O Município de Vidigueira vai avançar com a 3.ª campanha de desratização e desbaratização de 2026, uma ação que visa reforçar as condições de higiene e saúde pública em todo o concelho.
A intervenção decorre entre os dias 27 e 31 de julho, no período da manhã, entre as 07h30 e as 13h30, abrangendo os coletores de saneamento e diversos edifícios municipais, em todas as freguesias.
A iniciativa será executada pelo Serviço de Higiene e Limpeza Municipal, no âmbito das ações regulares de controlo de pragas, com o objetivo de prevenir a proliferação de roedores e insetos.
O município informa ainda que, caso as condições meteorológicas não permitam a realização dos trabalhos nas datas previstas, a campanha será reagendada para a semana seguinte.
Com esta medida, a autarquia reforça o seu compromisso com a qualidade de vida da população e a manutenção das condições sanitárias no concelho.
Odemira prepara o próximo quadro comunitário com foco na criação de riqueza, no apoio ao setor agrícola e na industrialização da inovação local.
A futura Área de Acolhimento Empresarial de São Teotónio assume-se como o “projeto central” do município de Odemira para a atração de investimento e consolidação do tecido produtivo local. Em declarações à Rádio Castrense, o Presidente da Câmara Municipal de Odemira, Hélder Guerreiro, destacou a relevância estratégica da infraestrutura e explicou o plano de desenvolvimento em curso no concelho.
Planeamento e Articulação Territorial
De acordo com o autarca, a revisão do Plano Director Municipal (PDM) e a elaboração do Plano de Pormenor estão a desenhar com precisão as áreas de atuação e o tipo de empresas a fixar no parque industrial. O objetivo passa por estruturar o acolhimento empresarial de forma alinhada com as necessidades reais do território.
Da Incubação à Industrialização
Hélder Guerreiro enfatizou que a Área de Acolhimento Empresarial de São Teotónio terá um papel determinante na transição entre o conhecimento e a produção industrial. A infraestrutura foi pensada para acolher o crescimento e a escala das inovações desenvolvidas na incubadora do concelho, garantindo o processo de fixação das empresas e a resposta ao setor agrícola dominante na região.
“Esta área de acolhimento empresarial é aquela que nós pensamos que segurará e trará muito mais poder de criação de riqueza ao território, tendo em conta que estará a responder a um investimento muito grande das empresas agrícolas do concelho”, salientou Hélder Guerreiro.
Olhar no Próximo Quadro Comunitário
Apesar de ser a prioridade da estratégia municipal, o autarca revelou que o município já se encontra a preparar projetos para o próximo quadro comunitário de apoio. O plano prevê a consolidação de três áreas de acolhimento empresarial e a criação de novos espaços de investimento estratégico para impulsionar a coesão económica e a fixação de valor no concelho de Odemira.
Os municípios de Castro Verde, Moura, Ourique e Serpa emitiram uma tomada de posição pública conjunta na qual exigem que o Ministério da Saúde esclareça, de forma célere e concreta, o calendário para uma solução alternativa de financiamento destinada às obras nos centros de saúde locais. Em causa está o risco “muito elevado” de se perderem as verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
O alerta foi reforçado pelo presidente da Câmara Municipal de Castro Verde, António José Brito, que sublinhou a urgência de uma reação por parte da tutela. “O que está em causa exige, da parte do Ministério da Saúde, uma resposta cabal, concreta e rápida”, afirmou o autarca, justificando a necessidade de os municípios avançarem com esta exigência pública.
“Estamos a falar de investimentos volumosos. É preciso que os municípios saibam o caminho que vão seguir e as respostas que vão ter do ponto de vista financeiro”, afirmou António José Brito Brito.
Um silêncio que preocupa as autarquias
O autarca sublinha que a obrigação de requalificar os centros de saúde “é exclusiva do Ministério da Saúde”, explicando que a decisão das câmaras municipais em assumir este compromisso se deveu, unicamente, à vontade de colaborar ativamente na resolução de problemas em prol dos seus territórios.
Perante o cenário atual, as autarquias recusam ficar sem respostas. “Não podemos aceitar que, ao invés de criar uma solução de financiamento alternativa e rápida para evitar transtornos maiores do ponto de vista financeiro e de tesouraria às câmaras, o Ministério da Saúde esteja num silêncio muito grande”, lamentou o edil, exigindo saber qual é a estratégia da tutela e para quando está prevista a sua implementação.
Risco de paragem imediata das obras
António José Brito reforça que as autarquias assumiram “com gosto” a responsabilidade de executar as obras, mas avisa que não tolerará que o Ministério da Saúde “puxe o tapete às câmaras municipais” sem apresentar soluções concretas para o pagamento aos empreiteiros.
O presidente da Câmara de Castro Verde deixa ainda um aviso claro: se não surgir uma resposta célere por parte da equipa do Ministério da Saúde, a região enfrentará um “impasse grave”, correndo-se o risco real de as obras em curso “pararem de imediato”.
O Comando Distrital de Beja da Polícia de Segurança Pública (PSP) divulgou o balanço da atividade operacional realizada entre os dias 13 e 19 de julho, no âmbito das ações de prevenção e dissuasão da criminalidade e de fiscalização rodoviária.
