O segundo dia da Feira de Castro 2025, sábado, 18 de outubro, promete ser um dos mais animados do certame, com um programa repleto de tradição, música e convívio.
A manhã começa ao som das Bandas Filarmónicas, que vão percorrer as principais ruas da Feira e a Praça da República, num ambiente festivo que marca o arranque de mais um dia de celebração. Em paralelo, decorre a Exposição de Automóveis Históricos e Desportivos, na Rua Morais Sarmento, uma iniciativa da Associação de Moradores do Bairro dos Bombeiros, que volta a atrair muitos curiosos e amantes de motores.
Um dos grandes destaques do dia será o regresso do rali de regularidade histórico “48 Horas do Alentejo”, organizado pela Portugal Classic Association e o Clube Português de Automóveis Antigos, que este ano celebra a 30.ª edição.
A partir das 16h20, o público poderá apreciar o desfile de elegantes automóveis clássicos, com modelos dos anos 30 aos 80, pela Rua da Seara Nova e na Avenida General Humberto Delgado, junto aos Bombeiros Voluntários.
O sábado fica também marcado pelo 6.º Encontro de Castrenses na Diáspora, que reúne, às 12h30, na Escola Secundária de Castro Verde, os castrenses que vivem fora do concelho, num almoço-convívio cheio de reencontros e memórias.
À noite, a Praça da República volta a ser o epicentro da animação. O cantor António Caixeiro, natural de Cuba e uma das vozes de referência do cante alentejano, sobe ao palco para apresentar o seu álbum “Infinito”, num espetáculo que promete emocionar o público.
A festa continua pela madrugada dentro com a Festa M80, a partir das 23h30, trazendo os grandes êxitos das décadas de 70, 80 e 90 — um verdadeiro convite à dança e à nostalgia.
Em relação á feira de Castro, o Vereador da Câmara Municipal de Castro Verde, David Marques diz que “a proposta para 2025 é que possamos novamente celebrar a Feira de Castro com a dimensão e a dignidade que merece, com a história, os quatro séculos de história que a Feira de Castro representa, não só naquilo que é todo o processo de desenvolvimento do Conselho e da Vila, que muito se deve à Feira de Castro.”














