O Relatório do Estado do Ambiente confirma a elevada exposição: 4,7% do território continental apresenta suscetibilidade muito elevada, 27,9% alta e 38,2% moderada. No total, cerca de 71% encontra-se nestas três classes.
No entender da Associação Ambientalista ZERO, o Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação, que está em revisão até ao final deste ano, “deve ter a capacidade e medidas concretas suficientemente integradas para, em termos de ordenamento do território, conseguir reduzir esta vulnerabilidade da desertificação do país”, adianta Francisco Ferreira.






















