O setor não lucrativo, predominante em contextos rurais ou com menor capacidade financeira, oferece apenas cuidados essenciais, como higiene, alimentação ou tratamento de roupas, conclui estudo.
O estudo, realizado por Maria Irene Carvalho e Carla Ribeirinho, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, analisou os modelos de Serviço de Apoio Domiciliário existentes em Portugal e propõe medidas para reforçar a sua eficácia, integração e sustentabilidade, e denuncia uma desigualdade de tratamento entre idosos ricos e pobres, preocupante.
A presidente do MURPI, Isabel Gomes, confirma esta realidade e diz que os idosos são tratados a baixo de uma desigualdade inenarrável.




















