A CDU de Ferreira do Alentejo em nota à Imprensa reage com “firmeza a nova rejeição da constituição do executivo da Junta de Freguesia de Ferreira do Alentejo” e ao comunicado divulgado pelo Partido Socialista, no qual, de forma injustificada, procura imputar à CDU responsabilidades que não lhe cabem e revela as verdadeiras intenções por detrás do impasse.
Os comunistas dizem que um mês sobre a data das eleições e o Partido Socialista que jamais se “conformou com a vontade expressa pelos ferreirenses na escolha da Junta de
Freguesia”, tal como nunca conseguiu compreender como ficou a meros 99 votos de perder a presidência da câmara deixou cair a máscara e apresenta o verdadeiro motivo porque não quer negociar.
A CDU lamenta que os socialistas queiram “impor novas eleições apenas porque o resultado legítimo não corresponde às suas expectativas revela uma tentativa lamentável de subverter o escrutínio democrático, desrespeitando de forma grave a soberania popular”.
Para a CDU é claro que “o PS perdeu as eleições para a Junta de Freguesia. Esta atitude, que se tem prolongado no tempo, está na origem dos constrangimentos que hoje penalizam a freguesia”.
Contrariamente ao insinuado pelo PS, a CDU “não reivindica qualquer maioria absoluta que não tenha resultado do sufrágio. O que a CDU exige é simples e legítimo: que o PS assuma as suas responsabilidades enquanto força minoritária e viabilize o funcionamento da autarquia, conforme decorre das regras democráticas e do interesse coletivo”.
Para a CDU, a solução atualmente em vigor – a continuidade administrativa dos vogais do anterior mandato – foi determinada através de um parecer da CCDR, entidade pública e independente, “precisamente para evitar a paralisia total da freguesia”. A CDU refere que “acatou esta orientação com sentido institucional e responsabilidade”.


















