As negociações em torno do pacote laboral chegaram ao fim sem qualquer acordo entre o Governo, os representantes da UGT e as confederações patronais.
De acordo com fonte da central sindical, “o processo negocial terminou após sucessivas propostas do Governo sem recuo em matérias consideradas essenciais pelos sindicatos”. A mesma fonte aponta para um “desencontro estrutural” e uma “inadequação das propostas face ao que a UGT tinha sugerido”.
Também no Alentejo surgem críticas ao desfecho das negociações. O delegado do STAL na região, Vasco Santana, considera que o fim do processo negocial com os sindicatos “é um aviso claro ao Governo de que o pacote laboral apresentado não tem ponta por onde se lhe pegue”.


















