A Fenprof diz que é “urgente rever o estatuto da carreira docente”, e critica a proposta do governo por “desvalorizar e agravar o problema da falta de professores”.
O segundo período “arrancou com o mesmo problema do anterior, pois a falta de professores ainda afeta milhares de alunos e o problema tende a agudizar-se”, diz a Federação Nacional dos Professores.
No final do ano passado o governo anunciou uma medida, a simplificação do estatuto da carreira docente, “algo que até ao momento não se concretizou”, como refere e lamenta o sindicalista, Manuel Nobre.















