O Grupo Parlamentar do Partido Socialista diz que o Estado não pode reagir a cada tempestade com “improviso” e burocracia que “emperra a celeridade dos apoios”.
O PS propõe um “regime permanente” e “igual para todos”, que acabe com a “lotaria” de apoios consoante o ano da catástrofe ou o local onde se vive, como realça o deputado eleito por Beja, Pedro do Carmo.




















