A associação ambiental ZERO reconhece os avanços da nova Estratégia Nacional de Educação Ambiental 2030 mas aponta “lacunas estruturais e operacionais” que, se não corrigidas, “comprometem a sua eficácia transformadora”.
No âmbito da consulta pública da proposta de Estratégia Nacional de Educação Ambiental 2030 que terminou dia 16 de junho, a ZERO apresentou um parecer que reconhece os progressos do documento relativamente a 2020, mas identifica lacunas que, se não corrigidas, “poderão comprometer a ambição transformadora que Portugal precisa nesta área”.
Para a ZERO, a nova estratégia melhora o discurso, ao incorporar a linguagem da transformação, mas continua sem a operacionalizar de forma suficiente, o documento é, em partes relevantes, “descritivo onde deveria ser prescritivo, genérico onde deveria ser específico e retórico onde deveria assumir compromissos institucionais claros”.



















