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Federação do PS do Baixo Alentejo critica deputado do PSD e exige soluções para obras do PRR

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A Federação do Baixo Alentejo do Partido Socialista (PS) repudiou as declarações do deputado do PSD eleito por Beja, que acusou os presidentes das câmaras municipais de Castro Verde, Moura, Ourique e Serpa de “falta de honestidade política atroz” por exigirem ao Governo garantias quanto à continuidade das obras de requalificação de equipamentos de saúde financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Em comunicado, os socialistas consideram que estão em causa cerca de 5,4 milhões de euros de investimento público e alertam para a proximidade do prazo limite de execução do PRR. “O Baixo Alentejo precisa de respostas, compromissos e soluções, não de sermões nem de ataques pessoais aos autarcas”, sublinham.

A Federação recorda que o tema tem sido levantado há vários meses junto do Governo, nomeadamente pelo deputado socialista Pedro do Carmo, pelo secretário-geral do partido e pelos próprios presidentes de câmara, tanto individualmente como em conjunto. Ainda assim, apontam, não foram apresentadas respostas concretas por parte dos ministérios envolvidos.

Entre as questões por esclarecer, os socialistas destacam a ausência de informação sobre o instrumento financeiro a utilizar, a dotação disponível, o calendário de transição e as garantias a prestar aos municípios. “As empreitadas não se pagam com intenções”, referem, defendendo que as autarquias não podem assumir compromissos financeiros com base em promessas indefinidas.

O PS rejeita a ideia de que os municípios sejam responsáveis pela situação, sublinhando que estes assumiram projetos, concursos e gestão das empreitadas no âmbito de acordos com entidades do Ministério da Saúde e com base em compromissos de financiamento do Estado. Assim, consideram legítimo que os autarcas exijam esclarecimentos e defendam as populações.

O comunicado refere ainda que a preocupação dos autarcas foi entretanto corroborada pela Associação Nacional de Municípios Portugueses, que apelou ao Governo para avançar rapidamente com mecanismos de transição que garantam a continuidade das obras do PRR, sem aumentar a responsabilidade financeira das autarquias.

A Federação socialista destaca também a importância das intervenções em causa, nomeadamente nas unidades de Castro Verde e Moura, que incidem sobre serviços de urgência básica com carácter supramunicipal. Considera, por isso, inaceitável que os custos possam vir a ser suportados por uma única autarquia quando os equipamentos servem populações de vários concelhos.

Relativamente às extensões de saúde de Garvão e de Vila Nova de São Bento, os socialistas defendem que, apesar de representarem investimentos de menor dimensão, são serviços essenciais para as populações e não devem ser desvalorizados.

Neste contexto, a Federação do Baixo Alentejo do PS exige ao Governo a apresentação imediata de um calendário concreto, a identificação da fonte de financiamento, garantias formais de cabimentação e o compromisso de que os encargos não serão transferidos para os orçamentos municipais.

Apesar das críticas, o PS afirma não estar interessado em alimentar confrontos pessoais, apelando ao deputado do PSD eleito por Beja para que utilize o seu mandato na defesa dos interesses do distrito. “Foi eleito para defender o distrito de Beja, não para repreender os seus autarcas”, conclui o comunicado, reforçando a necessidade de “mais soluções, mais compromissos e mais respeito institucional” para o Baixo Alentejo.

Deputado Gonçalo Valente critica autarquias do Baixo Alentejo por atrasos em obras financiadas pelo PRR

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O deputado da Aliança Democrática eleito por Beja, Gonçalo Valente, acusou em comunicado, as autarquias de Moura, Castro Verde, Ourique e Serpa de falta de honestidade política ao responsabilizarem a Ministra da Saúde pelos atrasos na execução de obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Em nota de imprensa, o parlamentar considera “atroz” que os municípios tentem imputar responsabilidades ao Governo por um problema que, segundo afirma, resulta da gestão das próprias câmaras municipais. “Sendo ambos donos da obra e responsáveis por todos os procedimentos desde a consignação do financiamento, o que tem a ver o Governo com a falha dos prazos?”, questiona.

De acordo com Gonçalo Valente, os projetos das duas maiores intervenções — em Castro Verde e Moura — “foram aprovados para inclusão no PRR no início de 2024, tendo os contratos de financiamento sido assinados em junho do mesmo ano”. Nessa altura, refere, “as autarquias assumiram a responsabilidade pelos projetos de execução, lançamento dos concursos públicos e gestão das empreitadas”.

