A instabilidade meteorológica que se tem verificado desde o início de 2026, marcada por precipitação intensa e persistente associada a ventos fortes, tem vindo a evidenciar situações de fragilidade e degradação em diversos edifícios e recintos, aumentando o risco de derrocadas, queda de materiais e colapso de estruturas. Estas ocorrências representam perigo para pessoas, bens e animais, sobretudo em zonas com construções mais antigas ou com menor manutenção.
Perante situações registadas em espaço público, o Município assegura a intervenção necessária, atuando igualmente sempre que estejam em causa condições que possam afetar a segurança da via pública. Contudo, a autarquia relembra que não se pode substituir aos proprietários na conservação do património privado, sendo estes responsáveis por garantir o bom estado de manutenção dos seus imóveis, de forma a que não constituam risco para a segurança coletiva.
Nesse sentido, é dirigido um apelo aos munícipes para que verifiquem o estado de conservação das suas propriedades, realizem as reparações consideradas necessárias e adotem medidas preventivas, como a correta fixação ou remoção de elementos suscetíveis à ação do vento e a limpeza dos sistemas de escoamento de águas pluviais, reduzindo assim a probabilidade de incidentes durante períodos de condições atmosféricas adversas.
A população é ainda aconselhada a redobrar a atenção junto de edifícios degradados ou zonas devidamente sinalizadas, evitando circular ou permanecer nas imediações desses locais, bem como estacionar viaturas nas proximidades.
A proteção civil reforça que a prevenção é um dever de todos e essencial para salvaguardar a segurança coletiva. Em caso de situação de risco iminente, deve ser contactado de imediato o 112.

















