como Beja e outros distritos alentejanos, ao mesmo tempo que o litoral urbano enfrenta uma escassez crescente de habitação para arrendamento.

A análise foi realizada pelo idealista/data, com base numa ampla base de dados própria e em informação pública e privada, com o objetivo de apoiar decisões estratégicas no setor imobiliário.

Ligação rodoviária entre Sines e Beja continua incompleta e trava desenvolvimento regional

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A esperada ligação de alta capacidade entre Sines e Beja permanece longe de estar concluída, mantendo-se como uma das principais lacunas nas infraestruturas rodoviárias do Alentejo. Pensada como a autoestrada A26, com cerca de 84 quilómetros de extensão, a via resume-se atualmente a um troço com apenas 10 quilómetros, que termina de forma abrupta numa rotunda na zona de Malhada Velha, no concelho de Ferreira do Alentejo.

Esta descontinuidade obriga o tráfego, em particular o transporte pesado, a recorrer a percursos alternativos menos eficientes, sem características de autoestrada e com várias interrupções. A situação tem impacto direto na fluidez da circulação e na segurança rodoviária, além de comprometer a função estratégica deste eixo para o transporte de mercadorias.

O setor empresarial da região tem vindo a manifestar preocupação face a este cenário, uma vez que a ligação ao Porto de Sines é fundamental para o escoamento de produtos e para a articulação com mercados nacionais e internacionais. A inexistência de uma via contínua aumenta custos logísticos, prolonga tempos de viagem e reduz a competitividade das empresas instaladas no território.

O projeto original previa ainda a articulação com a A2, facilitando o acesso ao Aeroporto de Beja e reforçando a atratividade da região para investimento. No entanto, a realidade mantém-se inalterada há vários anos, com a conclusão da infraestrutura dependente de futuras intervenções, nomeadamente no IP8 e em variantes destinadas a retirar o tráfego pesado dos centros urbanos.

Sem um calendário definido para a retoma das obras, a A26 continua a ser vista como um exemplo das dificuldades de concretização de projetos estruturantes no interior do país, perpetuando assimetrias e adiando o potencial de desenvolvimento do Alentejo.

Suspeito de tentativa de homicídio em Aljustrel extraditado da Alemanha e fica em prisão preventiva

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A Polícia Judiciária (PJ), através da Unidade de Cooperação Internacional, concretizou a extradição para Portugal de um homem, de 53 anos, suspeito de uma tentativa de homicídio ocorrida em Aljustrel, em setembro de 2025.

O detido foi localizado na Alemanha, na sequência de um Mandado de Detenção Europeu emitido pelas autoridades portuguesas, depois de se ter colocado em fuga para o estrangeiro.

De acordo com a PJ, os factos remontam a um episódio de agressão ocorrido no local de trabalho do suspeito e da vítima, numa herdade do concelho de Aljustrel. A vítima, um homem de 38 anos, foi atacada com um objeto corto-perfurante, sofrendo ferimentos graves. Ainda assim, o desfecho não foi fatal graças à rápida intervenção dos meios de socorro e ao encaminhamento para o Hospital de Beja, da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo.

A investigação, conduzida pela Diretoria do Sul da PJ, permitiu apurar que o alegado agressor terá atuado após uma discussão, por motivos considerados fúteis e sob o efeito de álcool. Após o crime, colocou-se em fuga para fora do país, tendo passado pela Roménia antes de ser localizado em território alemão.

As diligências realizadas reuniram prova suficiente para sustentar a acusação e permitir a emissão dos mandados de detenção fora de flagrante delito.

O suspeito já foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação mais gravosa: prisão preventiva.

O inquérito é dirigido pela Procuradoria do Juízo de Competência Genérica de Ourique.

Raças autóctones perdem terreno e rentabilidade face ao bom momento dos bovinos e ovinos no mercado

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O alerta é de Nuno Faustino, dirigente da Associação de Criadores do Porco Alentejano (ACPA), que defende a urgência de compreender as causas do fenómeno e aplicar medidas de apoio para preservar este património nacional.

