Os educadores, professores e investigadores juntam-se esta quarta-feira, 3 de junho, à Greve Geral convocada pela CGTP-IN, numa ação de protesto contra o que consideram ser um “ataque aos direitos dos trabalhadores”.
Em causa está o pacote laboral que o Governo pretende implementar, alvo de fortes críticas por parte das estruturas sindicais. Segundo os representantes do setor da Educação e da Ciência, as medidas propostas não correspondem a um processo de modernização, mas antes a um “profundo retrocesso social”, colocando os interesses patronais acima dos direitos dos trabalhadores.
Os profissionais alertam para impactos negativos significativos, nomeadamente o agravamento da instabilidade profissional, a fragilização das carreiras e a desvalorização dos salários, tanto no ensino como na investigação científica.
A paralisação é apresentada como uma resposta de resistência à precariedade e à perda de direitos laborais, considerados conquistas de décadas de պայքo sindical.
Ao longo do dia, estão previstas várias concentrações e ações de protesto em todo o país, com dirigentes sindicais disponíveis para declarações à comunicação social em cidades como Porto, Coimbra, Lisboa, Évora, Faro, bem como nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores.
A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) apela aos órgãos de comunicação social para que acompanhem a mobilização, destacando a importância de dar visibilidade às reivindicações dos trabalhadores e ao envolvimento dos profissionais na defesa de melhores condições de trabalho e da Escola Pública.
A Greve Geral de 3 de junho surge, assim, como um momento de forte contestação social e sindical, reunindo trabalhadores de diferentes setores em torno da defesa dos direitos laborais.





















