A FENPROF promove hoje a segunda de três greves calendarizadas para este mês, abrangendo o sobretrabalho, as horas extraordinárias e atividades incluídas na componente não letiva de estabelecimento.
A paralisação acontece um dia depois das comemorações do Dia Internacional do Professor, marcadas por críticas ao Governo e pela apresentação de várias reivindicações por parte dos profissionais da educação.
Professores, assistentes operacionais e técnicos especializados contestam as atuais condições de trabalho e vão avançar com um conjunto de três greves. A partir de hoje começa também uma das ações de protesto de maior duração, prevista para decorrer entre 6 e 9 de outubro.
Em declarações sobre o protesto, o sindicalista Manuel Nobre afirma que os professores estão cansados de não serem ouvidos pelo Governo.
“Os professores estão fartos que o Governo não os ouça, por isso não resta outra hipótese que não seja as greves”, afirma o responsável sindical.
A FENPROF mantém assim a pressão sobre o Governo, exigindo respostas para as reivindicações apresentadas pelos profissionais do setor da educação.





