O deputado sublinha que, “ao aceitarem este calendário, as câmaras consideraram existir tempo suficiente para concluir as obras até 31 de agosto de 2026”. “Foi o Governo que se atrasou no financiamento? Não. Geriu alguma fase do processo? Não. Tomou alguma decisão que pusesse em causa os trabalhos? Não”, reforça, defendendo que os municípios devem assumir responsabilidades pelos atrasos.

Apesar das críticas, Gonçalo Valente afirma que o” Governo está empenhado em encontrar soluções que salvaguardem os interesses das populações. Segundo o deputado, os ministérios da Economia e Coesão e da Saúde estão a trabalhar numa alternativa de financiamento que permita a conclusão das obras, mesmo nas situações em que os prazos do PRR não sejam cumpridos”.

Ainda assim, alerta que essa solução terá de ser “devidamente pensada e cabimentada com responsabilidade”, rejeitando abordagens que atribui ao Partido Socialista. “Não é ‘façam e alguém há-de pagar’. Se houver algum problema, a culpa não é nossa”, critica.

Relativamente aos projetos de menor dimensão em Ourique e Serpa, o deputado considera que os prazos de execução são mais curtos e, por isso, eventuais atrasos serão ainda menos justificáveis. “As palavras são poucas para justificar o que está à vista”, conclui.

Planeamento e rigor orçamental reduzem despesas e melhoram a FACAL, afirma José Tadeu Freitas

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O planeamento atempado e a disciplina orçamental foram os fatores determinantes para a redução de custos e para o sucesso da edição deste ano da Feira das Atividades Culturais e Económicas de Almodôvar (FACAL). As garantias foram dadas pelo presidente da Câmara Municipal, José Tadeu de Freitas, ao fazer o balanço dos três dias do evento.

De acordo com a Câmara Municipal de Almodôvar, “foi possível reduzir os custos em perto de 200 mil euros face ao ano anterior, sem comprometer a qualidade, a dimensão ou o prestígio do evento”.

De acordo com o autarca, o trabalho de preparação começou logo após a tomada de posse do executivo municipal:

“Na pretensão, desde novembro, praticamente que iniciámos funções, começámos a falar de FACAL. Isso traz logo o planeamento. O planeamento traz redução de despesa”, destacou José Tadeu de Freitas.

O presidente da autarquia explicou que a organização com antecedência permitiu ao município uma maior margem de negociação com fornecedores e artistas, evitando os custos elevados que normalmente surgem com contratações de última hora. “Quando nós iniciamos com muito planeamento e muita antecipação, naturalmente que as grandes despesas (…) são efetuadas já com algum tempo e tempo de negociação. Essa foi a primeira chave”, sublinhou.

Fazer melhor com menos recursos

José Tadeu de Freitas fez questão de clarificar que a contenção orçamental não implicou uma perda de qualidade no certame. Pelo contrário, o objetivo passou por otimizar os recursos disponíveis: “A segunda chave foi fazer efetivamente uma FACAL melhor. Não foi reduzir despesa pura e crua, gastar menos dinheiro seja com o que for. Não, foi gastar menos dinheiro fazendo melhor.”

O autarca manifestou-se satisfeito com o resultado final dos três dias de evento, apontando o feedback positivo recebido ao nível da cartaz artístico, da organização geral e da gestão do recinto.

Segundo o autarca, este resultado foi alcançado graças a um “grande rigor disciplinar nas decisões orçamentais”, revelando que o executivo renegociou dezenas de propostas que chegaram à autarquia até atingir os valores pretendidos para o encerramento do orçamento do evento.

Beja inaugura novo Skatepark com demonstrações de modalidades urbanas

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O Município de Beja inaugura no próximo sábado, 25 de julho, o novo Skatepark de Beja, um equipamento dedicado às modalidades urbanas que se destaca pelas suas características técnicas e pela versatilidade, sendo apontado como um dos mais modernos e completos do país.

A inauguração decorre entre as 20h00 e as 22h00 e será assinalada com demonstrações de skate, BMX, patins e trotinetes, protagonizadas por atletas convidados, proporcionando ao público um momento de convívio e celebração em torno das modalidades urbanas.

O novo espaço foi concebido para responder às necessidades de praticantes de todos os níveis de experiência, oferecendo condições de excelência para a prática desportiva num ambiente seguro, inclusivo e funcional.

Com este investimento, a Câmara Municipal de Beja reforça a aposta na promoção do desporto, na adoção de estilos de vida saudáveis e na criação de melhores oportunidades para os jovens do concelho. A nova infraestrutura permitirá igualmente acolher competições e eventos de âmbito regional, nacional e internacional, contribuindo para a projeção de Beja no panorama das modalidades urbanas e para a dinamização da economia local.

