A Casa da Cultura de Beja apresenta um novo programa de atividades multidisciplinares, com uma “nova roupagem” e enfoque em diferentes linguagens artísticas, anunciou o vereador da Cultura do município, Vítor Picado. A iniciativa pretende envolver a comunidade e reforçar o papel do espaço como polo cultural da cidade.
Apresentado publicamente na semana passada, o projeto abrange diversas temáticas e sensibilidades, garantindo programação variada que inclui oficinas permanentes e temporárias, exposições, “cafés-encontros”, sessões de poesia falada e eventos de âmbito regional, nacional e internacional com periodicidade mensal ou bimensal.
O vereador adiantou que estão previstas cerca de 15 oficinas permanentes, contemplando áreas como banda desenhada, cerâmica, desenho e ilustração, teatro, pintura, trabalhos em madeira e parcerias com outras entidades culturais. Além disso, a Casa da Cultura disponibilizará salas de ensaio para músicos em horários livres e implementará um gabinete de apoio ao movimento associativo, funcionando como espaço de partilha, entreajuda e suporte a candidaturas e projetos.
Para Vítor Picado, a renovação da programação é “de importância fundamental”, permitindo que a criação artística local se abra “ao mundo”. O autarca recordou que a Casa da Cultura é reconhecida não apenas como espaço de promoção da criatividade, mas também como património cultural que representa a memória coletiva da cidade.
O projeto contará com a participação de várias associações e coletivos, entre eles a Associação para a Defesa do Património Cultural da Região de Beja (ADPBeja), Arruaça, Cantadores do Desassossego, o Centro Social, Cultural e Recreativo do Bairro da Esperança, Centro Social Nossa Senhora da Graça/Ser + Social – Beja, Clube de Modelismo do Agrupamento de Escolas n.º2 de Beja, Cooperativa Cultural Alentejana, Longitude Zero Associação, Modelistas do Baixo Alentejo, Ressurretos e Zarcos – Associação de Músicos de Beja.
A Câmara Municipal prevê ainda a colaboração da Rede Europeia Anti-Pobreza, grupo de teatro Judicus e associações como Estar, Cá se faz, Futurama – Ecossistema Cultural e Artístico do Baixo Alentejo, Ajunta-te à Gente (Salvada), Carpe Diem (Cabeça Gorda) e Chão Nosso (Beringel), reforçando o caráter participativo e inclusivo da iniciativa.




