Apesar de o mercado dos bovinos e dos ovinos estar a atravessar um período “muito bom”, a realidade não se tem refletido de igual forma para as raças autóctones. A constatação é de Nuno Faustino, dirigente da Associação de Criadores do Porco Alentejano (ACPA), que aponta para um cenário “quase contraditório”, onde as raças autóctones acabam por sair prejudicadas.

De acordo com o responsável, os animais “convencionais” — ou raças exóticas — têm acompanhado a tendência de valorização do mercado, garantindo um bom retorno financeiro. Por oposição, as raças autóctones não conseguiram acompanhar essa subida de preços, o que resulta numa perda contínua de atratividade para o setor.

Menos rentabilidade, menor apetência de criadores

A disparidade nos preços e na valorização tem um impacto direto no ecossistema agrícola. Sem o mesmo retorno financeiro, a apetência para que novos e antigos criadores se dediquem a estas raças diminui significativamente.

“A rentabilidade é mais baixa e [as raças autóctones] não acompanharam a subida que as outras raças tiveram”, explicou Nuno Faustino, sublinhando que a falta de valorização económica coloca em risco a sustentabilidade da atividade.

Urgência em perceber o problema e atuar

Perante este cenário, o dirigente da ACPA deixa uma recomendação clara às entidades e ao setor: é fundamental, em primeiro lugar, analisar com rigor as razões pelas quais as raças autóctones ficaram para trás neste ciclo de valorização.

Só após esse diagnóstico, defende, será possível “atuar em conformidade” para traçar estratégias de apoio eficazes. Nuno Faustino recorda que estas raças representam um património crucial para o país, desempenhando um papel insubstituível na coesão e preservação das regiões de produção extensiva.

PS exige apuramento de responsabilidades e defesa da comunidade escolar

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O Partido Socialista reafirma a sua posição de fiscalização da ação governativa, criticando a “insensibilidade” e a “arrogância” do Executivo perante os problemas na Educação.

O deputado socialista Pedro do Carmo garantiu que o Partido Socialista (PS) vai intensificar, já no decorrer desta semana e nos dias subsequentes, a exigência de esclarecimentos e o apuramento de responsabilidades sobre a situação que afeta o setor do ensino. De acordo com o parlamentar, a iniciativa do partido “não é nada contra ninguém”, mas foca-se na procura da verdade e na garantia de que estas falhas não voltem a repetir-se.

Em declarações sobre a postura da oposição, Pedro do Carmo sublinhou que a intenção central passa por “escrutinar, esclarecer a verdade e promover que esta situação nunca mais voltar a acontecer”, visando a defesa rigorosa dos alunos, dos professores e de toda a comunidade escolar.

Na mesma intervenção, o deputado dirigiu duras críticas à atuação do Governo, acusando o Executivo de ter agido com “uma arrogância, com prepotência, com indiferença perante os problemas”. Para os socialistas, é imperativo que os responsáveis assumam os seus atos e que se tomem medidas para “defender e minimizar os problemas” causados aos afetados, criticando o que considera ter sido um Governo “muito insensível em todo este processo”.

Pedro do Carmo concluiu reiterando o compromisso do PS em continuar a utilizar a sua ação parlamentar para salvaguardar a estabilidade e os direitos de estudantes e docentes nos próximos dias, garantindo que o partido estará no terreno a “defender toda esta comunidade escolar”.

Projeto eólico com até 22 aerogeradores em estudo entre Ourique e Odemira

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A empresa Galp está a desenvolver um novo projeto de produção de energia renovável no Baixo Alentejo, que poderá resultar na instalação de cerca de 22 aerogeradores nos concelhos de Ourique e Odemira. Designado Projeto Eólico Mira, o plano prevê uma capacidade instalada na ordem dos 158 megawatts, encontrando-se ainda numa fase inicial de análise e desenvolvimento.

A iniciativa assenta na combinação de fontes renováveis, através da integração de produção eólica com uma central solar já em desenvolvimento na região de Ourique. Este modelo de hibridização permitirá otimizar o uso das infraestruturas elétricas existentes e aumentar a eficiência na produção de energia.