A autarquia convida a população a marcar presença na inauguração e a associar-se a este momento que representa um novo marco na qualificação da oferta desportiva do concelho e na valorização de um espaço pensado para atletas, praticantes e visitantes.

PSD de Almodôvar enaltece “poupança de quase 200 mil euros na realização da FACAL 2026”

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A Comissão Política Concelhia do PSD de Almodôvar felicitou publicamente o Executivo da Câmara Municipal, liderado por José Tadeu Freitas, pela organização da FACAL 2026, destacando ~”o rigor financeiro alcançado nesta edição”.

De acordo com os dados divulgados, a edição de 2025 representou uma despesa municipal de 564.321,04 euros, enquanto em 2026 o investimento foi reduzido para 371.122,69 euros. Esta diferença traduz-se numa poupança efetiva de 193.198,35 euros.

Segundo o PSD local, “esta redução significativa foi alcançada sem impacto negativo na qualidade do evento, que manteve a sua dimensão, programação, afluência de público e prestígio, continuando a afirmar-se como um dos principais certames culturais e económicos do concelho de Almodôvar.”

A estrutura social-democrata considera que “os resultados demonstram ser possível realizar um evento de qualidade com uma gestão mais eficiente dos recursos públicos”, defendendo que “o sucesso da iniciativa resulta de uma estratégia assente no planeamento, controlo da despesa e eliminação de custos considerados desnecessários”.

A FACAL 2026 voltou a atrair milhares de visitantes, contribuindo para a dinamização da economia local e valorizando expositores, associações, produtores e agentes culturais.

O PSD de Almodôvar sublinha ainda “o contributo dos trabalhadores do Município, bem como de todas as entidades parceiras, patrocinadores e participantes, para o sucesso do evento”.

A poupança agora alcançada poderá, segundo a mesma fonte, “ser canalizada para outras necessidades do concelho, nomeadamente no apoio às populações, melhoria dos serviços públicos e promoção do desenvolvimento local”.

PS de Moura defende Câmara Municipal e critica declarações de responsáveis políticos

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A Concelhia de Moura do Partido Socialista manifestou o seu repúdio face a declarações recentes do deputado do PSD eleito por Beja, Gonçalo Valente, e do primeiro vereador eleito pela CDU na Câmara Municipal de Moura, no âmbito da requalificação do Centro de Saúde local.

Em nota de imprensa, os socialistas consideram que as críticas ultrapassam o âmbito da discussão política legítima, acusando ambos os responsáveis de colocarem em causa, de forma injustificada, a atuação da autarquia e do seu executivo.

O PS de Moura sublinha que a Câmara Municipal tem conduzido o processo “com rigor, transparência e sentido de responsabilidade”, rejeitando as acusações e classificando como “despropositados” os ataques dirigidos ao município. No mesmo documento, é também criticada uma afirmação do vereador da CDU, que, segundo os socialistas, contribui para desvalorizar o trabalho desenvolvido.

A concelhia socialista recorda ainda que a posição da CDU não é nova, apontando que o partido tem historicamente contestado a intervenção do município em equipamentos da responsabilidade do Estado, como aconteceu anteriormente com a requalificação da esquadra da PSP de Moura.

Segundo o PS, perante a degradação das infraestruturas, a autarquia optou por assumir um papel ativo, avançando com a requalificação do Centro de Saúde. A obra, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), foi viabilizada através de articulação entre o município, a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo e a Administração Central, encontrando-se atualmente em execução.

Os socialistas garantem que, apesar dos constrangimentos entretanto surgidos, o executivo municipal tem acompanhado de perto a empreitada e continua a trabalhar em cooperação institucional para assegurar a sua conclusão.

No comunicado, o PS de Moura defende ainda a atuação dos eleitos locais, afirmando que exercem funções “de boa-fé, no estrito cumprimento da legalidade e ao serviço do interesse público”, apelando ao respeito pelo trabalho desenvolvido.

A concelhia lamenta o que considera ser uma postura de confronto por parte de alguns responsáveis políticos, defendendo antes uma atuação assente na cooperação e na procura de soluções para os problemas do concelho.

Por fim, o Partido Socialista assegura que continuará a defender “com serenidade e firmeza” o bom nome da Câmara Municipal de Moura e os interesses da população, reiterando o compromisso com o desenvolvimento do concelho.