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Terça-feira, Abril 7, 2026

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Páscoa 2026 com 14 mortos nas estradas: GNR regista aumento da sinistralidade rodoviária

A Guarda Nacional Republicana (GNR) divulgou o balanço provisório da Operação “Páscoa 2026”, que decorreu entre os dias 2 e 6 de abril, revelando um aumento significativo da sinistralidade rodoviária face ao ano anterior, apesar do reforço das ações de fiscalização, patrulhamento e sensibilização em todo o território nacional.

Durante este período, foram fiscalizados 34 305 condutores, tendo sido detidas 317 pessoas por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l e outras 111 por falta de habilitação legal para conduzir. No total, registaram-se 5 750 contraordenações, sendo a maioria relacionada com excesso de velocidade, seguindo-se infrações por falta de inspeção periódica obrigatória, ausência de seguro, uso incorreto do cinto de segurança ou sistemas de retenção para crianças, condução sob efeito de álcool e utilização indevida do telemóvel durante a condução.

No que diz respeito à sinistralidade rodoviária, foram registados 941 acidentes, dos quais resultaram 14 vítimas mortais, 31 feridos graves e 266 feridos leves. Entre os acidentes mais graves, destacam-se várias colisões e despistes ocorridos em diferentes pontos do país, envolvendo veículos ligeiros, motociclos, um comboio e até um veículo pesado, com vítimas de diferentes idades.

Entre os casos mais trágicos está uma colisão em Alvalade do Sado, no distrito de Setúbal, que provocou quatro mortos, incluindo menores, bem como outros acidentes mortais registados nos distritos de Lisboa, Viana do Castelo, Braga, Santarém, Portalegre, Faro e Leiria.

Comparativamente com a Operação “Páscoa 2025”, que decorreu durante um período mais alargado, entre 11 e 21 de abril, verifica-se uma subida no número de vítimas mortais, uma vez que no ano passado foram registados 2 322 acidentes, dos quais resultaram cinco mortos, 50 feridos graves e 649 feridos leves.

A GNR reforça a necessidade de adoção de comportamentos responsáveis por parte dos condutores, sublinhando que a prevenção continua a ser o principal fator para a redução da sinistralidade nas estradas portuguesas.

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