Em junho de 2026, a empresa deu início ao processo ambiental com a submissão de uma Proposta de Definição de Âmbito à Agência Portuguesa do Ambiente. Esta etapa visa identificar os principais aspetos a avaliar no futuro Estudo de Impacte Ambiental, incluindo metodologias e fatores críticos relacionados com o território. Só após esta fase será possível avançar para uma análise detalhada dos impactes e das medidas de mitigação.

Apesar de já existir uma configuração preliminar, tanto o número de aerogeradores como a sua localização exata poderão sofrer alterações, dependendo dos resultados dos estudos técnicos e ambientais. A concretização do projeto ainda está distante no tempo, não sendo expectável o início da construção antes de 2029, devido às várias fases de licenciamento necessárias.

A Galp sublinha que este projeto é independente de outras iniciativas anteriormente consideradas na região, nomeadamente o parque eólico das Cachenas, entretanto cancelado. Enquanto esse projeto estava associado à produção de hidrogénio, o Projeto Mira destina-se à injeção de energia na rede elétrica nacional.

No âmbito do desenvolvimento do projeto, a empresa tem vindo a promover contactos com autarquias e juntas de freguesia dos concelhos envolvidos, com o objetivo de apresentar a proposta e recolher contributos das comunidades locais.

Rádio Castrense / Lusa

Fernando Amaral Pires assume direção executiva da ARPTA

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Fernando Amaral Pires é o novo diretor executivo da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA), sucedendo a António Lacerda, que se retira do cargo após mais de duas décadas de funções, iniciadas em fevereiro de 2004.

A escolha recai sobre um profissional com mais de 25 anos de experiência ligada ao turismo na região, tendo desempenhado um papel ativo no desenvolvimento, planeamento e promoção do Alentejo enquanto destino turístico.

Ao longo do seu percurso na ARPTA, Fernando Pires esteve envolvido na definição e execução de diversas estratégias promocionais em diferentes mercados, bem como na gestão de projetos financeiros que suportam a atividade da agência.

O presidente da ARPTA, José Manuel Santos, sublinha que esta mudança representa simultaneamente o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido por António Lacerda e o início de um novo ciclo na instituição.

Para a Agência Regional, esta nomeação reflete uma aposta na continuidade e no conhecimento aprofundado do território, aliada à necessidade de inovação e renovação estratégica.

Fernando Amaral Pires afirma assumir o cargo com sentido de responsabilidade, destacando como prioridades a valorização do trabalho já realizado, o reforço da cooperação entre entidades regionais e a afirmação do Alentejo nos mercados internacionais.

Festival “Beja na Rua” arranca esta quarta-feira

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O centro histórico de Beja volta a receber o festival “Beja na Rua”, uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Beja, em parceria com a Zarcos – Associação de Músicos de Beja, que decorrerá entre os dias 22 de julho e 20 de setembro.

A edição de 2026 contará com cerca de 40 projetos artísticos, distribuídos por várias áreas culturais, incluindo música, teatro, cinema, street art, poesia, contos, animação e outras atividades dirigidas a públicos de todas as idades. Toda a programação terá acesso gratuito.

Durante o festival, o centro histórico será organizado em quatro espaços temáticos – Bairro das Flores, Bairro do Amor, Bairro da BD e Bairro das Cores – que acolherão as diferentes iniciativas ao longo dos dois meses de programação.

Segundo o vereador da Câmara Municipal de Beja, Vítor Picado, o “Beja na Rua” é uma das iniciativas culturais mais emblemáticas do concelho, destacando-se pela forma como devolve protagonismo ao centro histórico e transforma ruas, praças e largos em espaços de criação e fruição cultural.

“O conceito do festival assenta em transformar as ruas, praças e largos em palcos para música, teatro, dança, arte urbana, poesia, exposições e animação, privilegiando a ligação entre a programação e o espaço público”, refere o autarca.

A iniciativa, “pretende voltar a afirmar-se como um dos principais eventos culturais de verão no concelho de Beja” realça o município de Beja.