Durante este período, foram controladas 1009 viaturas através de radar e fiscalizados diretamente 113 veículos. A PSP realizou ainda 72 testes de alcoolemia.
Da ação resultaram 33 infrações rodoviárias, destacando-se uma por condução sob o efeito do álcool, três por excesso de velocidade, duas por falta de seguro e uma por ausência de inspeção periódica obrigatória. As restantes 26 infrações dizem respeito a outras irregularidades.
No que diz respeito à sinistralidade rodoviária, registaram-se quatro acidentes de viação na área de responsabilidade do Comando Distrital de Beja, não havendo registo de vítimas mortais, feridos graves ou feridos ligeiros.
A PSP sublinha que “estas ações visam reforçar a segurança rodoviária e sensibilizar os condutores para a adoção de comportamentos responsáveis na estrada”.
O Castelo de Beja recebe hoje, dia 21 de julho, a gravação de uma edição especial do programa “Em Casa d’Amália”, da RTP1, uma iniciativa que promete destacar a música portuguesa e valorizar a identidade cultural do Alentejo.
Inspirado nas célebres tertúlias promovidas por Amália Rodrigues, o programa recria o ambiente de convívio entre músicos, poetas e outras figuras da cultura nacional, levando agora esse conceito ao emblemático monumento da cidade.
A apresentação estará a cargo de José Gonçalez e contará com um elenco de artistas com fortes ligações a Beja e ao Alentejo, entre os quais Buba Espinho, Luís Trigacheiro, Bandidos do Cante, Luís Espinho, Eduardo Espinho, Bruno Chaveiro, Bernardo Viana e António Santos.
Segundo a Câmara Municipal de Beja, a realização desta gravação representa uma oportunidade para promover o património, os artistas e a identidade cultural do concelho junto de públicos de todo o país e das comunidades portuguesas no estrangeiro, através da emissão do programa na RTP.
A abertura de portas está prevista para as 20h30, com o início da gravação marcado para as 22h00. A entrada será gratuita e os lugares sentados serão ocupados por ordem de chegada, não existindo possibilidade de reserva. Após o preenchimento da lotação da plateia, o público poderá acompanhar o espetáculo nas zonas destinadas a assistência em pé.
A autarquia convida a população a participar nesta noite dedicada à música portuguesa, que junta alguns dos mais reconhecidos intérpretes da região num dos locais mais emblemáticos de Beja.
O novo Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), que tomou posse na passada semana, iniciou funções com uma visita detalhada às obras de requalificação do Bloco de Partos do Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja.
A deslocação teve como objetivo “avaliar o andamento de uma das intervenções consideradas prioritárias para a região, tanto pela comunidade como pelos profissionais de saúde”.
A empreitada, iniciada a 7 de julho de 2025, contempla a remodelação total do Bloco de Partos, incluindo a criação de uma sala de cirurgia para cesarianas e a melhoria das condições de internamento. O investimento global ascende a cerca de 2 milhões de euros, dos quais 1,5 milhões dizem respeito à obra e 500 mil euros à aquisição de equipamento.
O projeto pretende dotar a unidade hospitalar de infraestruturas mais modernas, seguras e confortáveis, garantindo melhores condições de resposta às futuras mães e recém-nascidos, bem como às equipas de profissionais que asseguram diariamente este serviço.
A nova administração sublinha que a sua atuação “será marcada pela proximidade e pela auscultação ativa, procurando agilizar processos e responder de forma eficaz aos desafios demográficos e geográficos do Baixo Alentejo”.
Refira-se que, durante o ano de 2025, nasceram 1037 bebés na maternidade da ULS do Baixo Alentejo, um número que reforça a relevância deste investimento para toda a população da região.
O centro histórico de Beja volta a receber o festival “Beja na Rua”, uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Beja, em parceria com a Zarcos – Associação de Músicos de Beja, que decorrerá entre os dias 22 de julho e 20 de setembro.
A edição de 2026 contará com cerca de 40 projetos artísticos, distribuídos por várias áreas culturais, incluindo música, teatro, cinema, street art, poesia, contos, animação e outras atividades dirigidas a públicos de todas as idades. Toda a programação terá acesso gratuito.
Durante o festival, o centro histórico será organizado em quatro espaços temáticos – Bairro das Flores, Bairro do Amor, Bairro da BD e Bairro das Cores – que acolherão as diferentes iniciativas ao longo dos dois meses de programação.
Segundo o vereador da Câmara Municipal de Beja, Vítor Picado, o “Beja na Rua” é uma das iniciativas culturais mais emblemáticas do concelho, destacando-se pela forma como devolve protagonismo ao centro histórico e transforma ruas, praças e largos em espaços de criação e fruição cultural.
“O conceito do festival assenta em transformar as ruas, praças e largos em palcos para música, teatro, dança, arte urbana, poesia, exposições e animação, privilegiando a ligação entre a programação e o espaço público”, refere o autarca.
A iniciativa, “pretende voltar a afirmar-se como um dos principais eventos culturais de verão no concelho de Beja” realça o município de Beja.