O presidente da Associação de Criadores do Porco Alentejano, sediada em Ourique, considera que a nova Política Agrícola Comum (PAC), atualmente em discussão em Bruxelas, representa “uma machadada enorme na agricultura portuguesa”. Nuno Faustino alerta para o impacto negativo que as propostas em análise poderão ter no setor, sublinhando que as medidas não devem acentuar desigualdades já existentes entre Estados-membros.
Segundo o responsável, os apoios comunitários “têm que ser geradores de desenvolvimento” e não podem “cavar ainda mais assimetrias entre os países”. Para Nuno Faustino, a PAC em construção arrisca comprometer a competitividade nacional e agravar dificuldades sentidas pelos agricultores, em particular nos territórios rurais do interior.
A Associação de Criadores do Porco Alentejano defende, por isso, uma revisão das propostas, de forma a garantir que os apoios europeus promovam sustentabilidade, equidade e condições de desenvolvimento equilibrado para a agricultura portuguesa.














