A Ministra da Administração Interna reuniu-se com os sindicatos da polícia e as associações da GNR, que não assinaram acordo com o Governo no ano passado, com o objetivo de rever as carreiras e as tabelas remuneratórias.
O dirigente da Associação de Profissionais da Guarda, Luís Matos, considera que é fundamental que “a profissão seja reconhecida como de desgaste rápido” e que o “suplemento de risco seja igual ao atribuído à policia Judiciária” reivindicações que vão continuar em cima da mesa em 2026.














